Linux sem medo: alternativa ao Windows tem boas opções de programas

A venda de computadores no Brasil – para não dizer no mundo – vem crescendo exponencialmente nos últimos anos. Só em 2007, por exemplo, a venda de notebooks cresceu 183% em relação a 2006 – foram 2 milhões de unidades vendidas, enquanto os desktops acumularam venda de 8 milhões.

Estabilidade do dólar, baixa no preço dos componentes, produção em escala e facilidade de crédito estão entre os motivos responsáveis pelo fenômeno de vendas.

Um outro motivo, que pode passar despercebido, é a troca do Windows pelo Linux em algumas máquinas. Com a substituição do sistema operacional proprietário da Microsoft pelo software livre, o preço total da máquina pode ficar de R$ 100 a R$ 200 mais barato. O que faz uma diferença substancial, já que um PC novo com configuração mediana custa em torno de R$ 1.500.

>>>> O LINUX É RUIM?
Mas o preço mais baixo de computadores com Linux resulta em um efeito colateral. Muitas pessoas compram esses computadores e chamam algum amigo ou técnico para trocar o software livre pelo Windows, geralmente em versão pirata. Foi então que pensei: será que o Linux que acompanha esses PCs é ruim? Difícil de usar? Exige muito tempo de adaptação? Resolvi colocar esses PCs à prova, experimentando por algum dias um computador que vem com o pingüim (apelido do Linux, baseado em seu símbolo) instalado de fábrica.

Fiz questão usar um computador com Linux pré-instalado para ter um ambiente o mais fiel possível ao do usuário que opta por computadores assim. Se eu simplesmente instalasse o Linux em meu PC, não teria a mesma experiência. A HP do Brasil gentilmente cedeu um notebook Compaq Presario C710BR para os testes, que conta com a distribuição Mandriva do Linux. Alguns dos outros fabricantes que também comercializam desktops e notebooks com Linux no Brasil são: Toshiba, Positivo, Epcom, Qbex, AmazonPC, Megaware, Nova, Sunsix.

Antes de começar
O teste não é sobre o hardware ou o desempenho do computador, mas sobre a experiência do usuário que coloca as mãos no Linux pela primeira vez. Se você não tem a menor idéia do que seja esse sistema operacional, vale ler o post que escrevi há alguns meses aqui no blog. E agora, vamos ao que interessa?

>>>> PRIMEIRAS IMPRESSÕES

img_01_telalinux19022008.jpgAo iniciar o sistema pela primeira vez, você vai notar que não existe muita diferença visual em comparação com o Windows. O equivalente ao botão iniciar é um ícone de estrela que abre o menu indicado pela imagem abaixo.

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Um ponto muito interessante e que serve para guiar os menos experientes é a forma como são descritos os programas. A lista mostra os grupos (escritório, multimídia, internet, gráficos e etc) e, dentro de cada um, não há nomes complicados de programas, mas uma descrição prática sobre o que cada um deles faz. Ao clicar sobre Multimídia, por exemplo, os programas que aparecem são: editor de áudio, mixagem de som, reprodutor de áudio e etc. Fica fácil saber o que usar e onde clicar.Outra característica interessante do Linux, ao contrário do Windows, é o grande número de programas que vêm instalados. A maioria das pessoas não deve sentir necessidade de instalar outros programas depois de ligar o PC.

Se você está acostumado com o Windows, não vai sentir dificuldades. A seguir, vou mostrar alguns programas que vieram instalados no notebook. Existem diferenças, mas elas não chegam a ser um problema.

>>>> USANDO OS PROGRAMAS
A seguir, um teste com os programas que vieram instalados no notebook de testes. Além deles, existem outros programas gratuitos que podem ser utilizados com Linux e encontrados na internet.

> Internet (para abrir: estrela > internet)
Firefox
Logo ao lado da estrela (iniciar) fica o ícone do Firefox. Não há diferença alguma em relação ao navegador usado em Windows. O software tem todos os recursos, e você pode instalar os complementos que mais gosta e ler feeds, assim como faz no Windows.

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Kopete (para abrir: estrela > internet > mensageiro instantâneo)
O programa se conecta ao principais comunicadores instantâneos, como Yahoo e MSN. A interface é agradável e simples. Tem recursos básicos como formatação de texto, personalização da tela de mensagem, envio de emoticons e uso de webcam, entre outros. Uma vantagem é que, se você usa mais de um comunicador, pode reunir todas as contas no Kopete. Quando o programa é usado pela primeira vez, ele pergunta qual é seu comunicador. No caso do MSN, a tela a seguir vai pedir seu nome de acesso - basta clicar em OK e pronto, você vai estar on-line no MSN, com sua lista de contatos importada automaticamente.

