20% dos celulares terão Linux em 2013


Análise da ABI Research considera influência do projeto Android e da aquisição da Trolltech pela Nokia

A empresa de análise de mercado ABI Reserch prevê que cerca de 20% dos dispositivos móveis usarão algum tipo de sistema operacional Linux por volta de 2013. 

A conclusão baseia-se em nas atuais dinâmicas do mercado, como o crescimento da Linux Mobile Foundation (LiMo), fundada por empresas como Motorola, Samsung e Vodafone, há cerca de um ano. Além disso, a empresa cita o projeto Android, desenvolvido pela LiMo e pelo Google, e iniciativas da Nokia, como a aquisição da Trolltech, especializada em aplicações Linux. 

As soluções para sistema operacional Linux terão melhor custo-benefício que as proprietárias, mesmo quando requerimentos de silício são considerados, dado que uma camada de aplicação mais forte será incluída como padrão, além do fato de que as customizações estão a cargo dos desenvolvedores de software independentes, analisa Stuart Carlaw, vice-presidente da ABI Research. 

A empresa também prevê que as soluções em Linux para mobilidade serão importantes para integrar aplicações web. O sistema operacional de código aberto também pode ajudar na oferta de ambientes orientados a conteúdo para usuários de aparelhos celulares menos sofisticados. A consultoria também prevê que a fragmentação de framework e questões de hardware, que atrapalharam o uso de Linux em mobilidade, estão encontrando resolução. 

No entanto, o mercado ainda não tem uma visão generalizada do Linux em dispositivos móveis. O mercado de sistemas operacionais móveis é bastante fragmentado: enquanto o Symbian domina na Europa, tem pouca presença nos Estados Unidos. Além do Windows Mobile e o Android, o iPhone da Apple continua com grande atenção.

Fonte: http://www.itweb.com.br

Conheça o sistema Big Linux


O TecnoGuia experimentou a nova versão do sistema que desmistifica a idéia de que o Linux é complicado

‘‘Linux é difícil!’’ É comum se ouvir esta frase de usuários domésticos sobre o sistema operacional alternativo ao Windows que vem ganhando espaço em empresas e instituições governamentais e que agora está cada vez mais perto das residências. Para quem ainda acha que esse software livre é somente coisa de experts em informática, o TecnoGuia traz uma análise do Big Linux, uma distribuição (versão modificada do sistema Linux) que ainda é pouco conhecida no Ceará, mas que merece um espaço ao lado do Windows no seu disco rígido.

O sistema operacional Big Linux é desenvolvido no Brasil por diversos colaboradores e tem como mantenedor o jovem Bruno Gonçalves, de Brasília. Para tornar-se um sistema muito fácil e poderoso, o software funciona utilizando os melhores recursos de um ou de outro sistema de código aberto baseado em Linux, como o elogiado Ubuntu — de onde vêm os repositórios (links para programas e pacotes) —, o Kurumin e o Kanotix, entre outros.

O ‘‘Big’’, como é chamado por seus usuários, traz diversos programas essenciais para o dia-a-dia de um usuário comum ou para empresas de qualquer porte. Estes programas são dispostos em categorias como escritório, gráficos e internet. ‘‘Desta forma, fica fácil para o usuário encontrar o programa que deseja’’, afirma o cearense Lucas Filho, consultor da Open-Ce Tecnologias e Serviços e um dos colaboradores do projeto do Big Linux.

Para quem está acostumado com a interface gráfica do Windows, o visual do Big não decepciona. O sistema oferece várias opções de aparência, muitas delas bem semelhantes ao Windows. O diferencial é que, facilmente, o próprio usuário pode modificar itens do sistema — como o nome e o ícone do menu ‘‘Iniciar’’, por exemplo — da maneira que desejar. Logo de cara se pode escolher sete visuais diferentes para testar o Big Linux. E após sua instalação, é possível mudar facilmente o visual.

