Adobe facilita acesso a aplicações web offlineA Adobe apresentou um novo software que permite aos programadores acederem a algumas aplicações on-line, mesmo quando não estão ligados à Internet

De acordo com a BBC através do software Adobe Air o utilizador consegue desenvolver ferramentas que mantenham algumas funcionalidades quando não estão on-line.

Uma primeira versão do Air está já disponível para download gratuito para PC e Mac, estando previsto para o final do ano a disponibilização de uma versão para Linux.

«O Air vai permitir que aplicações que funcionem na Web hoje – que corram no browser – possam surgir no desktop», explica Andrew Shorten, um especialista da empresa nesta área.

«Trata-se de pegar em aplicações web existentes e acrescentar novas funcionalidades caso se pretenda trabalhar offline ou se pretenda aceder a informação no disco rígido», sublinha, mesmo considerando que esta tecnologia não irá substituir o browser.

Andrew Shorten defende que este software permite dar ao utilizador uma melhor experiência «dependendo onde estamos e o que precisamos da aplicação».

«Se eu estiver na estrada com o meu portátil talvez prefira utilizar a versão da minha aplicação de desktop. Se entrar num cibercafé posso aceder-lhe à mesma a partir do browser», conclui.

Através do Air a Adobe pretende disponibilizar versões de alguns dos seus programas mais conhecidos, entre os quais o Photoshop.

Um dos exemplos de como este software pode ser utilizado foi desenvolvido pelo site de leilões eBay, que criou uma aplicação que permite aos seus utilizadores realizarem algumas funções offline, sem terem de abrir o browser.

A História da internet


1836: O telégrafo é patenteado por Cooke e Wheatstone, iniciando as bases da telefonia.

1858: Surge o primeiro cabo transatlântico, permitindo a comunicação além do oceano Atlântico.

1876: Alexander Grahan Bell faz a demonstração do telefone, criando o futuro cenário para a Internet.

1962: Inventado o dispositivo de rede que permite dividir a informação em partes pequenas antes de ser transmitida.

1969: Nasce a Internet.

1971: A invenção do e-mail.

1973: Especificado o protocolo de transferência de arquivos. Isso revolucionou a maneira como os dados eram transmitidos ao redor do mundo.

1982: O TCP/IP estabelece e define o futuro das comunicações.

1984: Surge o Servidor de Domínio de Nomes, tornando os endereços da Web mais fáceis de lembrar.

1991: A implementação dos servidores de ampla área de informação criou um mecanismo de índice de arquivos na Internet. Isso permitiu uma busca rápida por meio de palavras-chave.

1992: Entram no ar as primeiras videoconferências pela Net.

1996: Começa a guerra dos Web browsers entre a Microsoft e a Netscape.

2000: O programa de permuta de arquivos Napster surge e gera uma massiva controvérsia. O vírus The Love Letter espalha-se descontroladamente.


Goobuntu (Google + Ubuntu), chamado também de Google OS, é o nome dado a versão do sistema operacional criado pelo Google baseado na distribuição Ubuntu do Linux para uso nos desktops da empresa.

História

A partir da informação de que a Google utilizava uma versão customizada do Ubuntu e que internamente era chamado de Goobuntu multiplicou-se a notícia de que a empresa estaria desenvolvendo o sistema para livre distribuição como uma alternativa ao Microsoft Windows.

Sua existência foi confirmada por Google e por Mark Shuttleworth. Shuttleworth disse que muitas das correções e mudanças de Google estão sendo compartilhadas com o Ubuntu e integradas na distribuição do núcleo. Shuttleworth lembrou também os leitores que enquanto alguns empregados de Google usam esta versão modificada de Ubuntu, outros usam versões modificadas de outras distribuições de Linux.

As especulações tomam como base o fato da Google já contar atualmente com diversos sistemas que competem com os programas da Microsoft, dentre eles alternativas ao Messenger e ao famoso pacote para escritório Microsoft Office. Várias montagens com supostos funcionários da Google e fotos da área de trabalho podem ser vistas ainda hoje fazendo uma procura por imagens relacionadas ao Goobuntu.

O assunto, associado a uma marca forte (Google), um nome forte (Ubuntu), multiplicou nos sites de notícias, blogs e outras mídias e foi finalmente esclarecido com o pronunciamento da empresa por meio de sua porta-voz Sonya Borälv: usamos uma versão do Ubuntu internamente, mas não pretendemos lançá-lo no mercado.

A empresa revelou ainda que sua versão customizada do Ubuntu utiliza o gerenciador de janelas Gnome.

