
O aMSN é possivelmente o clone mais completo e conhecido do Windows Live Messenger, caracterizando-se por ser super configurável mas também por ter uma versão para todos os sistemas operativos, o que faz com que os utilizadores “não-Windows” vejam nele a melhor alternativa devido à inexistência do Windows Live Messenger para Linux e a uma versão muito fraca para Mac.
O aMSN suporta transferência de ficheiros, webcam, “toques”, skins, conversas em separadores, registo de conversas e actividades, entre outros.
A versão 0.97 traz como novidades os clips de voz, envio de mensagens em offline e uma nova skin, bem mais agradável do que a anterior.

Ganha o usuário que baixar e descompactar mais rapidamente o programa Ubuntu.
Por enquanto, campeão fez tudo em 66 segundos. Vencedor leva US$ 1 mil.
Uma competição criada pelo fórum on-line Usenet fez com que vídeos relacionados ao software livre Ubuntu aparecesse entre os mais populares do YouTube. Na tarde desta segunda-feira (24), um desses arquivos estava na primeira posição entre os mais vistos, com 3,9 milhões de cliques.
O vídeo mostra um usuário baixando em seu computador o Ubuntu, programa baseado no sistema operacional Linux. “Como algo tão chato liderou a lista?”, questiona a versão on-line da revista “Wired”, antes de explicar que o conteúdo faz parte de uma competição.
A idéia é mostrar como é rápido baixar esse programa no computador – aquele que conseguir o menor tempo, seguindo o passo-a-passo estipulado pelo concurso, leva US$ 1 mil. No vídeo que aparece em primeiro lugar no YouTube, o usuário baixou e descompactou o programa de 674 MB em 66 segundos (34 segundos para a primeira parte e 32 para a segunda).
Para participar, o internauta precisa filmar todo esse processo usando o UseNext, aplicação do Usenet que permite a realização de downloads. O site, que divulga em sua página o atual líder da competição, não especifica a data final do concurso.

A Fundação Mozilla afirmou que a segunda versão beta do Firefox 3 já está disponível para os utilizadores interessados. O navegador ganhou melhorias nas ferramentas de segurança, assim como novas funções para gestão de senhas, na sua décima versão desde os programas preliminares.
Entre as melhorias por trás da interface, estão mudanças na renderização de HTML, suporte a JavaScript 1.8, nova arquitetura de renderização gráfica e de fontes e o tão aguardado suporte a aplicações offline, segundo anúncio no blog da comunidade.
Disponível para Windows, Mac OS e Linux, o Firefox 3 Beta 2 sucede o primeiro beta da nova versão do browser, divulgada no final de novembro. A versão final do navegador está programada para o primeiro trimestre de 2008.
Entre as duas versões beta do Firefox 3, a Mozilla foi responsável por uma resposta em massa contra informações divulgadas pela Microsoft sobre a popularidade do browser rival Internet Explorer 7.

Mensagem já contaminou mais de 660 mil usuários; visualização da mensagem comtamina o computador automaticamente
O fim de ano chegou e com ele uma nova ameaça aos computadores. Uma mensagem espalhada pelo Orkut já contaminou mais de 660 mil usuários, que receberam um recado - ou scrap - com a mensagem "2008 vem ai... que ele comece muito bem para vc".
Essas informações são da empresa F-Secure. Segundo Gabriel Menegatti, responsável pela área de tecnologia da empresa, para se contaminar não é necessário clicar em links e nem aceitar mensagens, pois quem receber a mensagem já estará contaminado.
Após a visualização da mensagem pelo usuário, o computador se contamina automaticamente, e passa a enviar o mesmo recado para todos os contatos da vítima.
De acordo com Menegatti, esse tipo de ameaça não afeta os sistemas operacionais Linux e Mac OSX. Para a proteção da máquina, o especialista sugere programas de proteção atualizados constantemente no computador ou scanners gratuitos. (Com informações da W News).
FONTE: http://www.bonde.com.br/

Os usuários de Linux e Mac OS X vão adorar esta notícia: a empresa Kaspersky Antivirus declarou recentemente que Windows Explorer possui código malicioso. A falha chegou aos usuários como atualização na última quarta-feira.
Kaspersky informou que “errou ao identificar o Explorer como um arquivo infectado”. No Windows, “o Explorer serve como o núcleo da interface do Windows, manipulação do Desktop, Start bar e gerenciamento de arquivos. Sem esse componente central, o Windows torna-se inoperacional.
FONTE: http://www.downloadsquad.com