O reconhecimento de hardware e periféricos, como impressoras, câmeras digitais e outros dispositivos, é mais um ponto forte do sistema. ‘‘Certa vez, no apartamento de um amigo, passamos cerca de 40 minutos para baixar o programa de instalação e configurar uma impressora no Windows. Já no Big Linux, a mesma impressora foi instalada em aproximadamente 10 segundos e com um detalhe: só tivemos que conectar o cabo USB. O Big Linux fez todo o restante sozinho. Isto sim é um verdadeiro sistema plug-and-play (conectar e usar)’’, comenta Lucas.

Mas nem todas as impressoras ou dispositivos são reconhecidos facilmente. Usuários de equipamentos da marca HP, por exemplo, podem contar com dicas e alguns projetos relacionados ao Linux em sua página na internet (www.hp.com.br). Segundo o consultor, é melhor ver primeiro se o equipamento já é compatível antes de adquirí-lo.

‘‘Não é pelo fato de ser Linux que é difícil. Àqueles que tiverem alguma dificuldade em usar o Big Linux, o Fórum de usuários que pode ser acessado no endereço www.biglinux.com.br/forum, conta com usuários dispostos a ajudar de forma colaborativa e gratuita’’, diz o consultor.

A atual versão do Big Linux é a 3.0. A versão avaliada pelo TecnoGuia foi a 4.0 beta. Ainda em testes e avaliações, a versão 4.0 final está prevista para chegar nos próximos meses. Com distribuição gratuita através de download de um arquivo para criação de um Live-CD — que permite rodar o sistema sem a necessidade de sua instalação no disco rígido, se o usuário preferir —, o Big Linux pode ser obtido através do site www.biglinux.com.br. 

AJUSTES E EFEITOS
Software é totalmente personalizável

A personalização do Big Linux também é algo que se destaca neste sistema operacional de código aberto em relação aos demais — e, principalmente, em relação ao Windows. O software permite que o usuário leigo modifique facilmente itens como o papel de parede, botões de janelas, menus, cores e até mesmo colocar uma foto sua ou imagem — a logomarca da sua empresa, por exemplo — no menu ‘‘Iniciar’’ do sistema operacional.

O Big Linux foi a primeira distribuição a oferecer, por padrão, os recursos em 3D — coisa que só veio surgir para usuários do Windows com o Vista. Os sofisticados efeitos em três dimensões chamam a atenção — e até servem como distração e brincadeira para boa parte dos usuários, que literalmente brinca com os elementos da tela. Dobrar uma janela como se fosse de papel, vê-la pegando fogo ao ser fechada, entre outros efeitos curiosos, são recursos possíveis com poucos cliques do mouse e um computador de médio porte. Tal sofisticação visual, no Windows Vista, requer uma máquina bem equipada. No Big Linux, isso pode ser feito em um PC com memória RAM de 256 MB.

Outro recurso do sistema é o zoom da tela, útil em apresentações ou para usuários com problemas de visão. ‘‘Durante as aulas em unidades educacionais, conseguimos ampliar a imagem da tela por completo, em média, em 15 vezes. Isto faz com que os alunos acompanhem em detalhes toda a imagem, seja ela um botão ou um pequeno ícone’’, destaca o consultor Lucas Filho.

AMEAÇAS DIGITAIS
Sistema é mais seguro do que o Windows

Um dos maiores incômodos e preocupações que acometem os usuários da internet hoje em dia são as ameaças à segurança das informações. Antivírus, antispywares, antiadware e firewall são algumas das ferramentas que o usuário deve ter e manter sempre atualizado em seu computador para tentar – sem ter plena certeza de sua eficiência – driblar as ameaças como vírus, invasões e roubo de senhas, para se sentir seguro no mundo online. Como está presente em mais de 90% dos computadores pessoais em todo o mundo, o Windows é o sistema operacional que tem sido o maior alvo das pragas virtuais. Isso significa que os usuários de sistemas baseados no Linux, como o Big Linux e o Ubuntu, estão mais seguros.