Kmail (estrela -> internet -> Cliente de E-Mail)
É um cliente de e-mail muito parecido com o Outlook Express, com configuração bem simples. Vá ao menu Configurações e acesse a opção Configurar o Kmail. O primeiro passo é criar uma identidade que nada mais é que um perfil para seu e-mail. Se você compartilha o PC com mais de uma pessoa, pode criar múltiplos perfis separando as contas. Na seqüência existem as telas de configuração comuns a clientes de e-mail, em que você coloca seu endereço, nome dos servidores de envio e recebimento.

Mais programas do grupo Internet: transferências FTP, agregadores RSS, gerenciadores de downloads e outros.

> Ferramentas de Escritório
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Lembram quando eu falei aqui no blog sobre o OpenOffice? Então, o Linux vem com ele instalado na versão em português, com a suíte completa: processador de textos, planilha eletrônica, apresentação, editor de diagramas, entre outros.

O OpenOffice é similar à versão 2003 do Microsoft Office e cumpre bem o papel nos quesitos edição de textos, planilha eletrônica e criação de apresentações, que são os usos mais comuns para esse tipo de pacote. O tempo de adaptação para quem está acostumado com o Word não é muito grande, mas você provavelmente sentirá falta de alguns recursos ou vai demorar para encontrar certos menus, apesar das semelhanças.

Mais Ferramentas de escritório: visualizador de PDF, organizador pessoal e outros.

> Multimídia
Não abro mão de ouvir músicas no PC. Quando não estou interagindo com pessoas no meu trabalho, pode apostar que estou de fones de ouvido. Nesse quesito o Linux que acompanha o PC do nosso teste não deixa nada a desejar. Ele vem com o Amarok, que é um tocador de arquivos de música (CD de áudio e arquivos MP3).

Quando você abre o programa pela primeira vez, tem a opção de criar uma coletânea. O conceito é o mesmo do Winamp do Windows, ou seja, você cria grupos de músicas a seu gosto. A interface é bem simples e funcional. Ele não se parece muito com os programas similares do Windows, como Media Player ou o iTunes, mas não há dificuldade de uso.

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Se você colocar um CD de áudio na unidade, o sistema vai se oferecer para tocar as músicas, assim como no Windows. Uma das opções de programa é o Kaffeine. Este, sim, é parecido com o Windows Media Player nas versões inferiores à 10.

Outros grupos de programas: edição de imagem e captura de tela (como o que usei para tirar essas telas dos programas), além de vários jogos para matar o tempo.

Enfim, é possível usar o computador para as tarefas mais triviais sem instalar nada.

>>>> DICAS DE USO

Super usuário
Ao comprar seu PC com Linux, verifique atentamente os papeis que o acompanham. Um deles tem a senha do “super usuário” (conhecido no mundo Linux como “root”). Essa senha será necessária sempre que você precisar alterar alguma configuração do computador. No caso do notebook que testei, a senha padrão de fábrica era “mandriva” - ou seja, o nome da distribuição do Linux que veio no PC.

Painel de controle
Muitas configurações que fazemos no Windows ficam no painel de controle, certo? Vamos conhecer a versão Linux dessa central de gerenciamento.

Para abrir o painel de controle é preciso ter a senha de super usuário. Siga o caminho : estrela > sistemas > configure seu computador. Em seguida digite a senha, e surgirá a seguinte tela:

img_06_painel_19022008.jpgA organização mostra de maneira objetiva as configurações que podem ser alteradas. Um exemplo prático: peguei o computador e tenho uma rede sem fio (wi-fi). Abri o painel de controle, abri redes & internet, cliquei em conexão wireless e, na tela seguinte, foi exibida minha rede. Selecionei-a, cliquei em conectar, inseri minha senha e logo estava conectado à internet.

>>>> CONSIDERAÇÕES FINAIS
Não sou usuário diário de Linux em meu computador, e quando usei o sistema, muitos anos atrás, não me adaptei. Mas não me xinguem, fãs de Linux – estou muito surpreso com a evolução do Pingüim no que diz respeito ao uso e praticidade.

Quem comprar um PC com Linux não vai se arrepender. Nem tudo são rosas, claro, porque existe uma curva de aprendizado e adaptação em relação ao Windows.

Você, leitor, tem um PC com Linux? Está usando? Os comentários estão abertos para você deixar seus relatos, dúvidas e sugestões.

'Abertura' de programas da Microsoft não convence União Européia




Comissão considera decisão insuficiente frente a acusações de monopólio.
Empresa de software anunciou divulgação de informações sobre Windows Vista e Office.

A Microsoft anunciou a liberação dos códigos de alguns de seus principais softwares nesta quinta (21), mas não convenceu a Comissão Européia, para quem a decisão não resolve uma questão crucial sobre a maneira pela qual os produtos da empresa se interligam. Segundo a Comissão, a produtora de software já havia feito promessas semelhantes no passado.

Serão divulgadas informações importantes (API, sigla em inglês para interface de programação avançada) sobre o funcionamento do sistema operacional Windows Vista e dos programas Windows Server 2008, SQL Server 2008, Office 2007, Exchange Server 2007 e Office SharePoint Server 2007, bem como todas as futuras versões desses produtos.