Ubuntu

Ambiente de trabalho do Ubuntu 7.10 Desktop

Desenvolvedor: Canonical Ltd / Fundação Ubuntu
Família do SO: Linux / Debian
Modelo do desenvolvimento: Código aberto
Última versão: 7.10 (Gutsy Gibbon)
Data da última versão: 18 de Outubro de 2007
Kernel: Kernel monolítico
Interface: GNOME
Interface: iu
Licença: GNU GPL e outras licenças
Estado do desenvolvimento: ativo
Website: www.ubuntu.com

Ubuntu é um sistema operacional br./sistema operativo pt. Linux baseado na distribuição Debian. É patrocinado pela Canonical Ltd (dirigida por Mark Shuttleworth) e o seu nome deriva do conceito sul africano Ubuntu (pronuncia-se /ùbúntú/ - u-BÚN-tu; IPA: /uˈbuntu/), diretamente traduzido como "humanidade para com os outros". Diferencia-se do Debian por ser lançado semestralmente, por disponibilizar suporte técnico nos dezoito meses seguintes ao lançamento de cada versão (em inglês) e pela filosofia em torno de sua concepção.

A proposta do Ubuntu é oferecer um sistema operativo que qualquer pessoa possa utilizar sem dificuldades, independente de nacionalidade, nível de conhecimento ou limitações físicas. A distribuição deve ser constituída totalmente de software gratuito e livre, além de isenta de qualquer taxa. Actualmente uma organização cuida para que cópias sejam remetidas em CDs para todo o mundo sem custos.

A Comunidade Ubuntu ajuda-se mutuamente, não havendo distinção de novatos ou veteranos; a informação deve ser compartilhada para que se possa ajudar quem quer que seja, independentemente do nível de dificuldade.

Há vários meses a distribuição Ubuntu está em primeiro lugar no Distrowatch , site especializado em catalogar o desempenho e uso das milhares de distros Linux.

Em 8 de julho de 2005, Mark Shuttleworth e a Canonical Ltd anunciaram a criação da Fundação Ubuntu e providenciaram um aporte inicial de dez milhões de dólares. A finalidade da fundação é garantir apoio e desenvolvimento a todas as versões posteriores à 5.10.


Características

  • Novas versões do Ubuntu são lançadas com um intervalo aproximado de um mês após os lançamentos do GNOME.
  • Um dos focos principais é a usabilidade[2], incluindo o uso da ferramenta sudo para tarefas administrativas (similar ao Mac OS X) procurando oferecer uma gama de recursos completa a partir de uma instalação padrão.
  • Acessibilidade e internacionalização, permitindo a utilização do sistema pelo maior número de pessoas possível. A partir da versão 5.04, a codificação de caracteres padrão é o UTF-8 (permitindo a utilização de caracteres não utilizados no alfabeto latino). O projeto visa também a oferecer suporte-técnico nos idiomas de seus usuários.
Área de trabalho do Ubuntu 5.10
Área de trabalho do Ubuntu 5.10
  • Além das ferramentas de sistema padrão e outros aplicativos menores, o Ubuntu é oferecido com diversos programas pré-instalados que atendem as funcionalidades básicas, entre os quais estão a suite de aplicativos OpenOffice.org, o navegador de internet Firefox e editor de imagens GIMP. Programas para visualizar conteúdos multimídia, clientes de email e jogos simples completam a distribuição básica.
  • O Ubuntu possui uma forte ligação com a comunidade Debian, contribuindo directa e imediatamente qualquer modificação nos códigos-fonte, ao invés de apenas anunciar essas mudanças em uma data posterior. Muitos programadores do Ubuntu mantêm pacotes chave do próprio Debian.
  • Todas as versões do Ubuntu são disponibilizadas sem custo algum. Cópias em CD do Ubuntu são enviadas gratuitamente para quem as solicitar, e estão disponíveis para cópia na internet.
  • O visual padrão até a versão 5.10 caracteriza-se pela utilização de tons de marrom (ocre em Portugal)[5], a versão 6.06 (Dapper Drake), no entanto, passou a usar um padrão de cores mais próximo do laranja.
  • A gestão de instalação de software é realizada pelo APT e pelo Synaptic.
  • O Ubuntu cabe em um único CD e é oferecido como um Live CD que pode ser utilizado para uma instalação permanente. O Live CD é utilizado por muitos usuários a fim de testar a compatibilidade de hardware antes de instalar o sistema.

Lançamentos

Uma nova versão do Ubuntu é lançada semestralmente, e cada lançamento tem um nome de código e um número de versão. O número de versão é baseado no ano e no mês de lançamento. Por exemplo o Ubuntu 4.10 foi lançado em Outubro de 2004. Abaixo está uma lista dos lançamentos anteriores e os lançamentos planejados.