Segundo o consultor Lucas Filho, é comum entre os usuários de sistemas do meio Linux nem se incomodarem em instalar programas antivírus em seus computadores. ´O antivírus que às vezes se usa é para o próprio Windows´, diz o especialista, relatando que muitos usuários mantêm o Windows em alguma partição do disco rígido e, ao acessar os arquivos deste sistema através do Linux, podem usar o antivírus como precaução. ´Não temos relatos de ameaças de spywares para roubo de senhas ou de vírus que possam apagar arquivos no Linux´, diz Lucas Filho.

O consultor afirma que, mesmo se ocorresse alguma infecção no Linux, os danos ficariam restritos somente à pasta do usuário, sem comprometer os demais arquivos do sistema ou de outros usuários do computador. Outra vantagem é que, usando este tipo de sistema operacional, o usuário não corre risco de executar por engano algum arquivo malicioso presente em e-mails falsos (os chamados ´phishing scams´). ´No Linux, nenhum arquivo executável se executa por si só´, ressalta Lucas Filho, que como usuário do Big Linux, afirma clicar, sem a menor cerimônia, nos links de e-mails suspeitos que recebe, só para matar a curiosidade de ver que tipo de golpe se trata. 

FIQUE POR DENTRO
Vírus destinados ao Linux ainda são raridade

Com a gradual popularização dos sistemas baseados no Linux, é provável que também cresça o número de ameaças voltadas para essa plataforma - o que atualmente ainda é raro. Já se tem notícia, no entanto, de vírus ´cross-platform´, um novo conceito de vírus que rodam em vários sistemas. Um exemplo é o Bad Bunny, o primeiro vírus para o OpenOffice.

Fonte: http://diariodonordeste.globo.com

Distribuição do Eee PC deve dobrar no segundo trimestre de 2008


Número passará de 700 mil unidades distribuídas no 1º trimestre para 1,2 milhão de laptops de baixo custo até o dia 30 de junho.

A Asustek Computer anunciou, nesta quarta-feira (30/04), que praticamente dobrará a distribuição do laptop de baixo custo Eee PC no segundo trimestre deste ano - em comparação com o primeiro.

As entregas do Eee PC crescerão para 1,2 milhão a 1,3 milhão de unidades até 30 de junho. A empresa distribuiu 700 mil unidades no primeiro trimestre deste ano.

A empresa também espera continuar a lançar modelos do Eee PC com enfoque em diferentes perfis de usuários.

No final do ano passado, os Eee PCs originais foram vendidos por 230 dólares em uma versão rodando Linux. A nova versão, Eee PC 900, tem tela maior - de 8,9 polegadas - e outras melhorias. Ela foi lançada em Taiwan no início do mês por 525 dólares.

As novas versões do Eee PC poderão ter mais funções e especificações mais avançadas - o que inclui telas maiores -, afirmam executivos.

A Asustek prevê que as vendas do Eee PC no segundo trimestre ficarão entre 1,3 e 1,4 milhão de laptops. No primeiro trimeste, a empresa vendeu 1,3 milhão de unidades.

O objetivo de vendas para este ano é de 5 milhões de unidades.

Fonte: http://pcworld.uol.com.br

Aberium: gerenciamento padrão para Linux


As empresas Mapa Brasil e Aberium Systems acabam de lançar o Aberium Supervisor 3.5, software que instala e configura sistemas Linux automaticamente.

Entre os destaques do software estão instalação em até 15 minutos e gerenciamento remoto por interface web, sistema de atualização via web, Controle de navegação web por URL, palavra ou horário, firewall e VPN, relatórios de uso da Internet e do sistema de e-mail por usuário, sistema de e-mail com webmail, anti-spam e antivírus incorporado (opcional), entre outros.

"Quando se fala em Linux, cada técnico tem seu jeito de fazer as coisas. Com o Aberium Supervisor há possibilidades de padrões que permitem que o próprio usuário escolha e efetue todas as atualizações que achar necessárias, por conta própria" explica Paulo Tonetto, diretor de negócios da Mapa Brasil.

O software é vendido através de licenciamentos anuais ou locações por mês e é recomendado para empresas com mais de cinco usuários e menos de 1.500.