As decisões da Microsoft aproximam a empresa da tendência de desenvolvimento de software que está tomando impulso na internet e se baseia em criar novos programas utilizando partes de aplicativos existentes. Companhias de internet como o Google e o Facebook adotam esses sistemas abertos, e o mesmo se aplica ao software desenvolvido cooperativamente, como o Linux.

  • Compatibilidade em jogo

A Microsoft afirmou que os clientes desejam que todos os sistemas de computação sejam capazes de operar uns com os outros, independente se são executados sobre Windows ou Linux. Os clientes também querem transmitir e compartilhar informações e dados facilmente entre diferentes sistemas.

O presidente-executivo da Microsoft, Steve Ballmer, que definiu o impacto financeiro das medidas adotadas quinta-feira como "relativamente mínimo", reconheceu que a Microsoft pode perder algum mercado como resultado dessas políticas, mas disse que aquilo que é bom para os consumidores em última análise será bom para a companhia.

"O sucesso da Microsoft em longo prazo depende de nossa capacidade de oferecer uma plataforma de software e serviços aberta e flexível, e de propiciar liberdade de escolha aos nossos clientes", disse ele.

A Microsoft foi criticada por excluir concorrentes ao incorporar de maneira muito estreita ao Windows componentes como seu player de mídia. A empresa também foi acusada de manter em segredo detalhes sobre produtos que criadores rivais de software precisam para garantir operação correta de seus produtos com o Windows e outros produtos da gigante.

Em um exemplo citado pela Microsoft, agora se tornará mais fácil para criadores externos de software desenvolverem um aplicativo de email para concorrer com o Office Outlook, porque eles dispõem das mesmas informações que os engenheiros da Microsoft sobre como se conectar ao servidor Microsoft Exchange.


  • Europa quer mais

Em setembro, um tribunal da União Européia manteve uma decisão histórica que determinou que a Microsoft abusou de sua posição dominante no mercado de sistemas operacionais.

O tribunal aprovou as sanções da União Européia contra a Microsoft por integrar aplicativos e se recusar a fornecer a produtores de software servidor informações que permitiriam que seus produtos trabalhassem facilmente com o Windows.

As autoridades regulatórias européias dizem que o anúncio da Microsoft na quinta-feira se assemelha a promessas que a empresa fez no passado. A Microsoft afirmou que se trata de um avanço significativo e informou que já tinha publicado documentação importante em seu site.

"O anúncio não se relaciona à questão de a Microsoft ter ou não seguido as regras antitruste da União Européia nessa área, no passado", afirmou a União na quinta-feira.

Em janeiro, a Comissão Européia lançou nova investigação antitruste sobre a empresa, para determinar se ela violou as normas de defesa da competição para ajudar na disseminação entre os usuários de seu browser e seus produtos Office e Outlook.

'Computador para Todos': modelo de PC com Linux tem méritos, dizem especialistas


Há pouco mais de três anos um computador desktop completo custava em torno de R$ 3 mil e um notebook não saía por menos de R$ 4 mil. Hoje, modelos que chegam a custar entre R$ 900 e R$ 1,2 mil levaram os brasileiros a adquirir quase dez milhões de computadores em 2007 - 8,07 milhões de microcomputadores e 1,91 milhão de notebooks -, 21,4% a mais do que em 2006, segundo a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee - Brasil chega a 5º lugar em venda mundial de PCs ). O que pouca gente lembra é que os micros mais acessíveis foram alavancados, em boa parte, pela criação do "Computador para Todos", programa de inclusão que chega ao terceiro ano de incentivos à oferta de PCs básicos - que incluem teclado, mouse e placa de vídeo - baseados em um sistema operacional diferente do tradicional Windows - de código aberto Linux.


"
Quando falávamos em vender desktops a R$ 1.400 a indústria nos chamava de malucos (José Luiz de Aquino) "
Em um breve balanço dos quase três anos do projeto, o assessor do gabinete pessoal da presidente, José Luiz de Aquino, reconheceu que a estabilidade econômica, a constante queda do dólar e a Lei do Bem (que oferece isenção de impostos a os fabricantes de componentes eletrônicos) contribuíram fundamentalmente para a maior oferta de PCs acessíveis nas prateleiras e, conseqüentemente, para a entrada dos microcomputadores na residência de cada vez mais brasileiros. Mas reforçou que um dos principais méritos do programa federal foi ter "movimentado o mercado", levando fabricantes a oferecer alternativas de micros mais baratos - o que culminou com as opções de preços semelhantes e que trazem Windows Started Edition, versão compacta criada pela Microsoft para os PCs mais básicos.

