
Produtos oferecem proteção antivírus, antispam e de gateway para todo tipo de distribuição da plataforma de código aberto em ambientes empresariais.
O ESET, provedor global de proteção antivírus de última geração, anuncia o lançamento oficial de três novas soluções de segurança em plataformas Linux para qualquer tipo de ambiente corporativo: ESET Mail Security, ESET File Security e ESET Gateway Security, que utilizam toda a tecnologia de detecção pró-ativa ThreatSense, mecanismo heurístico do ESET NOD32, o que garante completa proteção contra todo tipo de código malicioso e com o mínimo de impacto no rendimento dos computadores.
"As empresas continuam ampliando sua infra-estrutura de redes em Linux e por isso demandam uma solução de segurança robusta e com altos níveis de proteção para seus ambientes corporativos", comenta Miroslav Trnka, co-fundador e CTO do ESET. "Os produtos ESET, com seu mínimo impacto no sistema e sua grande variedade de configurações são perfeitamente utilizáveis dentro de qualquer tipo e tamanho de ambiente Linux. Como as plataformas Linux continuam em franco crescimento, assim como sua utilização nos ambientes corporativos, o ESET continuará desenvolvendo as soluções mais eficientes e inovadoras do mercado contras as ameaças digitais", acrescenta o executivo.
As três novas soluções fazem parte da família ESET Linux Security e mantém todas as características do mecanismo ThreatSense de ESET NOD32 Antivírus: a maior velocidade no rastreamento, mínimo consumo de recursos do sistema e níveis elevados de detecção pró-ativa, graças às heurísticas avançadas capazes de detectar códigos maliciosos conhecidos e desconhecidos. O baixo consumo de recursos faz com que as soluções sejam ideais tanto para redes de alto como baixo tráfego e também permitem a instalação e configuração em qualquer distribuição Linux do mercado.
ESET Gateway Security para Linux/FreeBSD - Aumenta a segurança da rede contra todo tipo de ameaça protegendo servidores gateway HTTP e FTP. Todo o tráfego de entrada e saída na rede é analisado pelo ThreatSense para garantir o tráfego seguro de qualquer tipo e tamanho de arquivo.
ESET Mail Security para Linux/FreeBSD - Protege os servidores de e-mail ao mesmo tempo em que busca spyware e spam em todo o tráfego de entrada e saída. Permite configuração por caixa de entrada e programar filtros para limitar a varredura segundo o tamanho do arquivo, de acordo com níveis de compressão dos arquivos anexados e também o tempo da varredura a ser realizada.
ESET File Security - Solução para servidores de arquivos com proteção tanto sob demanda como sob acesso através de monitoramento em tempo real e controle de todo o sistema de arquivos.
Além do suporte da tecnologia ThreatSense, os novos produtos também possuem suporte a vários recursos vitais para potencializar a segurança na rede.[14]
- Suporte a multi-processadores - Aumenta o rendimento durante o processo de varredura de vários arquivos simultaneamente;
- Sistema de alertas do ThreatSense.Net - Monitora as epidemias de malware de forma global graças à constante comunicação entre o ESET NOD32 Antivírus e seus usuários, provendo informação aos laboratórios do ESET para a análise dos códigos maliciosos em circulação em todo o mundo.
Fonte: http://www.segs.com.br/

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Fedora é uma distribuição Linux baseada em pacotes RPM, criada pela Red Hat. Atualmente mantida pelo Projeto Fedora (Fedora Project). Sua instalação é semelhante a versão 9 do Red Hat, em computadores com mais de 1GHz de processamento e 256 de MB de memória RAM, a instalação padrão demora cerca de 30 minutos. Depois da instalação o GNOME fica como gestor de desktop padrão, podendo ser mudado para o KDE, WindowMaker, XFCE e etc. Já vem com o browser Mozilla Firefox, com OpenOffice.org e suporte a diversos idiomas, além de uma grande diversidade de programas para servidores e desktops. Novas versões do Fedora são lançadas aproximadamente cada 6 meses tendo como padrão três versões Teste para validação e correção de bugs reportados através do sistema bugzilla do projeto.
Os usuários da versão Red Hat 9 estavam aguardando a versão 9.1 ou 10 da distribuição, mas na verdade a Red Hat estava com outros planos para a nova versão. Esta distribuição era comercializada em caixas e disponível nas lojas. Quem assim o adquiria, procurava por mais recursos. Esta era a versão Enterprise Linux. A Redhat decidiu focar o mundo corporativo com o Red Hat Enterprise Linux e descontinuou sua versão voltada para a comunidade, lançando o Projeto Fedora e registrando esta nova marca, desvinculando esta nova distribuição de suas marcas.
Fonte: Wikipedia