Fonte: http://www.baguete.com.br

IBM contrata engenheiros em Hortolândia


O Linux Technology Center da IBM Brasil está recrutando engenheiros de software para trabalharem em Hortolândia, na região metropolitana de Campinas. 

É requisito para vaga ter formação superior na área de Computação (TI) ou experiência comprovada no setor. Os profissionais devem ter experiência no design e implementação em linguagens como C/C++, Python ou Perl; serem capazes de desenvolver no modelo Open-Source: uso de mailing-lists e patches, GNU Toolchain (gcc, gdb), GNU Autotools e esquemas de empacotamento como o RPM ou Debian.

Completa o perfil ter fortes conhecimentos de uso e administração em Linux - shell scripts, administração de pacotes, uso do Linux como desktop no dia-a-dia, conhecimento do funcionamento interno do GNU/Linux e fluência em inglês.

São requisitos desejáveis: arquitetura e programação da plataforma Linux on Power, design de ferramentas de toolchain (compiladores, debuggers), desenvolvimento de device-drivers para o Linux Kernel, programação em baixo-nível, conhecimentos em criptografia, Trusted Computing ou padrões de segurança internacionais, tecnologias de virtualização e meta-virtualização, soluções IBM ou open source. A participação em comunidades Open-Source é um ótimo adicional.

Interessados devem enviar um e-mail com currículo anexo para ltcbr@linux.vnet.ibm.com com o título: "Vagas LTC". Ou cadastrar seu CV pelo link relacionado abaixo com o código LTCRE.

- Cadastro de Currículo

Fonte: http://www.baguete.com.br

Arquivos .rar no Linux


Bom dia pessoal.
Bom todos vocês conheçem o tipo .rar?
se não conheçem ai vai uma breve esplicação sobre este tipo de "pacote".

RAR é um formato proprietário de compactação de arquivos muito difundido pela Internet.

A compressão RAR foi desenvolvida por Eugene Roshal (daí vem o nome RAR: Roshal ARchive)

Entre as principais características podemos citar:

  • Alta taxa de compressão
  • Suporte a arquivos grandes (mais de 4 Gb - tamanho não suportado pelos arquivos ZIP)
  • Capacidade de gerar vários volumes de um mesmo arquivo (divide o arquivo RAR em partes menores)
  • Suporte a vários idiomas (inclusive a língua portuguesa)

O principal software de compactação/descompactação de arquivos no Linux formato RAR é o Unrar.

Conteudo retirado do site http://pt.wikipedia.org/wiki/RAR

Quando nos deparamos com este tipo de "pacote" no linux, bate uma duvida, como fazer para tratar este tipo de Arquivo "pacote"?
Em primeiro lugar temos que ter um pacote instalado no nosso computador, o Rar ou Unrar.
Para instalar o pacote rar:
"lembrando que todos os comandos abaixo devem ser usados em um shell 'prompt de comando' e como root"

apt-get install rar

Depois e só descompactar o arquivo:

rar x nomedoarquivo.rar

por exemplo se o arquivo se encontrar em /home/usuario/doutor.rar
para descompactar seria:

rar x /home/usuario/doutor.rar

bom pessoal espero que este pequeno post possa ajudar a vocês.

Abraços

Elisa - O Centro Multimédia Linux

A grande novidade no novo Mandriva Spring, é o Elisa, um excelente Centro Multimédia, capaz de concorrer com muitos projectos e produtos comerciais, tendo este a vantagem de ser a borla e de estar disponível para todas as versões do Mandriva, quer seja One, Free ou PowerPack, infelizmente pelo que sei, só está disponível para Mandriva.


Primeiro vamos lá instalar a coisa, no meu caso, como utilizador de Mandriva é fácil, basta ir ao Gestor de Programas escrever Elisa e em alguns segundos está instalado.

Quando iniciamos o programa a primeira coisa que nos aparece é uma “janela” similar a esta:

Nesta janela podemos desde já ver as principais áreas em que podemos usar o Elisa, nomeadamente para gerir e ouvir Músicas, Vídeos e Imagens.