- Quando falávamos em vender desktops a R$ 1.400 a indústria nos chamava de malucos. Hoje os modelos de computadores mais acessíveis já até trazem uma versão do Windows. Uma das conquistas do programa foi ter agitado o mercado. Demos ao consumidor uma opção boa e acessível. Os modelos que trazem Linux têm mais d e 20 aplicativos como os do Office, e atendem ao usuário mais básico. Cabe a ele decidir. Ter opção de escolha é fundamental - afirmou Aquino.

Dentre as marcas que estão incluídas no programa federal estão Kennex, CCE Info, Itautec, Epcom, Maxxmicro, Netgate, Positivo Informática e Semp Toshiba. A Insigne, uma das fornecedoras do sistema operacional Linux pré-instalado nos PCs do programa "Computador para Todos", entrou em 2008 com um milhão de licenças ativas. Segundo Ivair Rodrigues, diretor de pesquisas da consultoria IT Data, a venda de computadores aumentou de fato, mas os modelos incluídos no programa de incentivos do governo não representam a massa de equipamentos comercializados no país - em 2007 foram pouco mais de 490 mil unidades de micros vendidos com Linux e com financiamentos especiais, bem abaixo dos 530 mil registrados em 2006.

Segundo Rodrigues, por uma questão de praticidade, o consumidor tem aderido aos crediários próprios ou de financeiras oferecidos diretamente pelos grandes varejistas - o que dispensa a etapa "burocrática" das linhas de crédito do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal, que caracterizam o micro do "Computador para Todos".

- Os modelos diretamente ligados ao programa não geram volumes representativos de vendas, se comparados ao total de PCs vendidos. Mas o programa foi importante porque, no fim das contas, quem saiu ganhando foi o consumidor, em especial das classes mais baixas - analisou o consultor.

" O Brasil nunca despertou tanto interesse de fabricantes de componentes, que desejam instalar fábricas de componentes aqui (Ivair Rodrigues, IT Data) "
Outro benefício do programa Computador para Todos, destacado por Rodrigues, é o incentivo pelas compras de micros mais baratos e de procedência legal, com programas originais e suporte técnico, o que aquece o mercado e incentiva investimentos.

- O Brasil nunca despertou tanto interesse de empresas fabricantes de componentes, que desejam instalar fábricas de componentes aqui. Basta ver a explosão de marcas novas de PCs no varejo. Existem mais de 20 (marcas) diferentes - avaliou Rodrigues.

Para 2008, quando o programa completará três anos, o assessor especial do gabinete da presidência revelou que os esforços do governo estarão mais focados na popularização do acesso à internet. Ele reconhece que o plano de acesso, atualmente disponível em operadoras de telefonia fixa - R$ 7,50 por 15 horas de acesso discado -, não tem atendido a maioria da população.

- Estamos trabalhando agora para ampliar o programa de popularização do acesso à internet. Estamos trocando os acessos dos PSTs (Postos de Serviços de Telecomunicações) por banda larga em todos os municípios. Este será um ano dedicado a isso - afirmou o assessor.

Modelo de micro testado pelo Globo Online:

Fabricante: Kennex

Sistema operacional: Insigne

Configuração: processador Intel Celeron D420; memória RAM DPR de 512Mb; drive DVD-RW leitor e gravador de CD e DVD; disco rígido de 160GB SATA; fax/modem PCI de 56 kbps; rede Ethernet integrada; placa gráfica OnBoard de até 64 Mb; placa de captura de TV PRO-ULTRA; teclado ABNT2; mouse de três botões; caixas acústicas amplificadas.

Usuários do sistema operacional Linux poderão usar o Photoshop


Google está patrocinando desenvolvedores do Codeweaver para permitir uso do Photoshop em máquinas com o sistema de código aberto.

O engenheiro de software do Google, Dan Kegel, escreveu na semana passada no blog do Wine que o Google estava patrocinando desenvolvedores do Codeweaver, para fazerem com que o Photoshop CS e o CS2 funcionassem com o Wine. Esse software permite que programas feitos para máquinas com Windows rodem também no Linux.

Kegel, que também é gerente de lançamento do Wine 1.0, afirmou que o Google já usa o programa para implementar suporte de Linux no Picasa. Segundo ele, o Photoshop é um dos aplicativos mais desejados pelos usuários do Linux.

O Google patrocinou os desenvolvedores do Codeweavers “para aprimorarem o suporte ao Photoshop porque muitas pessoas pedem insistentemente por isso”, explicou.

A página do Wine na Wikipedia dá dicas de como usar o programa para rodar aplicativos em Linux. Exemplos de softwares de tratamento de imagem que funcionam com Linux são o Gimp, o Gimpshop e o Cinepaint.

Correção: Microsoft libera protocolos do Windows e Office


Ao contrário do que foi informado anteriormente, a Microsoft não abriu o código-fonte do sistema operacional Windows. A companhia anunciou nesta quinta-feira que vai liberar o acesso a protocolos de alguns dos sistemas mais populares da companhia - incluindo versões do Windows Vista e Office. A decisão facilita o desenvolvimento de novos produtos e sistemas independentes, a integração dos sistemas de outras fabricantes e cumpre uma das exigências da Justiça Européia, que ameaçou voltar a multar a empresa por práticas monopolistas.