Não é sempre que você encontra um computador confiável para responder aquele e-mail importante na sua caixa postal ou mesmo gastar algumas horas navegando a esmo.
E o problema não está nem em computadores públicos, como os disponíveis em telecentros - eles contam com funções que gerenciam (ou simplesmente ignoram) dados pessoais de múltiplos usuários.
A questão está nos computadores de amigos ou familiares que ainda acham que firewalls e medidas de segurança são fruto da criatividade de usuários paranóicos.
As senhas, números de cartão de crédito e informações pessoais são deles e isto não é problema seu - mas e se só sobrar um micro como este na hora de checar suas mensagens e fazer alguma operação bancária de urgência?
Para não correr o risco, o usuário pode apelar por usar outro sistema operacional que não o instalado na máquina do seu amigo sem ter o trabalho de formatar disco rígido, reconhecer drivers e baixar softwares.
A atraente função é oferecida por uma série de distribuições de Linux, que podem ser acessadas tanto por CDs, por meio dos conhecidos LiveCD, como por memory keys.
Ambos os modelos seguem o mesmo modelo: na hora de ligar o micro, o usuário formata a BIOS para que o primeiro dispositivo a ser carregado seja ou o leitor de CD ou a porta USB onde o pen drive está conectado.

Mesmo com a popularização de drives removíveis e de HDs com capacidades de armazenamento cada vez maiores, o espaço para guardar eletronicamente seus dados – principalmente conteúdo multimídia, como músicas, imagens e vídeos – parece nunca ser suficiente. É por essa razão que os compactadores – encoders - de arquivos ganharam tanta importância no dia-a-dia dos usuários de computadores.
A função básica de um compressor de arquivos é diminuir seu tamanho em bytes. Como conseqüência de seu uso, há liberação de espaço no disco e otimização do desempenho do sistema como um todo. Os encoders utilizam algoritmos (fórmulas matemáticas) que codificam e compactam um arquivo, definindo um novo formato com especificações diferentes das atuais e que resulte em um arquivo menor, com o mínimo de perda de qualidade.
Basicamente, o que diferencia um encoder de outro é sua capacidade de compactação versus a qualidade final. A técnica de compactação que será utilizada vai depender do tipo de dado que se quer comprimir. A compressão lossy utiliza um algoritmo no qual o processo de compactação e de descompactação pode resultar em arquivos diferentes do original, porém suficientemente ‘semelhantes’ para que ainda possam ser utilizados.
Um usuário comum talvez não note qualquer diferença nos arquivos multimídia, mas pode ser necessário ter que baixar encoders diferentes para reproduzir um vídeo ou escutar um arquivo de som que tenha recebido. A compressão lossy é comumente utilizada em conteúdos multimídia.
Caso a informação não possa sofrer qualquer tipo de alteração nos processos de compactação ou descompactação – como é o caso de arquivos de dados, textos, etc –, deve-se optar pela compressão lossless. A compactação de arquivos de dados é a mais comum, tamanha a quantidade de formatos e softwares disponíveis. As extensões compactadas mais conhecidas para esses arquivos atualmente são a ‘.zip’, ‘.rar’ e ‘.7z’ (para Windows), mas outras como ‘.arj’ e ‘.tar.gz’ (para Linux) podem ser encontradas em alguns meios específicos, sem falar nas menos famosas como a ‘.sit’ (para Macintosh) e ‘.ace’.