Por isso vamos começar pelas músicas:

Podemos escolher entre listar as músicas que temos por autor, álbum, pastas e mesmo podemos ir a Internet ouvir algumas rádios, diga-se que as rádios disponíveis estão divididas em categorias em que podemos ir desde música dos anos 70 e 80 passando pelo Folk, Pop e Rock.

Esta é a minha lista actual, pois acabei de migrar do Windows (definitivamente), por isso ainda não tive tempo de colocar a “minha colecção” nas pastas devidas… Agora vamos recuar, podem usar esse botão que tem uma seta curvada, até voltarmos ao ecrã inicial. Agora vamos explorar os Vídeos.

Por razões que não compreendo tentei ler um DVD e não fui capaz, parece-me que os autores do programa ainda não puseram esta “área” a funcionar correctamente, bem quanto ao resto podemos ler ficheiros que tenhamos em pastas ou ir aos “best of”s do YouTube.

Deixo aqui um exemplo de um vídeo a correr, a imagem está um pouco “estranha” mas isso é do Screenshot, que pelos vistos existe uma protecção qualquer contra violações de direitos de autor.

Por fim vamos lá as imagens, pois por razões que desconheço os outros dois ícones são (quase) inúteis, um não funciona (o da roda dentada) e o outro (das ferramentas) só serve para mudar os ícones (e só tem três temas)…

Novamente temos acesso a uma lista, neste caso podemos ir as galerias do Flickr ou as pastas locais, como mostra a seguinte imagem:

Nota: Se quiserem sair do programa basta clicarem na tecla “Esc”, e para parar um vídeo, imagem ou música, cliquem nesse botão de Stop que está na parte superior direita da “janela”.

Veredicto: O programa de facto funciona bem, pelo menos naquilo que faz, mas também não vamos ser muito exigentes pois ainda se encontra numa fase muito jovem, mas já dá plenamente para ver o potencial que poderemos encontrar nas próximas versões, infelizmente não pude ver o filme “O Padrinho” por estar em DVD, espero que este aspecto se resolva nas próximas versões.

Fonte: www.pplware.com

Ubuntu (ideologia)



Ubuntu é uma ética ou ideologia da África do Sul que foca nas alianças e relacionamento das pessoas umas com as outras. A palavra vem das línguas Zulu e Xhosa. Ubuntu é tido como um conceito tradicional africano.

Uma tentativa de tradução para a Língua Portuguesa poderia ser "humanidade para com os outros". Uma outra tradução poderia ser "a crença no compartilhamento que conecta toda a humanidade".

Uma tentativa de definição mais longa foi feita pelo Arcebispo Desmond Tutu:

Uma pessoa com Ubuntu está aberta e disponível aos outros, não-preocupada em julgar os outros como bons ou maus, e tem consciência de que faz parte de algo maior e que é tão diminuída quanto seus semelhantes que são diminuídos ou humilhados, torturados ou oprimidos.

Princípios fundamentais da nova república da África do Sul

Ubuntu é visto como um dos princípios fundamentais da nova república da África do Sul, e está intimamente ligado à idéia de uma Renascença Africana. Na esfera política, o conceito do Ubuntu é utilizado para enfatizar a necessidade da união e do consenso nas tomadas de decisão, bem como na ética humanitária envolvida nessas decisões.

Louw (1998) sugere que o conceito do Ubuntu define um indivíduo em termos de seus relacionamentos com os outros, e enfatiza a importância como um conceito religioso, assentando na máxima Zulu umuntu ngumuntu ngabantu (uma pessoa é uma pessoa através de outras pessoas) que aparentemente parece não ter conotação religiosa na sociedade ocidental. No contexto africano, isso sugere que o indivíduo se caracteriza pela humanidade com seus semelhantes e através da veneração aos seus ancestrais. Assim, aqueles que compartilham do princípio do Ubuntu no decorrer de suas vidas continuarão em união com os vivos após a sua morte.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Apresentação do Operador

Bom dia a todos, gostaria de me apresentar meu nome é marcos mas na comunidade software livre sou conhecido como operador, sou o mais novo colaborador desse Blog.

bom tentarei passar para os amigos leitores o maior conhecimento possível na área de segurança da informação.
minha participação será as quartas e sábados.