Com esta nova estratégia a Microsoft segue tendência liderada pelo Google, que incentiva programadores a desenvolver softwares com base nos aplicativos do portal, e defendida pelos aliados das plataformas abertas, como o Linux.

Fonte: O Globo Online

Entendendo o uso de memória no Linux


Por que, afinal, um simples editor de texto do KDE (kedit) ocupa em torno de 25 Megabytes de memória?

Perguntas como essa são bastante comuns entre usuários e administradores de sistemas Linux, e muitos deles são levados a acreditar que as aplicações desse sistema operacional, especialmente nos ambientes KDE e Gnome, usam uma grande quantidade de memória, baseados nos valores obtidos por ferramentas como o ps.

Enquanto isso pode ser ou não verdade, dependendo do programa, não deve ser considerado uma regra geral, já que diversos programas são muito mais eficientes no uso da memória do que parecem ser.

Fonte: http://under-linux.org

Verifique se a sua impressora fala com Linux


Os usuários de Linux devem prestar atenção antes de comprar impressoras, pois algumas delas não funcionam com o sistema de código aberto de jeito nenhum. "Têm fabricantes que não disponibilizam drivers para Linux nem fornecem informações para desenvolvedores os criarem", diz Augusto Campos, fundador do site BR-Linux.org.

Para facilitar, você pode acessar a lista de equipamentos compatíveis, disponível no link br-linux.org/linux/pesquisa-hardware. Nele, há sublistas de impressoras a jato de tinta, a laser e multifuncionais que suportam o sistema do pingüim.

Alguns modelos pressupõem que você instale um driver, que pode ser encontrado em openprinting.org/driver_list.cgi.

Para conectar

Depois de comprá-la, chega a hora de fazer a instalação. Usando o sistema operacional Ubuntu, Campos diz que, na maioria das vezes, o sistema de administração de impressoras identifica o equipamento assim que ele é conectado.

Se isso não acontecer, vá em Sistema, Administração, Impressão. Nessa janela, clique no botão Nova impressora para identificá-la e configurá-la.

Permitir que PCs com sistemas diferentes compartilhem a mesma impressora é um processo mais complicado, que varia conforme a distribuição do Linux e a versão do Windows. Campos recomenda que o usuário busque ajuda nos sites da distribuição do Linux que utiliza.

Fonte: Folha de S.Paulo
Autor(a): CAMILA RODRIGUES

SAP, Red Hat e IBM em sintonia


A Red Hat, especializada em soluções open source, anuncia que a SAP AG certificou sua família de aplicações de negócios, SAP Business Suíte, e a plataforma SAP NetWeaver no sistema operacional Red Hat Enterprise Linux para rodar nos mainframes System z da IBM. Os clientes da Red Hat agora podem aproveitar a segurança robusta do mainframe e o suporte para suas implementações de aplicativos SAP.

A certificação das soluções SAP na plataforma Red Hat Enterprise Linux é parte do programa mundial Mainframe Linux liderado pela IBM e pela Red Hat. O programa foi iniciado em maio de 2007 como resultado do aumento nas implementações do sistema operacional Red Hat Enterprise Linux em mainframes por governos e empresas de todo o mundo, que estão aproveitando os benefícios econômicos, a segurança e a eficiência energética da plataforma conjunta.

"Os mainframes estão vivendo um renascimento", diz Scott Crenshaw, vice-presidente de Negócios Corporativos da Red Hat. "Muitos de nossos clientes estão planejando projetos de consolidação agora. Frequentemente, a implementação do Red Hat Enterprise Linux em mainframes desempenha um papel central nesses projetos. Com essa certificação, a Red Hat assegura que seus clientes podem rodar suas aplicações SAP com confiança em uma infra-estrutura consolidada com Red Hat Enterprise Linux e os mainframes System z da IBM".

O Red Hat Enterprise Linux fornece também funções adicionais como Security-Enhanced Linux (SELinux) e ExecShield. Além das certificações Common Criteria já disponíveis para os clientes do System z, a IBM está patrocinando a certificação EAL 4+ da plataforma Red Hat Enterprise Linux 5 no System z. As certificações existentes, que incluem LSPP no z/VM e z/OS, combinadas com a certificação Red Hat Enterprise Linux 5, culminam em um ambiente de plataforma segura e apto a cumprir com as rigorosas políticas de segurança pública e privada.

"Essa certificação traz mais flexibilidade aos clientes. Consolidando diversos serviços baseados nos aplicativos SAP rodando Linux no System z, nossos clientes podem simplificar seu cenário e diminuir o custo operacional. Além disso, a iniciativa IBM Big Green Linux ajuda os clientes a reduzirem custos de energia", diz Carol Stafford, vice-presidente de Vendas Mundial do System z na IBM.