Amparados pela receita com publicidade, sites oferecem de livros eletrônicos a mapas e planilhas
Renato Cruz
A internet está se tornando a terra dos produtos e serviços gratuitos. Para isso, os sites adotam um modelo que é comum na mídia tradicional, em que a gratuidade é sustentada pela venda de espaço publicitário. O avanço tecnológico tem aumentado a capacidade das redes de banda larga, ao mesmo tempo que baixa custos de armazenamento e processamento.
A rede permitiu também que pessoas de todo o mundo colaborassem em projetos coletivos, como a Wikipédia ou o próprio sistema operacional Linux. Também ajudou a tornar mais direta a relação entre artistas e o seu público, que passaram a oferecer sua produção pela rede, muitas vezes com novos tipos de licenças de direito autoral, como o Creative Commons. Sites como YouTube, MySpace e WordPress apagam a divisão entre audiência e autores, permitindo a todos se tornarem produtores de conteúdo.
“O modelo de venda de assinaturas já não faz mais sentido”, disse Alexandre Hohagen, diretor-geral do Google Brasil, acrescentando também que, ao optar pela venda de anúncios, as empresas de tecnologia miram um mercado muito maior que o de licenças de software. No ano passado, o mercado publicitário brasileiro movimentou R$ 17,44 bilhões, segundo o Projeto Inter-Meios. Foi duas vezes e meia maior que o de software, que ficou em R$ 6,97 bilhões, excluindo serviços (número da Associação Brasileira das Empresas de Software). Apesar de os anúncios na internet ainda representarem uma parcela pequena do total das receitas publicitárias - em 2006, foram vendidos R$ 361 milhões em anúncios para a internet no País -, esse é o segmento que mais cresce.
Chris Anderson, autor do livro A Cauda Longa, escreveu na edição especial anual da Economist que 2008 será “o ano do gratuito”. Segundo ele, o modelo dominante atualmente na internet é fazer dinheiro com coisas de graça. Uma parte das empresas imita a estratégia da mídia tradicional, de vender audiência para os anunciantes.
Outra parte segue o que ele chamou de modelo de amostra grátis: “É tão barato oferecer serviços digitais online que não importa se 99% de seus clientes usam a versão grátis de seus serviços, contanto que 1% paguem pela ‘versão premium’. Afinal, 1% de um número grande pode ser também um número grande.”
É possível conseguir livros eletrônicos de graça na internet, em sites como a Biblioteca Virtual do Estudante de Língua Portuguesa e o Projeto Gutenberg. O Apontador e o Google Maps permitem encontrar endereços e traçar rotas. O Skype faz chamadas gratuitas na internet, até mesmo com vídeo. O Joost possibilita criar uma grade personalizada de televisão via rede mundial. O BrOffice oferece uma alternativa ao Microsoft Office, e pode ser baixado de graça pela internet. No Google Docs, não é necessário nem baixar o software: o internauta faz seus textos e suas planilhas direto no navegador de internet.
Mundialmente, existem 1,2 bilhão de usuários de internet. No Brasil, são 40 milhões. Pode parecer pouco, mas a internet brasileira já é maior do que era a internet mundial em 1996. “A internet brasileira incluiu de 6 milhões a 8 milhões de usuários em 2007”, apontou Hohagen.
FONTE: http://txt.estado.com.br

Os sistemas operativos baseados em Linux estão a ganhar algum espaço nos computadores pessoais. Esta é uma das conclusões do inquérito da Linux Foundation 2007 que este ano contou com o dobro dos participantes em relação ao ano passado.
De acordo com o estudo a maioria dos utilizadores de software livre, 69,4 por cento, trabalha em pequenas empresas, grande parte como programadores ou com funções ligadas às tecnologias.
O inquérito revela que alguns implementaram mesmo soluções open source nas suas empresas e nas empresas em que pelo menos um computador tem Linux, 40,6 por cento tem-no em mais de metade dos seus computadores.
Estes valores surpreenderam um antigo responsável da Linux Foundation, John Cherry, que citado pelo portal Desktop Linux afirma que as empresas preferem adoptar sistemas mistos com várias soluções de software livre em vez de utilizar uma versão pré-instalada.
Para o especialista «estas respostas vêm de uma perspectiva de desenvolvimento empresarial», pois «quando os decisores de TI e os administradores de sistemas listam os seus problemas em relação a ofertas de Linux pré-instaladas, referem que a liberdade atropela a conveniência», conclui.