Chama-se Flash 9 Moviestar e está disponível para Windows, Mac e Linux, sendo compatível com o standard H.264 utilizado em formatos de vídeo de alta definição.
A fabricante acredita que com esta nova aplicação vai ser possível realizar streaming de vídeos em HD através de uma entrada Flash e, com isso, aumentar a utilização de vídeos em alta definição na Internet em portais como o MySpace, YouTube ou BBC.
Para promover o apoio a este novo formato a empresa revelou também actualizações ao seu software Flash Media Server, utilizado para o streaming de vídeos em Flash.
Uma das actualizações é o Flash Media Streaming Server 3 que se destina a empresas pequenas, permitindo aos proprietários de sites realizar o streaming de vídeos em HD.
A outra actualização é o Flash Media Interactive Server 3, que integra um conjunto de ferramentas de suporte para conteúdos protegidos e controlo de acesso.

Um ano após a assinatura do acordo para promover a compatibilidade entre seus sistemas, o Windows e SUSE Linux Enterprise, a Novell e a Microsoft anunciaram nesta quarta-feira (5/12) a ampliação da colaboração técnica para criar um modelo de plataforma mista interligando Linux e Windows para ajudar deficientes a interagirem com computadores.
O vice-presidente executivo e CTO da Novell, Jeff Jaffe, afirmou que desde o início, o foco do acordo tem sido no cliente. "Os clientes demandavam por uma operação conjunta entre Linux e Windows com o objetivo de concentrarem-se em seu negócio principal. A Novell, ao assumir uma posição de liderança e oferecer interoperabilidade com a Microsoft, está se tornando a melhor escolha de Linux para empresas integradas, resultado esse que se reflete no significativo crescimento das vendas que temos notado no último ano."
Já Bob Muglia, vice-presidente sênior da Divisão de Servidores e Ferramentas da Microsoft, diz estar satisfeito com o suporte que o cliente tem recebido para uma solução que oferece interoperabilidade entre plataformas mistas. "Além disso, o relacionamento da Novell com a Microsoft abriu portas para uma maior colaboração entre plataformas em áreas como acessibilidade, que são de grande importância para os clientes em todo o mundo. Estamos muito interessados em trabalhar com a Novell para abordar esse tema importante e ajudar um grande grupo de pessoas com deficiências no mundo todo a trabalhar com computadores."
Após um ano do acordo, a Novell e a Microsoft anunciaram a conquista de 30 novos clientes, entre eles Costco Wholesale Corp., Southwest Airlines e a Cidade de Los Angeles, que receberão da Microsoft certificados de três anos de suporte preferencial para o SUSE Linux Enterprise Server da Novell. Esses clientes vêm se somar a todos os outros que já estão se beneficiando da colaboração entre as duas empresas para tornar possível a interoperabilidade de TI e propriedade intelectual em ambientes de plataformas heterogêneas.
As duas empresas anunciaram também que continuam com a colaboração técnica para desenvolver soluções que auxiliem os clientes a trabalhar com mais eficiência nas áreas de virtualização, gerenciamento de padrões, diretórios, identidade, e compatibilidade no formato de documentos. Segundo elas, os seus engenheiros estão trabalhando no novo laboratório de interoperabilidade da Microsoft e da Novell, localizado em Cambridge (EUA), onde vêm realizando testes para assegurar a interoperabilidade do SUSE Linux Enterprise Server 10 com virtualização e o Windows Server e Windows Server 2008 com Xen. Da Redação

Google cria aplicação para o iPhone
O motor de busca Google criou uma aplicação para o telemóvel da Apple que combina funções de correio electrónico, pesquisa e calendário numa única interface. O objectivo é facilitar a navegação nas suas ferramentas no iPhone, defende o gigante da Internet.
A informação é avançada pela Reuters, que revela que o Google está a desenvolver mais aplicações para facilitar a navegação na Internet para outros telemóveis, apesar de a empresa não ter revelado pormenores.
A nova aplicação para o iPhone será a mais recente do motor de busca a entrar no telemóvel mais falado dos últimos tempos, cujas primeiras aplicações disponíveis foram o Google Maps e o YouTube.
Esta iniciativa vem reforçar a aposta do motor de busca no mercado móvel depois dos recentes anúncios de poder estar a preparar o lançamento de uma rede de telecomunicações ou o desenvolvimento do sistema operativo móvel Android baseado em Linux.