"Nunca haverá um novo Bill Gates", diz presidente da Linux


Quem não é um fã do univeso do software livre pode achar estranho tantas pessoas quererem conversar com um senhor de barba branca, já que existem tantos geeks e robôs chamando a atenção na Campus Party Brasil. Mas, quando se fala em Jon "Maddog" Hall, presidente da Linux International, empresa responsável pelo sistema operacional aberto, não é difícil vê-lo rodeado por muita gente.

Na tarde desta sexta-feira, em coletiva com a imprensa, o guru do software livre declarou que muitas empresas e até mesmo usuários têm medo de experimentar novas alternativas à informática e por isso dificilmente haverá uma concorrência com a Microsoft. "As pessoas gostam de usar aquilo com que têm mais familiriadade. Não entendem como alguém pode fazer algo melhor e mais barato. Sendo assim, nunca haverá um novo Bill Gates, capaz de produzir bilhões de dólares com a informática", ressalta.

Para "Maddog" Hall, a maior vantagem de usar o software livre é a liberdade de escolha. "Se você trabalha com aplicativos privados e dá uma pane no sistema, será necessário fazer um relatório e esperar o engenheiro da empresa resolver o 'bug'. Com o software livre, os códigos de solução são abertos e qualquer um pode tentar consertar o problema", comenta.

O guru também aproveitou a oportunidade para criticar o sistema das companhias telefônicas e disse que a telefonia via Internet (VoIP, ou Voice Over IP)) é uma das promessas para o futuro. "Uma vez estive no Brasil e precisei fazer ligações para os Estados Unidos com meu celular e quando recebi a conta tive de pagar mais de US$ 800. Depois, em uma outra oportunidade utilizei o VoIP e quase não gastei com isso", declara.

De guru a ator - Jon "Maddog" Hall participa na noite desta sexta-feira da peça sobre software livre chamada Tudo Azul. Entretanto, ele não quis comentar a respeito de sua participação e apenas brincou dizendo que "tem poucas falas e será uma surpresa".

SGI compra ativos da Linux Networx


A Silicon Graphics anunciou nesta quinta-feira (15/02) que vai ampliar sua participação de mercado por meio de aquisições. Um dos primeiros passos da nova estratégia foi a compra dos ativos da Linux Networx, fabricante de clusters de alto desempenho.

Analistas comentaram que Robert Ewald, CEO da SGI, certamente sabe o que está comprando. Antes de assumir o cargo atual, em abril do ano passado, Ewaldo era CEO da Linux Networx.

Sobre a aquisição, a SGI divulgou estar comprando os softwares, as patentes e outras tecnologias desenvolvidas pela Linux Networx em um acordo de troca de ações fechado também hoje. O negócio vai permitir à SGI aumentar suas ofertas em computação de alto desempenho. O valor da transação não foi divulgado.

“A Linux Networx tem muito experiência em clustering de software e isso vai ajudar muito a SGI”, disse Steve Conway, analista da IDC. Joan Roy, diretor sênior de marketing da SGI, disse que a “empresa tem propriedades intelectuais muito interessantes para nós”. A executiva citou como exemplo sistemas de gerenciamento de software que serão incluídos nas linhas de produtos da SGI já existentes.

Roy afirmou ainda que a SGI está negociando com alguns funcionários da Linux Networx para que permaneçam na companhia. Segundo um comunicado da companhia, eles estariam procurando profissionais para as áreas de desenvolvimento de software, otimização de sistemas, gerenciamento de clusters e sintonia de desempenho de aplicativos.

Além da aquisição, a SGI anunciou também que a Oak Investments Partners e a Lehman Brothers fizeram investimentos na empresa. Os valores injetados pelos investidores não foram revelados.

Ícones do software livre e da cibercultura se apresentam no Campus Party


Os dois palestrantes internacionais do Campus Party Brasil se apresentaram no palco principal do evento nesta quinta-fera (14). Os encontros tiveram boa presença de público, mas sofreram interferência do som de outras palestras e oficinas que aconteciam nas proximidades ao mesmo tempo.

Logo depois de um tenso debate entre jornalistas blogueiros e profissionais da “grande imprensa”, Jon “Maddog” Hall, considerado o papa do software livre, subiu ao palco e defendeu alternativas de aplicativos baseados em Linux.

Jon, idolatrado pela comunidade de desenvolvimento, destacou o software livre como meio de incentivar economias locais e economizar gastos, empregando programadores que podem se beneficiar do conhecimento compartilhado de programas com o código aberto.

Depois da palestra, “Maddog” desceu do palco e conversou com os presentes. O intenso assédio levou a organização do Campus Party a anunciar uma nova sessão de perguntas e respostas com o norte-americano, com data a ser definida nesta sexta (15).