Nas quartas-feiras falarei sobre empreendedorismo usando software livre e nos sábados falarei sobre segurança TI.

Bom espero que gostem, farei o possível para postar só artigos de primeira qualidade.

Obrigado.

Qualquer coisa email-me dr.new89@gmail.com

Mudar para software livre envolve aspecto cultural


A migração de tecnologia de uma organização que usa software proprietário (de código fonte inacessível, como os da Microsoft, por exemplo) e deseja passar a usar o software livre (de código-fonte aberto, elaborado coletivamente e modificado a qualquer momento por qualquer usuário, como o sistema operacional Linux), mais que um processo técnico, envolve mudança cultural, sendo eminentemente pedagógico. É o que aponta o pedagogo Anderson Fernandes de Alencar num estudo conduzido na Faculdade de Educação (FE) da USP.

O pesquisador participou por mais de um ano da mudança de sistema operacional e softwares proprietários da Microsoft para o sistema operacional Linux e programas utilitários de código aberto (como o Open Office) na ONG Instituto Paulo Freire, relatando e refletindo sobre todas as etapas da migração a partir do pensamento do filósofo Álvaro Vieira Pinto e do educador que dá nome à organização.

Em suas obras, entre outros assuntos, Álvaro Vieira Pinto reflete sobre tecnologia, técnica e a relação destas com o ser humano. Também trata da dependência tecnológica como fator de colonização dos países subdesenvolvidos.

Na perspectiva freiriana, a educação é compreendida como um processo de democratização do conhecimento e possibilidade de novas leituras de mundo. O aprendiz deve ser sujeito e não objeto do seu processo de aprendizagem. Tal pensamento ajusta-se à filosofia do movimento que defende o software livre, que vê a tecnologia compartilhada como uma ferramenta de transformação social, pois disponibiliza o conhecimento a todos – tanto o seu acesso como a sua construção.

O sistema operacional Linux, por exemplo, é gratuito (como a maior parte dos softwares livres) e desenvolvido coletivamente: qualquer pessoa pode fazer modificações no seu código, adaptando o programa para as suas necessidades. As versões geradas por esta adaptação são compartilhadas por usuários do mundo todo, numa comunidade que está 24 horas por dia aprimorando o programa e corrigindo eventuais falhas, possibilidade que pode tornar um software livre bem mais seguro do que um proprietário.

Fases da migração
Mas fazer com que os membros de uma organização se conscientizem dos benefícios da mudança não é tarefa tão simples. “Seria muito mais rápido se simplesmente deixássemos os técnicos desinstalarem um software e instalarem outro, e obrigar as pessoas a aprender a lidar com as novas ferramentas, mas isso não estaria de acordo com a concepção do software livre nem do próprio Instituto. Teríamos usuários de software livre com a ‘cabeça proprietária’, uma visão que privilegia a competitividade, a mercantilização das relações e a dependência tecnológica”, explica Alencar.

Primeiramente, foi organizada uma discussão visando sensibilizar os colaboradores do Instituto para os benefícios do software livre. Para isso, foi convidado como palestrante o professor da Faculdade Cásper Líbero Sérgio Amadeu, que foi coordenador da Rede Pública de Telecentros em São Paulo e presidente do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI). Alencar ressalta o termo sensibilização, já que segundo ele “ninguém conscientiza ninguém, a própria pessoa, sensibilizada pelos elementos propiciados, é que pode tirar suas conclusões e repensar sua visão de mundo”.

Foi então desenvolvido um plano de migração por uma equipe que contava com técnicos e não-técnicos do Instituto, plano este que passou por várias discussões e versões até poder ser sistematizado. Em seguida, foram promovidas, em três etapas, a remoção dos antigos programas comerciais e instalação dos abertos, seguidas de oficinas para aprendizagem do uso dos novos softwares.