Engenheiro diz que decisão sobre suporte ao XO só vai ser tomada após bateria de testes
A Microsoft afirmou que planeja conduzir testes de campo em janeiro com o Windows XP rodando no laptop XO, da One Laptop Per Child (OLPC).
O XO vem com Linux embarcado e é uma máquina de baixo custo voltada a países em desenvolvimento.
Neste ano, a Microsoft lançou o programa Unlimited Potential, que permite a governos comprar um pacote de softwares por 3 dólares, movimento que foi visto como uma competição contra a iniciativa da OLPC.
Olhando para além do XO, a Microsoft disse que planeja publicar em 2008 documentos de orientação para design voltado a PCs que usam armazenamento em memória flash, para que as máquinas suportem Windows.
Versões do XO rodando Windows não serão oferecidas nos Estados Unidos ou no Canadá, disse a Microsoft.
Apesar do cronograma descrito em um comunicado oficial da Microsoft, um engenheiro da empresa escreveu em um post que não tem certeza se o Windows será oferecido comercialmente no XO.
“Não anunciamos planos formais de suportar o XO ainda, e não o faremos até começar a receber feedback dos primeiros testes de campo limitados em janeiro para tomar a decisão final”, ele escreveu na quarta-feira (05/12).
Embora o XO tenha ficado conhecido como “laptop de 100 dólares”, o equipamento ainda custa acima desta faixa. A OLPC prevê uma queda de preços com a produção em volume.

Tóquio - Em resposta à plataforma do Google, Nigel Clifford, CEO da empresa, afirma não ver novidade em softwares gratuitos.
No dia seguinte ao lançamento da plataforma móvel Android, do Google, o CEO do sistema operacional rival Symbian, Nigel Clifford, afirmou já estar cheio de opções de sistemas em Linux e que o software do buscador é apenas outro a se acrescentar na lista.
"Uma das reações foi imaginar que é outra plataforma Linux", afirmou Nigel Cliffor, CEO da companhia, ao ser questionado sobre a nova plataforma do Google. "Existem até 25 diferentes plataformas de Linux no mercado. Parece que o Linux está mais fragmentado que unificado".
A Symbian reconhece o compromisso do Google para "se abrir" e vê isto como um bom indicativo, afirmou. "Mas provavelmente eu diria que não existe grande novidade em software gratuito".
O sistema operacional Symbian estará entre os competidores do Google, que tenta popularizar seu software para telefones a partir do próximo ano.
A plataforma Android foi desenvolvida pelo Google sob o grupo chamado Open Handset Alliance. O software será baseado em Linux e outros elementos de código aberto e oferecerá componentes completos de telefonia, incluindo sistema operacional, middleware, interface customizável e aplicativos.
A aliança foi criada pela parceria do Google com operadoras, como T-Mobile, NTT DoCoMo, Sprint Nextel, Telecom Itália e Chnina Mobila, fabricantes, como Samsung, LG, Motorola e HTC, e outras grandes empresas do setor, como Intel, eBay, nVidia, Qualcomm e Texas Instruments.
Clifford parece nem um pouco incomodado com a competição que o Symbian, líder de participação entre smartphones em todas as regiões menos a América do Norte, sofrerá com o Android.

Corte Federal de Apelações do Estado americano do Texas reafirma a
sentença que condenou a Microsoft por pirataria
A Microsoft, uma empresa que adora acusar o movimento de software livre e os usuários Linux de desrespeitar patentes, acaba de ter a sua condenação por pirataria reafirmada por uma corte de apelação nos EUA, neste dia 16 de novembro. A maior ironia no caso é que a empresa de Bill Gates pirateou exatamente o sistema anti-pirataria que ela utiliza no Windows XP e no MS Office. A empresa foi acusada de desrespeitar os direitos de patente da empresa Z4, uma pequena empresa do estado de Michigan.
Juntamente com a Microsoft foi condenada também a empresa Autodesk, pelo uso do mesmo sistema no AutoCAD. As empresas foram multadas em US$ 160 milhões, um aumento da penalização em mais de US$ 25 milhões em relação à condenação inicial de abril do corrente ano.
Esta é a terceira maior multa a ser paga pela empresa por ações judiciais que a condenaram por pirataria. Por outro lado, suas alegações de que o Linux estaria desrespeitando seus direitos de patente NUNCA foram objetivamente sequer formulados.
Como uma empresa engajada no movimento de Software Livre, a Flux Softwares condena a atual corrida por Patentes de Softwares por entender que ela é nociva ao desenvolvimento tecnológico e penaliza os Países em desenvolvimento. Entretanto, acreditamos que a condenação pelo exercício da pirataria no sistema anti-pirataria de uma empresa que, em nosso País, se veste da hipócrita defesa das patentes de Softwares, deve ser uma oportunidade de reflexão para o Legislativo do País.
Fonte: Por Raquel Borsari - Under-Linux.org