CD da versão 7.04 de Ubuntu.
CD da versão 7.04 de Ubuntu.
Versão Data de lançamento Nome de código
4.10 20 de outubro de 2004 Warty Warthog
5.04 8 de abril de 2005 Hoary Hedgehog
5.10 13 de outubro de 2005 Breezy Badger
6.06 LTS 1º de junho de 2006 Dapper Drake
6.10 26 de outubro de 2006 Edgy Eft
7.04 19 de Abril de 2007 Feisty Fawn
7.10 18 de Outubro de 2007 Gutsy Gibbon
8.04 LTS Planejada para Abril de 2008 Hardy Heron

A versão atual é a 7.10, também conhecida por "Gutsy Gibbon", e está disponível para download gratuito para as arquiteturas x86, PowerPC (utilizada nos computadores Apple até 2005/2006) e x86-64 (conhecido também como AMD64 ou EM64T). Qualquer uma das versões ocupa apenas um CD, o que torna esta distribuição Linux muito fácil de copiar. A atualização e instalação de mais programas poderá ser realizada via ligação internet, num processo fácil e em ambiente gráfico.

Para quem pretenda experimentar o Ubuntu Linux sem o instalar no disco rígido, o sistema corre/roda como um Live CD diretamente do CD, sem necessidade de ser instalado. Pode-se instalá-lo a partir de um pen drive também. Estes modos são mais lentos e destinam-se essencialmente a proporcionar um primeiro contato com o Linux, seus programas incluídos e saber quais programas podem ser eventualmente instalados; além de ser útil para manutenção de hardware. A partir da versão 6.06, este disco pode ser utilizado para se instalar definitivamente no computador.

Há a possibilidade de ser solicitada gratuitamente uma versão via CD caso o usuário não tenha como obtê-la via internet, bastando um rápido cadastro na página de solicitação para fazer o pedido.



Projetos derivados

Além da distribuição principal, algumas distribuições derivadas do Ubuntu são oficialmente reconhecidas:

  • Edubuntu, uma distribuição desenvolvida para o uso em escolas.
  • Kubuntu, versão do Ubuntu que utiliza o ambiente gráfico livre KDE.
  • Xubuntu, Ubuntu Linux para computadores menos potentes, utilizando o ambiente gráfico Xfce.
  • Gobuntu, Ubuntu Linux somente com software livre, utilizando o ambiente gráfico Gnome.
  • Fluxbuntu, Ubuntu Linux para computadores menos potentes, utilizando o ambiente gráfico FluxBox.
  • o Ubuntu Studio, para edição e criação de conteúdos multimédia.

Além desses, Mark Shuttleworth aprovou a criação de uma distribuição que usa exclusivamente software livre aprovado pela FSF, a gNewSense .

Estes projetos estão ligados oficialmente ao Ubuntu, com lançamentos simultâneos e compatibilidade de pacotes, obtidos dos mesmos repositórios oficiais.

Existem ainda vários derivados "não-oficiais", entre os quais estão o nUbuntu (distribuição com várias ferramentas de segurança), o Ubuntu Lite (uma distribuição para computadores antigos), o zUbuntu (conversão do Ubuntu para os mainframes zSeries da IBM), o Gnoppix (um LiveCD derivado do Ubuntu) o Linux Mint, o Ubuntu Christian Edition e o Ubuntu Muslim Edition.

Espalhou-se o boato que o Google estava desenvolvendo um derivado do Ubuntu chamado Goobuntu, e que iria vendê-lo. A empresa confirmou a criação dessa versão modificada, mas deixou claro que não tem planos para distribuí-la fora da companhia.

Em Maio de 2007, Mark Shuttleworth anunciou que a Canonical iria dar início ao desenvolvimento do projecto "Ubuntu Mobile & Embedded Initiative" em parceria com a Intel. Este sistema é uma versão do Ubuntu destinada a equipar telemóveis e outros gadgets. De acordo com o referido anúncio, o Ubuntu Mobile poderá ser lançado em Outubro de 2007, conjuntamente com a versão 7.10 do Ubuntu.


Além de há vários meses se encontrar em primeiro lugar no DistroWatch, o Ubuntu contou ainda durante o primeiro semestre de 2007 com situações de migração ou adopção por parte de organizações e entidades de renome. As duas situações mais divulgadas são o da fabricante internacional de equipamento informático Dell que adoptou, em Maio, o Ubuntu como a distribuição Linux seleccionada para equipar os seus computadores desktop e notebook destinados aos usuários finais; e o anterior anúncio, em Março, por parte do Parlamento francês de que em Junho de 2007 iria dar início à migração de toda a sua rede informática (máquinas clientes e servidores, num total de cerca de 1.154 máquinas) para o Ubuntu Linux, com ênfase no uso da suite OpenOffice e do browser Firefox por parte dos utilizadores do Parlamento (577 Deputados).

Olá pessoal! Meu nome é Julio e eu sou o novo colaborador do Linux Mundo.
Fui convidado pelo Jyuliano para ser mais um colaborador desde blog.