O convidado especial da palestra seguinte foi Steven Johnson, autor de livros sobre cibercultura como “Cultura da interface” e “Everything bad is good for you” (“Tudo que é ruim faz bem para você”, em tradução livre, sem edição em português). Os brasileiros Juliano Spyer e Suzana Herculano dividiram a mesa e também participaram da sessão de perguntas e respostas.


Johnson citou o jogo “Civilization” como exemplo de novas interfaces que estimulam o cérebro e devem ser estudadas para melhorar os sistemas de educação. Em “Civilization”, o jogador administra uma nação e participa da evolução dela através das eras. O autor encarou com bom humor o barulho dos eventos que aconteciam perto do palco principal, incluindo comemorações em uma competição de games: “É como dar uma palestra em um estádio de futebol”.


Depois do encerramento, Johnson foi para a sessão de autógrafos de seus dois novos livros lançados no Brasil: “De cabeça aberta: conhecendo o cérebro para entender a personalidade humana” e “O mapa fantasma: como a luta de dois homens contra o cólera mudou o destino de nossas metrópoles”.

LG e Samsung apostam em nova plataforma Linux para celulares



A Samsung Electronics e a LG Electronics apresentaram na segunda-feira novos celulares usando software aberto Linux da fundação Mobile Linux, que anunciou que um total de 18 modelos, de sete fabricantes, utilizariam o seu software.

A segunda maior fabricante mundial de celulares, Samsung, que usou o Linux em seus aparelhos em 2006, lançou o novo modelo SGH-i800, acionado por software LiMo, no Mobile World Congress, enquanto a LG demonstrava um protótipo do LG LiMo.

O sistema operacional Linux até o momento não desfrutou de muito sucesso nos celulares, mas sua presença está crescendo com o lançamento da plataforma LiMo, o que vai acelerar a chegada de novos modelos ao mercado.

O Google também está utilizando o Linux como peça central de sua plataforma Android.



"Contar com a adesão dos coreanos é boa notícia para o LiMo, porque eles promoverão a inovação", disse Ben Wood, diretor de pesquisa da consultoria CCS Insight.

"Isso posto, sabemos que essas empresas rapidamente perderão a iniciativa caso não obtenham resultados à altura das expectativas ambiciosas que despertaram", afirmou.

O Linux, é o mais popular tipo de sistema operacional gratuito, ou de fonte aberta, e está disponível para uso e modificação pelo público.

Os fornecedores de software Linux ganham dinheiro vendendo melhorias e serviços técnicos, e o Linux concorre diretamente com a Microsoft, que cobra pelo seu sistema operacional Windows e se opõe à distribuição gratuita do código-fonte do programa.

Fonte: http://br.reuters.com

O Carnaval da internet


Depois de 11 edições na espanha, chega ao Brasil a Campus Party, considerada a maior festa tecnológica do mundo. Da segunda-feira 11 ao domingo 17, 3 mil internautas acamparão na Bienal do Ibirapuera, em São Paulo, para uma série de atividades ligadas ao mundo digital. São palestras, grupos de discussão e oficinas sobre temas como astronomia, jogos, robótica, software livre e música. Entre os convidados estão Demi Getschko, considerado o pai da internet no Brasil, e John “Maddog” Hall, fundador do movimento de código aberto – os programas que podem ser modificados livremente por usuários do mundo inteiro, como o Linux.

Na definição do criador do evento, o espanhol Paco Ragageles (leia a entrevista), a Campus Party é uma “universidade da internet que dura uma semana”. Nascida em Málaga, na Espanha, em 1997, a festa mudou-se para Valência em 2000 e terá neste ano sua primeira versão internacional no Brasil. Segundo a organização do evento, foram critérios para a escolha do país a adesão dos brasileiros à internet – o país lidera os rankings internacionais de tempo de navegação e uso de sites de relacionamento, como Orkut e MSN – e o interesse da Telefônica, principal patrocinador do evento, no mercado brasileiro.

Para Mario Teza, conselheiro do Comitê Gestor de Internet no Brasil e coordenador da área de software livre, a Campus Party é uma espécie renovada das antigas convenções. “Os temas são definidos pela comunidade, que ajuda a organizar também a agenda de atividades, além de participar de tudo depois”, diz.

Os participantes, com seus computadores plugados em uma conexão de alta velocidade – serão 5 Gb por segundo, ou o download de um filme inteiro em poucos minutos –, poderão trocar conhecimentos, fazer parcerias em novos projetos e se divertir. “Tem gente que vai ao evento só para ter o gostinho de baixar um arquivo a essa velocidade”, afirma a advogada Thásia da Silva Oliveira Magalhães, de 33 anos, de São Paulo. Integrante da recém-criada Comissão de Direito na Sociedade da Informação da seção paulista da Ordem dos Advogados do Brasil, Thásia diz que vai participar para discutir as questões legais que surgiram com o mundo digital – como flexibilidade de direitos autorais, crimes on-line e acordos para unificar a legislação dos vários países sobre o tema.