São Paulo - Criador do Linux e do conceito do código aberto falou com exclusividade ao Computerworld.
O finlandês tinha apenas 22 anos quando, em 1991, decidiu compartilhar com amigos e programadores o sistema operacional que havia criado: o Linux. Aquele estudante de ciência da computação da Universidade de Helsinque não imaginava a reviravolta que aquela decisão iria deslanchar no mundo da TI. Nesta entrevista exclusiva feita por e-mail, o guru da comunidade do Software Livre revela as razões que o levaram a abrir seu código-fonte, afirma que a Microsoft é irrelevante e que o futuro pertence ao Código Aberto.
Computerworld – O que pretendia quando liberou o Linux pela primeira vez ao público em 1991? Foi por dinheiro?
– Certamente não foi por dinheiro, já que o copyright original era muito específico com relação a isso. Não era a GPLv2 (General Public License versão 2, a licença usada pelo sistema operacional livre GNU/Linux), mas a minha própria licença: “não custa dinheiro algum, mas você é obrigado a devolver o seu código-fonte”.
CW – Então foi por fama ou por diversão? Você imaginava a revolução que iria desencadear?
- Não, jamais pensei que o Linux se tornaria tão grande e popular como é hoje, por isso também não foi pela fama. Gostaria de dizer que foi por diversão, e essa é provavelmente a definição mais próxima da verdade, mas seria mais apropriado explicar porque eu gostaria que tivesse sido por diversão. O release propriamente dito não foi algo particularmente divertido, mas o que no fundo eu estava atrás era de feedback e de comentários.
Quando liberei o Linux no outono de 91 (mais precisamente, em 17 de setembro de 1991), eu já vinha programando ao longo de uma boa parte da minha vida, e o fazia por diversão. Mas costumava ter um grande problema programando, qual seja encontrar algo que me empolgasse. Produzi alguns games, mas no fundo nunca me interessei muito em jogar games, portanto na maior parte do tempo eu estava procurando algo interessante, um projeto que fosse relevante para mim, por isso continuei programando.
É nesse ponto que aconteceu o “release público”. Eu esperava que as pessoas me contassem o que achavam que precisava de aprimoramento e o que era bom, tornando assim o projeto mais interessante para mim. Se eu não o tivesse tornado público, provavelmente teria continuado a usá-lo eu mesmo, e acabaria por procurar um novo projeto no qual trabalhar. Mas o que aconteceu foi maravilhoso. Estou trabalhando com o Linux há 16 anos e ele ainda me empolga, exatamente porque o tornei disponível ao público e pedi seu feedback.
Só a título de uma nota de rodapé: o “release público” aconteceu em parte porque era a coisa mais natural a fazer. Exatamente porque eu jamais planejei fazer um release comercial – não foi por isso que comecei a trabalhar no Linux nem é o tipo de coisa que me empolga – e porque usava programas de código-fonte aberto, era a coisa mais natural a fazer. Por tudo isso, não foi de fato uma grande decisão. Havia uns conhecidos que estavam interessados em sistemas operacionais, portanto torná-lo público era o mais óbvio a fazer.
CW – Como é que o Linux enquanto produto foi beneficiado pelo release?
– Bom, muito claramente, caso não o tivesse tornado público, teria sido apenas mais um dos meus pequenos projetos, sendo usado nas minhas máquinas, mas eventualmente teria sido deixado de lado sob um argumento do tipo: “é uma projeto bacana, mas deixa eu ver o que mais posso fazer”. O Linux não teria ido a lugar algum não fosse a abertura do código-fonte.
http://idgnow.uol.com.br