Como alguns de vocês devem saber eu possuo meu próprio blog e você pode vê-lo clicando aqui. Obs: Estou reformando meu blog.


Bem, minha participação neste blog será aos SÁBADOS e QUARTAS. Sendo que NA Quarta-feira farei um pequeno post falando sobre alguma novidade tecnológica. E no sábado farei um GRANDE artigo sobre Linux e informática.

Vocês podem me contatar pelo e-mail: 3tnews@gmail.com | o mesmo serve para o google talk.

Para esta quarta falerei sobre: como ganhar dinheiro com informática.

Ubuntu 8.04 Hardy Heron Alpha 5

O Ubuntu está em ritmo acelerado e acaba de lançar a versão Alpha 5, o penúltimo antes da versão final. Como já foi anunciado antes, agora é só aparar as arestas e resolver os bugs, mas boa parte do que deveria ser implantado já está.

  • Para atualizar do Ubuntu 7.10 Gutsy Gibbon, faça:

update-manager -d

  • O Xorg usado é o 7.3 que tem ênfase na autoconfiguração, deixando o usuário bem longe de ter que configurar arquivo na mão.
  • PulseAudio: vem habilitado por padrão, leia no blueprint correspondente.
  • Kernel usado é o 2.6.24.
  • PolilyKit: o Alpha 5 terá uma interface de política administrativa interessante, podendo dar permissões a usuários fazer atividades administrativas, assim como a imagem abaixo:

Alpha 5 policykit

  • Firefox 3 Beta 3: substituindo o Firefox 2 por padrão. Incluindo cores e temas do sistema, como no exemplo abaixo:

ff3beta3

  • Transmission: um cliente para o Ubuntu que já no Alpha 5 irá substituir o Gnome Bittorrent, exemplo abaixo:

Transmission

  • O Vinagre substitui por padrão o xvnc4viewer. Vinagre permite que o usuário veja múltiplas máquinas simultaneamente. Com o Avahi pode descobrir servidores VNC e manter a conexão favorita, como no exemplo abaixo:

Vinagre vnc

  • Brasero: substituindo o Serpentine, o Brasero virá por padrão, como mostra a tela abaixo:

Brasero Alpha 5

  • World Clock Applet: integração mostrará hora e tempo e clima de vários lugares do mundo, como abaixo:

in clock

  • GVFS 2.21.6 no Alpha 5, como mostra a imagem abaixo:

nautilus gvfs

  • O Monitor de Sistema do Gnome ficou assim:

GSV

  • Virtualização: o KVM é agora oficialmente integrado ao Kernel do Ubuntu
  • UFW: já falei com UFW, um firewall que promete ser muito mais fácil de usar, evitando ter que entender tanto de iptables para usuários não muito experientes. Reveja mais aqui.
  • Wubi: o wubi virá por padrão no Alpha 5 em diante, é um instalador que permite ao usuário Windows instalar de forma fácil o Ubuntu, é recomendável para testar a distribuição antes de instalar de vez, veja imagem abaixo:

wubi

  • A partir do dia 23 poderá ser baixado o Ubuntu 8.04 Hardy Heron Alpha 5 ao seu sabor, como abaixo:

[WWW] http://cdimage.ubuntu.com/releases/hardy/alpha-5/ (Ubuntu)
[WWW] http://cdimage.ubuntu.com/kubuntu/releases/hardy/alpha-5/ (Kubuntu)
[WWW] http://cdimage.ubuntu.com/edubuntu/releases/hardy/alpha-5/ (Edubuntu)
[WWW] http://cdimage.ubuntu.com/jeos/releases/hardy/alpha-5/ (Ubuntu JeOS)
[WWW] http://cdimage.ubuntu.com/xubuntu/releases/hardy/alpha-5/ (Xubuntu)
[WWW] http://cdimage.ubuntu.com/gobuntu/releases/hardy/alpha-5/ (Gobuntu)
[WWW] http://cdimage.ubuntu.com/ubuntustudio/releases/hardy/alpha-5/ (UbuntuStudio)

Boa parte desse post foi baseado no Wiki do Alpha 5.

Lembre-se, se você quiser ajudar na tradução, venha Faça Parte Desse Time.

Abraços e boa sorte!! ;)
Interessado em aprender mais sobre o Ubuntu em português?
http://www.ubuntu-br.org/comece

RED HAT ADIA LANÇAMENTO DE LINUX PARA DESKTOPS E NOTEBOOKS


A produtora de software Red Hat adiou o lançamento de uma versão de sua distribuição Linux para desktops que competirá com o sistema operacional Windows, da Microsoft.

O Red Hat Global Desktop Linux não estará disponível antes de setembro, disse o gerente de produto Gerry Riveros por email. O sistema seria lançado neste mês.