Apesar das dificuldades encontradas – já que se optou por ensinar o uso de todos aplicativos a todos os funcionários, mesmo os que não usassem algum deles no trabalho – as oficinas tiveram excelentes resultados. Finalmente, as equipes puderam avaliar o processo, relatar suas experiências e indicar possíveis problemas a serem sanados ao final de um ano de processo de migração.

O pesquisador considera que esta experiência, além dos aspectos teóricos refletidos, pode ter grande utilidade para organizações que queiram implementar o uso software livre, desde que o desejem fazer “a partir de uma concepção que vá além do treinamento técnico, buscando um processo pedagógico que respeite o usuário, baseado no diálogo e na construção democrática”, completa. O relato e as análises de Alencar estão expostos na dissertação de mestrado A pedagogia da migração do software proprietário para o livre: uma perspectiva freiriana, defendida em 2007 na FE.

Fonte: http://www.uai.com.br

Pacote instala Ubuntu sem sair do Windows


Quem quer testar o Linux mas tem calafrios ao pensar em mexer nas partições do disco rígido agora conta com um pacote do Ubuntu que dispensa essa operação.

O pacote permite a instalação e configuração do Ubuntu de dentro do Windows. O download inicial é pequeno, com o restante dos arquivos sendo baixados usando BitTorrent. Na instalação, o usuário pode escolher entre três versões do Ubuntu: a original, o Kubuntu (que usa KDE como interface padrão) e o Xubuntu (feito para máquinas mais antigas). O download completo fica em cerca de 610 MB para o Ubuntu original. Quem tiver de interromper o processo pode continuar a baixar os arquivos posteriormente.

O programa está em fase de testes e ainda não consegue detectar todo o hardware compatível com o Ubuntu. Além disso, alguns programas e recursos do sistema operacional podem não funcionar completamente. Em compensação, como não há modificações na estrutura do HD (o Ubuntu fica dentro da partição do Windows), há baixíssimas chances de problemas que afetem o sistema operacional previamente instalado. Depois de instalar o Ubuntu, basta reiniciar a máquina e escolhê-lo na lista que aparece antes da carga do Windows.

Fonte: http://info.abril.com.br

Ubuntu 8.0.4 está disponível


O site da comunidade Ubuntu disponibilizou a versão 8.0.4 do sistema operacional Linux Ubuntu.

Segundo a Canonical, representante comercial da distribuição, a versão traz interface gráfica GNOME 2.22 e novas funcionalidades para rodar arquivos de mídia, como som e imagem.

Jane Silber, COO da Canonical, explica que a versão, que usa o termo Hardy Heron como codinome,

acompanha o aplicativo Wubi, que permite aos usuários instalar a distribuição em um diretório de PC com Windows.

Assim, o usuário pode configurar a máquina para carregar Ubuntu ou Windows. A opção de sistema operacional é feita no momento do boot do computador.

Segundo Silber, a opção de dual-boot bem como um suporte prolongado à distribuição são pedidos dos usuários comerciais e domésticos do Ubuntu.

A Canonical também afirma que manterá updates regulares de segurança para a versão. A próxima versão do Ubuntu é esperada para outubro deste ano.

Fonte: http://info.abril.com.br

Dell venderá XP mesmo após fim do XP


A Dell continuará vendendo computadores com Windows XP mesmo após 30 de junho.

A Microsoft anunciou que pára as vendas do antecessor do Vista no dia 30 de junho. A Dell, no entanto, disse nos Estados Unidos que fará uso de licenças de downgrade para oferecer a opção XP aos consumidores que preferirem a versão mais antiga do Windows.

A Dell diz que seu objetivo é vender hardware para todo tipo de usuário e oferecer o sistema operacional que o consumidor desejar. Por isso, diz a Dell, iniciou em 2007 vendas de desktops com distribuição Linux, PCs sem sistema operacional, com Vista ou XP.

A idéia da Microsoft é não embarcar mais o XP a partir do segundo semestre, com exceção de laptops ultraportáteis, que exibem hardware limitado para rodar o Vista.