Assim, a IBM lançou um projecto de consolidação de ambiente de servidores que irá reduzir em 85% o espaço físico dos datacenters.
Nos planos da empresa, está prevista a substituição de 3900 servidores por trinta mainframes que correm sistemas operativos Linux.
Estes vão ficar instalados em seis locais nos Estados Unidos, Inglaterra, Japão e Austrália.
Este anúncio faz parte da iniciativa Big Green, lançada pela IBM em Maio, que visa reduzir o consumo de energia nos bancos de dados dos seus clientes e nos seus próprios.

Innovative
A Sun Microsystems anuncia o lançamento do Sun xVM Ops Center, ferramenta para automação de data center. A solução oferece gerenciamento de ambientes heterogêneos de TI e é baseada em código aberto, disponível para a comunidade OpenxVM.org, por meio da licença General Public License (GNU) versão 3 (GPLv3).
A aplicação simplifica o discovery, o monitoramento, o provisionamento do sistema operacional e as atualizações, além de gerenciar o hardware para rodar na plataforma Linux e no Sistema Operacional Solaris, baseados em ambientes x86 e Sparc. A solução automatiza a rotina dos administradores de sistema e garante um controle maior para simular atualizações e necessidades relatadas.
O lançamento reforça as iniciativas da Sun no segmento de open source. Para o ano que vem, a companhia promete compartilhar, até o primeiro trimestre, todos os códigos do Sun xVM Ops Center.
Sun aposta no open source...
Esta não é a primeira investida da Sun Microsystems no campo do open source. A companhia anunciou este ano que irá patrocinar e premiar, em 2008, iniciativas diversas voltadas ao desenvolvimento de aplicações de código aberto. Será o “Open Source Community Innovation Awards”, que para o primeiro ano de atuação selecionou seis comunidades participantes: OpenJDK, OpenOffice.org, OpenSolaris, GlassFish, NetBeans e OpenSPARC.
Em janeiro, serão anunciados os detalhes de como os desenvolvedores poderão participar dos programas individuais.
... e não é a única
A IBM também investe no código aberto. Este ano, a subsidiária brasileira a ampliou seu Centro de Tecnologia Linux (LTC), como resultado de um investimento de US$ 2,2 milhões feito no local desde 2006. Os recursos também foram utilizados para o registro de seis patentes na área de Linux em processador Cell.
O Centro, que fica no campus da Unicamp desde 2004, resulta de uma parceria entre a IBM e a universidade. Com a expansão, o local aumentou sua força de trabalho em quase 400% nos últimos meses: em janeiro de 2006, contava com 12 funcionários. Hoje, são 59. O novo prédio também hospeda e monitora os equipamentos de infra-estrutura que atendem aos LTCs da Big Blue em todo o mundo, processo antes realizado pelas unidades da Índia e Estados Unidos.
No local são realizados projetos como a criação da versão 2 do IBM Instalation Toolkit for Linux on Power, kit que permite a instalação remota do Linux em servidores de arquitetura Power, e do SDK 2.1, ferramenta para o desenvolvimento de aplicações para Linux emrocessador Cell.
Vai crescer
Até 2011, pelo menos 80% do software comercial vai conter quantidades significativas de código open source, segundo pesquisa do Gartner divulgada pelo site australiano Linux World.
Fonte: http://www.baguete.com.br

BRASÍLIA - O Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu autorizar a substituição do sistema operacional VirtuOS e Windows CE de todas as 430 mil urnas eletrônicas, pela versão de software livre Linux, a ser desenvolvida pela equipe técnica do próprio Tribunal. O objetivo é conferir mais transparência e confiabilidade à urna eletrônica e ao processo eleitoral. O novo sistema estará em vigor nas próximas eleições municipais, em 2008.
A Secretaria de Tecnologia da Informação (STI) sugeriu a adoção de um sistema operacional baseado em software livre, adaptado para a urna eletrônica e que seja de propriedade da Justiça Eleitoral. A intenção é facilitar a auditoria do sistema operacional por parte dos interessados em se certificar que todos os sistemas são confiáveis e seguros, diminuir os custos de aquisição de novas urnas eletrônicas em virtude da utilização de um sistema operacional gratuito e, ter um único sistema operacional para simplificar e diminuir o custo de desenvolvimento, testes e homologação dos sistemas das urnas eletrônicas.
A equipe técnica do TSE, desde 2002, vem realizando testes para viabilização de uma solução de código aberto. Foi escolhido o sistema operacional Linux, software código-aberto (Open Source) cujo núcleo vem sendo desenvolvido e aprimorado desde 1991, quando o seu criador disponibilizou o código na Internet.
Fonte: http://oglobo.globo.com/