O produto inclui o sistema operacional Linux e uma série de outros programas compatíveis e voltados para desktops e notebooks. O segmento é um mercado de nicho para a Red Hat, que é focada em software para servidores.

A Red Hat informou em maio que estava trabalhando com a Intel no software para computadores de mesa que terá recursos comparáveis aos do Windows, segundo a empresa. A idéia da Red Hat é vender o pacote com uma assinatura anual que dá direito a atualizações.

O Red Hat Global Desktop Linux é voltado para distribuição em países emergentes onde agências governamentais e pequenas empresas não podem pagar licenças para uso dos programas da Microsoft. O principal rival do pacote será o Ubuntu Linux, uma versão gratuita do sistema operacional.

O adiamento do produto da Red Hat foi decidido para que a empresa possa avaliar a inserção de tecnologia que permita os usuários a ver uma grande variedade de formatos de vídeo em seus computadores, incluindo DVDs e transmissão de mídia, disse Riveros.

Jon "maddog" Hall quer Web sem fio grátis no Brasil


São poucos os lugares em que um senhor de barba longa e branca, armado com uma mochila nas costas e três pequenas bolsas na cintura vê seu caminho interrompido seguidas vezes por uma série de marmanjos que buscam uma foto com ele. Mas se você estiver em uma reunião de fãs de tecnologia já vai saber logo de quem se trata: Jon "maddog" Hall, um dos principais defensores do software livre.

Em meio a autógrafos em notebooks de fãs, "Mr.Maddog", como é chamado o norte-americano de 57 anos, responde perguntas e deixa escapar que trabalha com grupos privados no Brasil para a oferta de Internet sem fio e gratuita. Detalhes do projeto ele prefere não revelar ainda, nem quando será lançado.

Longe dos fãs, após sua palestra sobre mercado de trabalho em software livre na Campus Party Brasil, ele conta que o setor na América Latina está em franca expansão e que governos e empresas no Brasil estão apostando cada vez mais na tecnologia. Mas essa indústria enfrenta problemas para se desenvolver e gerar companhias de renome mundial como a RedHat.


"Nos Estados Unidos, é muito, e eu quero dizer muito fácil mesmo abrir uma empresa. E elas surgem a todo o instante e morrem a todo o instante, mas de vez em quando uma consegue sobreviver e se destaca", disse Hall ainda recuperando fôlego pelas horas de viagem.


"No Brasil é muito difícil começar um negócio por causa da burocracia e da dificuldade em se obter financiamento, mas é bom ver que governo e empresas estão reconhecendo o valor do software livre", disse, citando como exemplos a Caixa Econômica Federal e o Metrô de São Paulo que usam programas livres em suas atividades.


Defensor enérgico do software livre e colaborador de Linus Torvalds no desenvolvimento do sistema operacional Linux, Hall não perde oportunidade para criticar grandes corporações e seus programas proprietários, que para ele limitam a escolha dos usuários.


"As pessoas estão tão acostumadas a pegar caixas de prateleiras que acham que estão fazendo uma escolha e não percebem que no fundo as caixas vêm da mesma empresa."


Para ele, o interesse da Microsoft pelo Yahoo não será bom para a gigante do software. "A Microsoft foi considerada culpada (de práticas anticompetitivas) nos EUA e na Europa (...) Não vejo como seria diferente agora", afirmou Hall.


Ele lembrou ainda de resultados abaixo do esperado em grandes fusões como a que envolveu AOL e Time Warner.


Diante de sua posição resoluta à favor da liberdade de escolha, Hall mostra um perfil político flexível ao revelar que durante a faculdade era democrata, mas quando passou a trabalhar e acumular responsabilidades mudou de lado para o Partido Republicano. E, em mais uma reviravolta, passou a ser democrata depois que George W. Bush assumiu a Casa Branca.


"Bush está gastando trilhões de dólares na guerra no Iraque, matando pessoas, matando crianças e isso não deveria acontecer." Perguntado se já tomou decisão para a eleição deste ano em seu país, ele respondeu: "Para mim o ideal seria Hillary (Clinton) na presidência e (Barack) Obama na vice-presidência".

Firefox tem aplicativos até para pintá-lo de rosa; conheça

Recursos adicionais, ou plugins, facilitam a navegação no dia-a-dia.
Eles medem reputação, traduzem textos e ‘pintam’ o navegador, entre outras funções.

Recentemente, a Fundação Mozilla liberou mais uma nova versão do seu popular navegador de código aberto, o Firefox 2.0.0.12. E essa é a versão da "família 2.0" que mais recebeu correções de falhas de segurança e estabilidade: no total são dez, incluindo três consideradas críticas, uma alta e outras três de risco moderado. Para os usuários do Firefox, além de atualizar seu browser (em inglês ou português para Windows, Mac ou Linux), o começo do ano é uma hora para equipá-lo com alguns recursos adicionais que facilitam a navegação do dia-a-dia. Confira alguns desses plugins.