Outro destaque da festa tecnológica brasileira é a inclusão digital. “Na Espanha, a preocupação com esse tema foi diminuindo ao longo do tempo, com o crescimento do acesso da população à internet”, diz Ragageles. “No Brasil, continua muito importante.” Durante o evento, acontecerá um seminário nacional sobre o tema e professores da rede pública de ensino participarão de oficinas de computação para levar o conhecimento aos alunos.

“A Campus Party é muito diferente de tudo”, afirma David Ruiz, de 24 anos, empresário de Santos que participou do evento espanhol em 2007. “Tem todo tipo de pessoas interagindo como se fossem grandes amigos.” Ruiz será coordenador da área de desenvolvimento de software na versão brasileira deste ano. Na Espanha, já foram desenvolvidos 72 projetos que nasceram durante a Campus Party. Em um deles, um jovem desenvolveu uma forma ecologicamente correta e silenciosa de refrigerar o computador. Com a ajuda de um pesquisador de Harvard – conectado à internet –, ele chegou a uma fórmula para alterar quimicamente a água. Era possível mergulhar as peças de um computador nesse novo líquido sem causar danos ao equipamento. Curiosamente, o objetivo inicial do rapaz era apenas dar um jeito de levar seu peixinho de estimação dentro do computador para o evento.

LiMo prepara lançamento de plataforma Linux para telefonia


A LiMo Foundation planeja lançar em março a primeira versão de sua plataforma de software Linux para telefones móveis, com aparelhos rodando o software logo em seguida. O objetivo da LiMo é oferecer aos fabricantes de aparelhos uma plataforma aberta e independente de hardware que ofereça um ambiente seguro para o download de aplicativos.

Para Morgan Gillis, diretor executivo da LiMo Foundation, “publicar o código em tempo é uma coisa, mas colocar os aparelhos em funcionamento nas mãos dos consumidores é um ponto importante a provar. Isso vai acontecer muito em breve”.

Na segunda-feira (11/02), a fundação vai publicar uma versão beta das APIs (application programming interfaces), permitindo que os desenvolvedores comecem a escrever aplicativos. O executivo explicou que as APIs ainda estão em versão beta porque o software ainda não está completo e pode mudar até seu lançamento.

A LiMo Foundation está mantendo seu foco no middleware para telefones, permitindo que os fabricantes e as operadoras possam escolher sua própria interface e aplicativos de conteúdo. “Esta liberdade é importante, porque o custo de desenvolvimento do primeiro telefone sobre a plataforma pode ser maior que meio bilhão de dólares”, disse Gillis.

O executivo afirmou que os fabricantes de telefones podem estar receosos de se comprometer com um novo sistema operacional que os obrigue a usar interfaces ou aplicativos de conteúdo de outros fornecedores. “Por isso o Windows Mobile e a Series 60 não ganharam muito espaço. Os fornecedores não se sentem confortáveis”, explicou.

A LiMo enfrenta a competição de outra plataforma aberta, a Android, suportada pelo Google e pela Open Handset Alliance. Para Gillis, a ligação entre o Androide e o conteúdo do Google são outro exemplo de sistema operacional que pode não dar certo.

Embora o código da LiMo não esteja pronto, boa parte dele já vem sendo testada em aparelhos vendidos ou distribuídos por seus membros fundadores, como Motorola, NEC, NTT DoCoMo, Panasonic, Samsung Electronics e Vodafone. A nova plataforma deve ganhar novos elementos, principalmente em seu modelo de segurança. “Segurança nos aparelhos é uma área que tem que ser resolvida rapidamente”, disse Gillis.

O fato de a plataforma da LiMo ser aberta não obriga que os aparelhos também o sejam. O código inclui suporte para assinatura de aplicativos, permitindo aos desenvolvedores de aparelhos ou operadoras bloquearem a execução de downloads não permitidos.

Fonte: http://computerworld.uol.com.br

Vista, Leopard e Linux à prova em concurso de hackers


Os sistemas operativos Apple OS X, Windows e Linux vão ser os alvos de um concurso de hackers a disputar no próximo mês em Vancouver, no próximo mês. O evento é promovido pelos organizadores da CanSecWest e sucede à iniciativa PWN to Own, promovida no ano passado pelos mesmos responsáveis.

A competição deste ano tem como objectivo levar os hackers a descobrir qual dos sistemas operativos - Linux, Vista ou Leopard - é mais seguro, ou por outras palavras, o que tem menos falhas.

Os prémios para os vencedores serão "vários laptops", refere a organização do concurso, citada pela . Apesar de ainda não ter definido quais os equipamentos a atribuir, os prémios serão "novos e emocionantes", até porque o objectivo é "incentivar" os hackers a participar.

No ano passado, os vencedores levaram para casa prémios no valor de 10 mil dólares em dinheiro. Este ano, mesmo sendo desconhecido o nome do patrocinador do concurso, o objectivo é que os participantes levem do evento a mesma satisfação obtida em 2006.

Fonte: http://tek.sapo.pt