São Paulo - Nessa entrevista, Stallman alerta para a iminente guerra jurídica contra a Microsoft e pergunta ao leitor: "De que lado você está?".
“Por favor, não chame o GNU de Linux”, pede o americano Richard Stallman, fundador da Free Software Foundation, que alerta para a iminente guerra jurídica contra a Microsoft e pergunta ao leitor: "De que lado você está?"
Em 1983 ele deslanchou o movimento do software livre no mundo, com a criação da Free Software Foundation. Hoje, Richard Stallman pede: “Por favor, não chame o GNU de Linux”.
Nessa entrevista exclusiva, Stallman, que estará em Foz do Iguaçu em 14 de novembro para um evento sobre software livre, alerta para a iminente guerra jurídica contra a Microsoft e pergunta ao leitor: "De que lado você está?"
Computerworld - Você lançou o Projeto GNU em setembro de 1983, para criar um sistema operacional livre similar ao Unix, e têm se dedicado a ele desde então. Por que decidiu iniciá-lo? Naquela época já estava claro que o software estava se tornando proprietário?
Richard Stallman - Em 1983, todos os sistemas operacionais eram proprietários, não eram software livre. Era impossível comprar um computador e usá-lo livremente. O software proprietário mantém os usuários divididos e desamparados, ao proibir-lhes de compartilhá-lo e negando-lhes o código fonte para alterá-lo. O único meio que eu tinha para usar computadores com liberdade era desenvolver um outro sistema operacional e torná-lo um software livre. Anunciei o plano em setembro de 1983 e comecei a desenvolver em janeiro de 1984 o sistema GNU (de GNU’s not Unix! ou GNU não é Unix!). [Para quem não sabe, o gnu é a maior espécie de antílope da África, daí o símbolo do movimento.]

São Paulo - Recursos serão canalizados para a ampliação dos centros de desenvolvimento em Linux de Campinas e Hortolândia e contratação de pessoal.
A IBM investirá 2,2 milhões de dólares na expansão de seu Centro de Tecnologia Linux no interior de São Paulo, informou a companhia nesta terça-feira (23/05) durante o LinuxWorld, evento realizado em São Paulo.
Detentora de dois centros de desenvolvimento de sistemas de código aberto no interior paulista – em Campinas na parceria com a Unicamp e em Hortolândia – a companhia pretende ampliar as atuais instalações, comprar novos equipamentos e contratar desenvolvedores. “Nossa intenção é criar mesmo um centro de excelência em Linux”, declara Jovanco Corrêa, gerente no Brasil do LTC (Linux Technology Center, em inglês).
De acordo com o executivo, atualmente são dez desenvolvedores dedicados às atividades com Linux, sendo três em Hortolândia e sete em Campinas. Com os recursos, a meta é chegar a 45 desenvolvedores, sendo 10 em Campinas e outros 35 em Hortolândia.
Corrêa explica ainda que a missão dos profissionais será conduzir o desenvolvimento de atividades em código aberto para plataformas Power e Cell, além de estarem empenhados nas melhorias de virtualização para processadores Intel. Os equipamentos adquiridos incluem principalmente servidores IBM para processar as operações de desenvolvimento. Só em Hortolândia o volume de investimentos em máquinas chega a 150 mil dólares.
A expansão dos centros coloca o Brasil entre as cinco principais bases de desenvolvimento Linux para a IBM no mundo. “Também temos LTCs nos Estados Unidos, China, Índia e Austrália”, comenta.
A IBM acredita que o modelo de centro de desenvolvimento em Linux firmado em parceria com a Unicamp desde 2004 ajuda a impulsionar o tema dentro do próprio ambiente acadêmico. Muitos dos desenvolvedores que atuam no LTC de Campinas são estudantes recém-formados ou com pós-graduação.

Ubuntu Games é fruto do esforço para criação de um lugar que contenha artigos, tutoriais, fotos de tela e dicas sobre jogos no Ubuntu. Eles não são necessariamente gratuitos ou de fonte livre (opensource), podendo ser proprietários, de código fechado, ou até mesmo não específicos para o Ubuntu. Nosso critério é: se roda (mesmo que emulado) no Ubuntu Linux, é bem-vindo!
Há quem não migrou de sistema operacional por causa de jogos que imaginam não haver para o Linux. Pelo bem dos usuários domésticos, tentarei convencer vocês de que existem muitos jogos bons no Linux, e que no Ubuntu Linux, a instalação de jogos são bem mais simples.
Fonte: http://www.ubuntugames.org/