Em entrevista concedida à Reuters, nesta sexta-feira, 14, Linus Torvalds afirmou que o uso do sistema operacional, em celulares, poderá ser popularizado no ano que vem.
"Eu não estou pessoalmente envolvido, mas parece que 2008 pode ser, graças ao Open Handset Alliance, um dos anos em que se poderá encontrar mais telefones com Linux", declarou.
O Google já está trabalhando com Motorola, T-Mobile e Qualcomm, para desenvolver uma plataforma para aparelhos móveis, programada em Linux, chamada Android.
Fonte: http://www.baguete.com.br

Num local onde a tecnologia de ponta domina o panorama, a bolsa de Nova Iorque encontra-se a actualizar o seu longo sistema de servidores.
Apesar de os sistemas centrais da bolsa utilizarem Unix como sistema operativo, a escolha do Linux para os novos sistemas deve melhorar a operacionalidade deste espaço.
A decisão teve como base o facto de este SO preencher requisitos como a flexibilidade de sistemas (servidores Itanium, Xeon e Opteron), ser bastante mais barato de implementar e de gerir.
Apesar dos cerca de 200 servidores HP ProLiant DL 585 de quatro processadores e os 400 servidores ProLiant BL685c com processadores AMD Opteron Dual Core aparentarem ser escolhas perfeitamente banais, a utilização de Linux deixou toda a gente espantada.

A Google revelou os seus planos para lançar a Knol, uma enciclopédia virtual, que concorrerá com a Wikipedia.
Vai chamar-se Knol, de knwoledge, conhecimento em inglês e é o projecto do Google para criar uma enciclopédia virtual que rivalize com a Wikipedia.
O sistema é conhecido: os utilizadores editam as entradas, a Google fornece as ferramentas de edição e o alojamento. O perfil de cada utilizador vai estar ao lado de cada entrada que faça, dando-lhes também um destaque.
Os livros têm o nome do escritor na capa, os artigos estão assinados pelo autor, mas na web, a autoria fica um pouco esquecida. Acreditamos que saber quem escreveu o quê permite melhorar a utilização de conteúdos na Internet, escreveu Udi Manber, do Google.
O objectivo é que o Knol seja a fonte primária de todo o conhecimento na Internet, abrangendo áreas tão distintas como a História, Medicina, Ciência, Geografia ou o Entretenimento.
Sendo um sistema aberto, editável por qualquer pessoa, não se pode esperar que todos os artigos tenham sempre grande qualidade. A Google, no entanto, quer assegurar que o Knol figure sempre em primeiro lugar nas pesquisas feitas em motores de busca.
O sistema ainda está em testes na Google, só acessíveis com convite, não havendo qualquer perspectiva de uma versão beta em público.