Reprodução


Pink Paula V2
Tema para o Firefox, exibido na imagem acima, deixa o navegador cor-de-rosa. O plugin da Pink Theme é ideal para as meninas, fãs de Barbie e Hello Kitty.


Trust Plus Reputation Viewer
Funciona como um medidor da reputação dos internautas na rede. Com ele, é possível reunir informações de diversos sites sobre o indivíduo investigado para atestar sua confiabilidade.

Dictionary Tooltip
Mostra a tradução instantânea das palavras em outros idiomas, aparecendo ao lado da palavra ou frase desejada. Para esconder a ferramenta, basta clicar em qualquer outro lugar.

Torrent Finder Toolbar
Permite que o usuário realize buscas por qualquer conteúdo em sites de torrent espalhados pela rede.

Boost for Facebook
Pacote de ferramentas que facilita o uso da popular rede social Facebook. Traz barra de ferramentas com status dos amigos, auto-atualização do site, visualização de qualquer imagem em tela cheia e álbuns e fotos escondidos, entre outros recursos.

TwitterFox 1.4
Ferramenta dispensa que os viciados no Twitter tenham que entrar no site oficial para postar e ler mensagens. Uma vez configurado, ele exibe as atualizações dos posts automaticamente, em períodos programados.

PhishGuard
O aplicativo foi desenvolvido para detectar qualquer ação suspeita e proteger seu sistema de ataques de criminosos virtuais em busca de senhas bancárias. Sua rapidez no envio dos dados, atualizando o sistema, ajuda a impedir o rastreamento dessas informações. Além disso, o programa notifica o usuário caso ele esteja visitando um site considerado “suspeito”.

Cuba promove Linux para excluir Windows


Cuba capacitou quatro mil pessoas para operar o sistema operacional de código aberto Linux. A iniciativa é parte de batalha do país para por fim à dependência digital com relação ao sistema Windows, da Microsoft, informou na terça-feira (11) a imprensa oficial cubana.

O governo comunista de Cuba decidiu pela adoção do Linux em 2005 e está pregando as vantagens ideológicas do software livre em 600 centros de informática montados pela União de Jovens Comunista em toda a ilha.

"Com a expansão no uso do software livre, Cuba deixaria para trás sua dependência do sistema Windows e as possíveis exigências judiciais de seu proprietário, a gigante norte-americana Microsoft", afirmou o "Juventud Rebelde", diário da União de Jovens Comunistas.

Ainda que a maioria dos computadores em operação no país empregue o sistema operacional da Microsoft, o governo pretende que metade das máquinas nos escritórios e ministérios migre para o Linux nos próximos três anos.

Mais de 3.880 cubanos passaram por cursos de Linux, de acordo com o "Juventud Rebelde". "Diferentemente do programa criado pela empresa de Bill Gates, o Linux oferece, aos usuários que desejem estudá-lo, livre acesso ao seu código-fonte e a possibilidade de modificá-lo e assim reforçar a privacidade das informações", acrescentou o diário.

O Linux é um sistema operacional de fonte aberta, que pode ser acessado e modificado por programadores, desenvolvido pelo finlandês Linus Torvalds. O sistema se transformou em bandeira daqueles que se opõem ao predomínio da Microsoft no mercado.

Aplicação

Cuba dispõe de cerca de 380 mil computadores ou 3,4 máquinas por 100 habitantes. O governo do país acusa os Estados Unidos de prejudicar seu desenvolvimento tecnológico por meio de um embargo comercial que já dura 45 anos e limita a aquisição de equipamentos e o acesso à internet.

De acordo com as autoridades cubanas, o Linux está sendo usado na alfândega do país e em breve começará também a ser utilizado nos centros de educação superior.

Para as autoridades do país, envolvidas em uma guerra ideológica que já dura quase meio século contra os Estados Unidos, a migração para o Linux é assunto sério. "É um problema de soberania tecnológica, um problema de ideologia", disse Héctor Rodríguez, chefe de uma equipe de mil pessoas que desenvolve programas Linux na Universidade de Havana.

Fabricantes apostam em nova plataforma Linux para celulares


A Samsung Electronics e a LG Electronics apresentaram nesta segunda-feira (11) novos celulares usando software aberto Linux da fundação Mobile Linux. Essa organização afirmou que 18 modelos, de sete fabricantes diferentes, utilizariam o seu software.

A segunda maior fabricante mundial de celulares, Samsung, que usou o Linux em seus aparelhos em 2006, lançou o novo modelo SGH-i800, acionado por software LiMo, no Mobile World Congress, enquanto a LG demonstra um protótipo do LG LiMo.