Esta semana, no entanto, o CEO da Microsoft, Steve Ballmer, admitiu a possibilidade de continuar vendendo o Windows XP. Segundo Ballmer, “se os usuários quiserem” a Microsoft poderá continuar a oferecer o XP. Ballmer emendou, porém que “até o momento não viu usuários pedindo XP”.

Fonte: http://info.abril.com.br

Computadores «low cost» a partir de 199 euros


Linha G Series terá dois modelos disponíveisA Chip7, empresa de comercialização de material informático, acaba de lançar uma «nova iniciativa que promete agitar o mercado»: a linha de computadores «low cost».

Baptizada como «G Series», esta promoção «de contornos inéditos» conta, de momento, com dois modelos disponíveis, o 313 e o 713, refere a empresa em comunicado.

Os preços destes dois computadores são «absolutamente irresistíveis», já que o primeiro custa 199 euros e o segundo 249 euros.

Os dois computadores têm processadores AMD, discos de 160GB, gravador de DVD, sistema gráfico nVidia GeForce 6100 e sistema operativo Linux GOS (Google Operating System).

Fonte: http://www.agenciafinanceira.iol.pt

Flisol 2008 na PUC do Rio de Janeiro


“Em 26 de abril, será realizado o FLISOL - Festival Latinoamericano de Instalação de Software Livre - evento de divulgação de Software Livre da América Latina. No Rio de Janeiro quem está organizando este evento é o SL-RJ. Segundo o coordenador Carlos Ferreira, “É uma ótima oportunidade para levar seus amigos para passar este dia tão importante, participando das palestras ou instalando legalmente seu computador”. O Local onde será realizado, é a PUC-Rio - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro - Auditório do RDC, localizado na Rua Marquês de São Vicente, 225, Gávea - Rio de Janeiro, RJ - Brasil - 22453-900. Das 8:30 às 17:00.”

Introdução

Um *Installfest* é um evento, geralmente patrocinado por um Grupo de Usuários Linux ou universidade, em que pessoas se reúnem para realizar instalações em massa de sistemas operacionais de computador ou software, principalmente o sistema operacional Linux e outros softwares de código aberto. É geralmente um evento de apoio e de construção da comunidade, onde iniciantes trazem seus computadores juntamente com os discos de instalação de seu sistema operacional preferido ao local do installfest, e usuários experientes os auxiliam a iniciar e a resolver problemas. Às vezes CDs contendo alguma distribuição de Linux e informativos são distribuídos gratuitamente aos participantes. Os installfests recebem bem todo nível de conhecimento, de iniciantes completos a usuários avançados. Os installfests podem variar de encontros informais a festas com comida, bebida e música. O tom e o escopo do evento dependerá da organização que o patrocina. A palavra /Installfest/ é uma junção de /instalação/ e /festival/. O termo /install fest/ ou a variação /Install Fest/ são também utilizados. /Installfest/ captura a atmosfera festiva de pessoas auxiliando umas às outras através de instalações muitas vezes difíceis.

*

. fonte : http://pt.wikipedia.org/wiki/Installfest

Local e hora

*

Local: PUC-Rio - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro - Auditório do RDC
Endereço: Rua Marquês de São Vicente, 225, Gávea - Rio de Janeiro, RJ - Brasil - 22453-900
Website:
Data: 26 de abril de 2008
Horário: 9:00 hr as 17:00 hr

ATENÇÂO: Maquinas do tipo Desktop(com gabinete) só poderão entrar no Campus da PUC-Rio até as 12:00 horas, após este horário somente laptops dentro de mochilas.

Responsáveis

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Coordenador:
o

Carlos Henrique Lucas Ferreira

Colaboradores:
o Luiz Guilherme Aldabalde
o Avalci Suzano
o Carlos Eduardo(Cadunico)
o Luis Felipe Costa
o Bruno Garcia
o Josir Gomes

Organização

* Ativistas do Software Livre do Rio de Janeiro
* SL-RJ

Fonte: http://installfest.info/FLISOL2008/Brasil/RioDeJaneiro