MERSON KIMURA
Colaboração para a Folha de S.Paulo
Jon "Maddog" (cachorro louco) Hall é o diretor-executivo da Linux International, organização que promove o uso do Linux. Considerado um guru do software livre, Hall esteve no Brasil para inaugurar uma sala com seu nome na empresa de treinamento e consultoria 4Linux e conversou com a Folha. Leia a seguir os principais trechos da entrevista.
BRASIL
O Brasil é uma das grandes estrelas do software livre. O governo e a indústria têm usado software livre para resolver seus problemas. Trabalham e contribuem uns para os outros.
Se você paga pelo software, isso significa que os royalties saem do país para outros, normalmente para os Estados Unidos. Isso é dinheiro que poderia dar emprego a pessoas, programadores, aqui no Brasil. Quando o dólar sai, não há muito que possa acontecer por aqui.
Quero ver o Brasil formar sua própria indústria de software, o que leva a uma melhor indústria de hardware, o que leva a melhores sistemas, o que leva a mais produção, o que leva a exportações... Esse é o ecossistema em que as pessoas têm de pensar. Não é apenas software.
PLANOS
Temos uma companhia [Koolu] trabalhando com um plano de negócios que achamos que poderá trazer a internet para, pelo menos, 85% das pessoas no Brasil, a um preço que elas podem pagar. E também fazer o software muito mais fácil para elas usarem, mais como se fossem usar um telefone em vez de um computador.
Também queremos criar várias bolhas wireless, de modo que seja possível acessar a internet de qualquer lugar de uma cidade como São Paulo.
Contei esse plano para o governo brasileiro, e eles estão interessados nisso. Parte do plano é treinar 2 milhões de administradores de sistemas e produzir máquinas no Brasil, criando mais empregos.
VANTAGENS
O controle para resolver os problemas saiu das mãos do consumidor para as da fabricante; ela tem o controle sobre o seu negócio. Nós precisamos colocar o controle de volta nas mãos das pessoas. Software livre é isso, é controle, é você decidindo. A grande coisa do software livre é o seu valor, o fato de que você pode adaptá-lo às suas necessidades para conseguir o que quiser.
CRESCIMENTO
No mundo, 80% dos supercomputadores usam Linux. Um terço de todos os sistemas de servidores usam Linux, um terço usa Unix proprietário, um terço usa Microsoft. E todos usam software livre.
Eles podem não saber, mas usam. Se você tem um roteador Linksys, usa software livre. Se você tem um roteador D-Link, usa software livre. Se você usa e-mail, você provavelmente usa o Sendmail como transporte, você usa software livre.
Você pode usar o Apache Web Server, isso é software livre. Ele pode estar rodando em Linux -é software livre.
APLICATIVOS WEB
Há uma nova filosofia de design: a de aplicativos baseados na web -em que eles são executados no servidor, e o desktop é simplesmente uma tela.
Se todos os meus aplicativos estão no servidor, e eu posso usar um aparelho como uma tela para ele, o sistema operacional usado não me importa.
PIRATARIA
Você diz para as pessoas que elas precisam estar na internet e ter um computador para poder fazer negócios hoje. Mas há quem não pode pagar pelo software. E o que elas vão fazer? A única coisa que lhes resta é a pirataria. Gosto de dizer: use software grátis -algo que é dado não pode ser pirateado.
DICAS
Não tente aprender tudo de uma vez. Você se sentirá esmagado. Faça pequenos passos até você chegar ao seu destino.
Muitas pessoas não se lembram de como aprenderam a usar o Windows, mas houve um processo de aprendizagem. É assim que se deve aprender o software livre.
DESAFIOS
A inércia é um problema. Algumas pessoas confundem ser diferente com ser difícil de usar. E precisamos de documentação melhor e mais clara. Precisamos encorajar as pessoas a fazerem isso.
MICROSOFT E APPLE
Tecnicamente, a Microsoft não é boa. Não é necessariamente o melhor produto que vence; é a melhor estratégia de marketing. E a Microsoft é mestre nisso. A Apple faz produtos e sistemas operacionais muito bonitos, mas infelizmente não são abertos. E acho que, no fim, o fato de serem tão fechados irá feri-los.
Fonte: Folha Online

Framingham - Edição norte-americana do Computerworld testa o Enterprise Desktop 10+. Veja o resultado.
Muitas companhias têm procurado alternativas para o Windows em seu ambiente de trabalho, especialmente aquelas que fujam ao Vista – já que não são poucas as demandas do sistema operacional sobre hardware, custos de atualização e restrições de licenças. Depois de testar o Mac OS X no ambiente corporativo, a editora online do Computerworld nos Estados Unidos, Sharon Machlis, analisou o Enterprise Desktop 10+, Suse Linux da Novell.
Depois de várias semanas, Sharon aponta que o Linux no desktop parece estar pronto para usuários domésticos não muito exigentes. Mas as coisas se complicaram um pouco para os usuários corporativos, diz ela.
Se as necessidades do usuário estão, sobretudo, em e-mails, navegação web, processamento de palavras e planilhas, as distribuições Linux, como Suse e Ubuntu, estão ótimas mesmo no ambiente de trabalho. No entanto, se o usuário em questão for um grande entusiasta da tecnologia, com certeza terá interesse e habilidade para superar os obstáculos não suportados e mergulhar em cada gota do kernel. Confira a seguir as principais impressões da jornalista sobre o sistema.
Primeiras impressões
“Depois de anos utilizando o Windows XP, é um tanto quanto engraçado ver algo novo no desktop”, relata. Sua primeira tarefa foi instalar o Suse Linux Enterprise Desktop em uma máquina Dell antiga – 40 GB de disco rígido e menos de 800 MB de memória RAM – e conectá-la à infra-estrutura do escritório. Para Sharon, a instalação foi fácil: apenas colocar o CD, concordar com alguns procedimentos, clicar no botão “próximo” várias vezes e, finalmente, chegar ao ponto de instalação. No teste foi selecionado o GNOME como interface de desktop.
Em menos de uma hora, Sharon aponta que se convenceu de que o Linux é de fato a plataforma que consegue extrair o máximo do hardware. “Eu preferiria uma máquina mais rápida, quem não iria preferir? Mas o sistema está apto para realizar os trabalhos que realmente preciso fazer hoje”, comenta.
Fonte: http://idgnow.uol.com.br