O sistema operacional Linux até o momento não desfrutou de muito sucesso nos celulares, mas sua presença está crescendo com o lançamento da plataforma LiMo, o que vai acelerar a chegada de novos modelos ao mercado. O Google também está utilizando o Linux como peça central de sua plataforma Android.

“Contar com a adesão dos coreanos é boa notícia para o LiMo, porque eles promoverão a inovação", disse Ben Wood, diretor de pesquisa da consultoria CCS Insight. "Sabemos que essas empresas rapidamente perderão a iniciativa caso não obtenham resultados à altura das expectativas ambiciosas que despertaram", continuou.

O Linux é o mais popular sistema operacional gratuito, ou de fonte aberta, e está disponível para uso e modificação pelo público. Os fornecedores de software Linux ganham dinheiro vendendo melhorias e serviços técnicos, e o Linux concorre diretamente com a Microsoft, que cobra pelo seu sistema operacional Windows e se opõe à distribuição gratuita do código-fonte do programa.

O mercado de plataformas de software para celulares é liderado pela S60, da Nokia, baseada no sistema operacional Symbian, que desfruta de ampla vantagem de mercado sobre o Windows Mobile, da Microsoft. Mas muitos dos pesos pesados do setor de telefonia móvel - como Vodafone, NTT DoCoMo e Huawei - são membros da fundação Mobile Linux.

Novell prevê dobrar o lucro na China este ano graças ao Linux


A multinacional Novell prevê dobrar seu lucro na China este ano graças, em boa parte, ao crescimento no país do sistema operacional livre Linux, segundo diretores da companhia citados hoje pelo jornal "China Daily".

"Muitos de nossos clientes escolheram comprar este ano serviços de atualização para seus atuais sistemas Linux. Isto nos ajudará a superar em velocidade o crescimento médio do mercado na China", explicou Chang Sen-ming, diretor-geral da Novell-Ásia Oriental.


Nos últimos anos, o número de pessoas que preferiram o Linux a seu principal rival, o Windows, da Microsoft, cresceram na China, país onde o Governo exigiu aos produtores locais de computadores pré-instalar sistemas operacionais patenteados a fim de lutar contra a pirataria.


A empresa americana Dell já tinha anunciado que pré-instalaria o sistema Linux em dois dos modelos de laptops que vende na China, depois que em agosto, o principal fabricante chinês de computadores, a Lenovo, anunciou que lançará uma linha de computadores portáteis ThinkPad equipado com esse sistema.


"A cooperação com fabricantes como a Dell nos ajudará a entrar no mercado das pequenas e médias empresas. Além disso, mantemos conversas com outros fabricantes chineses para uma colaboração similar", afirmou Chang.


Os especialistas prevêem que o mercado do Linux na China se multiplicará por cinco entre 2006 e 2010, quando chegará a US$ 51,1 milhões. EFE

COMUNIDADE LINUX TENTA "CARONA" EM ACORDO DA MICROSOFT E NOVELL


A comunidade do sistema operacional Linux está disposta a protestar contra uma parceria fechada recentemente entre a Microsoft e a Novell, distribuidora de software livre. Especialistas afirmam que o acordo -- segundo o qual a empresa de Bill Gates deve lucrar com o uso do programa de código aberto -- vai contra os requerimentos do sistema General Public License (GNU), usado pelo Linux, que exigem a distribuição gratuita desses programas.

O acordo determinou que as duas empresas não processariam os clientes das novas parceiras por violação de patente -- um tema que há anos aumenta a rivalidade entre elas. Assim, a Microsoft concordou em pagar à Novell US$ 348 milhões, enquanto a Novell aceitou pagar US$ 40 milhões à gigante do software, por ter menos clientes.

Eben Moglen, professor de direito e um dos pioneiros do software livre, iniciou um processo de mudanças para determinar que essa desistência de processos seja aplicável a todas as fornecedoras de software livre, e não só à Novell. A agência de notícias Reuters afirma que isso, na prática, inverteria a polarização do acordo entre Microsoft e Novell, garantindo que todos os usuários do Linux estivessem protegidos contra processos abertos pela Microsoft.

Os requerimentos do sistema GNU devem sofrer mudanças em “semanas ou meses”, segundo Moglen. A nova versão, disse o especialista, pode conter uma cláusula como: “se uma empresa distribuir (ou procurar um distribuidor) para um programa (ou parte de um programa) e fechar acordos de patentes com fornecedores desse software, os termos valem para todos os outros distribuidores”, disse ao site “The Register”.

“Se os requerimentos forem aprovados dessa forma, a Novell se tornará uma ‘lavanderia de patentes’. Assim que a Microsoft perceber isso, vai se afastar. Por isso, aconselhamos a Microsoft a se afastar o mais rápido possível de uma parceria que não vai funcionar”, continuou Moglen.

A Microsoft afirma possuir patentes sobre parte da tecnologia do Linux, apesar de nunca ter dito exatamente quais são esses direitos ou que patentes estão envolvidas. O presidente-executivo da Microsoft, Steve Ballmer, disse que se os clientes comprarem Linux de qualquer um, com exceção da Novell, poderão enfrentar problemas.

Em 2004, a Novell fechou um acordo de US$ 536 milhões com a Microsoft, referente a reclamações antitruste que havia apresentado na Europa. Depois disso, a Novell processou a rival novamente nos Estados Unidos. A empresa acusava a Microsoft de reter informações técnicas sobre o Windows necessárias para os programas de processador de textos e planilhas da Novell.

DELL VAI AMPLIAR OFERTA DE PCS COM LINUX UBUNTU


A Dell vai em breve oferecer mais computadores pessoais equipados com o sistema operacional Linux, informou o fundador de uma companhia que oferece serviços de suporte à plataforma.

Mark Shuttleworth, que criou a versão do Linux chamada Ubuntu, disse que a Dell está satisfeita com a demanda que vem recebendo por PCs com Linux, comercializados pela empresa desde maio.

A Dell, segunda maior fabricante de PCs do mundo depois da Hewlett-Packard, oferece atualmente três PCs que usam Ubuntu Linux.

"O que foi anunciado até agora não é tudo o que veremos nas próximas semanas e meses", disse Shuttleworth em entrevista.

"Há ofertas adicionais a caminho", disse ele. Shuttleworth fundou a Canonical Inc para fornecer apoio ao Ubuntu Linux.

Uma porta-voz da Dell, Anne Camden, não comentou o assunto e disse que a empresa não fala sobre produtos em desenvolvimento.

Ela acrescentou que a Dell está satisfeita com a resposta dos consumidores aos PCs com Linux e informou que a empresa acredita que a maior parte das máquinas vendidas foram para entusiastas de softwares livres.

Shuttleworth disse que as vendas de três modelos de PCs da Dell com Ubuntu Linux estão sendo preparados para cumprir as projeções de vendas da Dell e da Canonical. Ele não deu mais detalhes.

Companhias como Canonical, Red Hat e Novell geram receita ao venderem versões padronizadas de programas Linux e contratos de serviços de suporte.

Existem várias versões do Linux disponíveis atualmente para a mais variada ampla de computadores, de PCs a mainframes, passando por dispositivos portáteis.

Shuttleworth informou que sua companhia não está negociando com a HP ou com os outros três principais fabricantes do mundo para o lançamento de PCs com Ubuntu.

As outras três companhias são Lenovo Group, Acer e Toshiba.

ORACLE NÃO MOSTRA ÍMPETO EM SEU PROJETO LINUX


A Oracle prometeu em outubro passado tomar de assalto o mundo do software Linux, mas a grande expansão de uma das maiores produtoras mundiais de software até agora não demonstrou ímpeto.

A pequena rival Red Hat, que ao longo de uma década construiu um negócio com base em serviços relacionados ao Linux e legitimou o uso por empresas do sistema operacional gratuito e desenvolvido de maneira cooperativa, sobreviveu ao ataque, e até cresceu.

A competição mal começou, mas a Oracle até agora não revelou transações importantes, e Wall Street continua cautelosa quanto ao futuro do Linux Oracle.

"Não vimos anúncios sobre clientes conquistados. Isso é bastante revelador", disse Raven Zachary, analista do 451 Group. A Oracle se recusou a comentar sobre suas operações no segmento de Linux.

O Linux é o tipo mais popular dos chamados software de fonte aberta, movimento que começou como uma abordagem de raiz quanto ao desenvolvimento de programas. Quaisquer melhorias desenvolvidas devem ser compartilhadas, o que permitiu que a Oracle baseasse sua versão do software naquela que foi desenvolvida pela Red Hat.

A natureza cooperativa da comunidade Linux uniu seus defensores em uma campanha contra a Microsoft e seu sistema operacional Windows, mesmo que as empresas que desenvolvem versões do Linux também concorram entre si.

A Oracle não antecipa que seu produto Linux propicie grande receita, mas entrar nesse mercado, que vem crescendo rapidamente, levará a empresa, conhecida por seu software para bancos de dados de grande porte, a um segmento no qual sua participação era apenas indireta.

Até agora, algumas grandes empresas de software se mantiveram fora da disputa, e se recusaram a garantir que produtos projetados para operar com o Linux Red Hat funcionariam com o Linux Oracle -que a Oracle alega ser idêntico.

Isso significa que os usuários não podem ter certeza de que software criado para o Linux Red Hat, como por exemplo grandes programas de bancos de dados, funcionaria da maneira prevista na versão Oracle.