O projeto Sidux já desponta como uma das distribuições de maior destaque do ano. Com uma abordagem metódica, que visa transformar o Debian unstable em um desktop mais estável, ágil e agradável, muitos usuários estão descobrindo os prazeres de usarem as últimas novidades de uma grande distribuição, sem correr os riscos habituais de se usar um sistema que muda tão depressa. O DistroWatch conversou por email com Chris Hildebrandt, um dos fundadores do projeto, para descobrir os segredos do Sidux. Muito gentil, Chris falou por toda a equipe de desenvolvimento, enfatizando que o projeto não tem um líder, mas sim um time de membros equivalentes da comunidade: “O projeto Sidux não tem nem precisa de líderes; na verdade, uma de nossas maiores motivações para dar início ao Sidux foi provar que um projeto open source sério pode ser tocado pelo trabalho em equipe e pela cooperação de membros equivalentes da comunidade. Embora não seja um programador profissional, eu fui um dos fundadores e arquitetos do Sidux. Falo em nome de toda a equipe (que foi consultada sobre cada uma de suas perguntas), mas na verdade sou apenas um membro de pouca importância neste grupo maravilhoso de pessoas que estão criando o Sidux."

DW: Chris, muito obrigado pela sua atenção. Para começar, você poderia se apresentar? Quantos anos você tem? Onde você mora? O que você faz para ganhar a vida?



CH: Eu nasci há 46 anos em Viena, na Áustria. Já vivi e trabalhei na Grécia, Alemanha, Suíça, Rússia e Estados Unidos. Já faz oito anos que voltei a Viena para trabalhar como consultor de gestão. Sou casado e feliz, e tenho três filhos. Além da família e do trabalho, também gasto boa parte do meu tempo livre trabalhando em diversos projetos open source. Com isso, a maioria dos meus outros hobbies desapareceu com o passar dos anos.

DW: Há quanto tempo você usa Linux? Que distribuições você já usou?

CH: Eu trabalho com servidores de hospedagem e desenvolvimento web, e já usei várias distribuições Linux para administrar e manter funcionando esses servidores. Como eu amo experimentar sistemas operacionais há uns trinta anos, já testei quase todas as distros disponíveis. Mas o desktop Linux é algo que só descobri há cinco anos. Depois de testar algumas distros famosas, eu logo me senti atraído pela beleza do Debian e seus derivados. Depois de usar o KNOPPIX e o SimplyMEPIS por um tempinho, achei meu lar no KANOTIX e acabei me envolvendo com o projeto. Mas desde que começamos o Sidux, é só ele que eu rodo nas minhas máquinas. Volta e meia eu dou uma olhada em outras distribuições, mais para ver o que elas fazem e como o fazem.

DW: Se eu me lembro bem, o Sidux começou como um fork do KANOTIX, quando o desenvolvimento do KANOTIX diminuiu a marcha e mudou do Debian Sid para o Debian stable. Mas como, exatamente, você chegou a esse ponto sem volta? Você tentou resolver suas diferenças com Jörg Schirottke (fundador do KANOTIX) ou simplesmente concluiu que a melhor maneira de lidar com suas opiniões conflitantes seria cada um ir para o seu lado?

CH: Quando o Sidux fez um ano eu aproveitei a oportunidade para escrever sobre as motivos da separação . Vários membros da equipe do Sidux também expressaram seus pontos de vista. Resumindo, passamos meses tentando resolver nossas diferenças, mas infelizmente não foi possível. Nunca houve um fork, mas sim um novo começo com aqueles que já se conheciam e que queriam continuar a trabalhar juntos.

DW: Vamos falar sobre o Sidux em si. Ele é um derivado do Debian unstable, o que às vezes pode ser complicado. Como você mantém o sistema estável? Você tem alguma rotina de testes específica?

CH: Sim, o milagre de converter o unstable em um sistema operacional estável e confiável para o dia-a-dia depende de muitos testes e correções. Nossa equipe de testes é formada por mais de cinqüenta pessoas que tentam estragar o Sidux todo dia, para torná-lo mais estável para os usuários. Aqueles que gostam de fazer testes estão convidados a se unirem a nós em nosso fórum e no IRC, para nos ajudarem nessa árdua tarefa. As correções são feitas de diversas maneiras, de preferência enviando bug reports aos mantenedores responsáveis do Debian ou patches diretamente aos autores dos pacotes em questão. Mais do que isso, a equipe de desenvolvimento busca sempre oferecer correções temporárias pelo repositório do Sidux até que pacotes corrigidos apareçam nos mirrors do Debian. Isso ajuda a garantir que as panes pelas quais o Sid é famoso não façam parte do “dist-upgrade” da maioria dos usuários do Sidux.

DW: E quanto ao kernel? Sei que o Sidux traz seu próprio kernel, mas no que ele difere do kernel do Debian? Ele tem alguns patches interessantes?

CH: Os kernels do Sidux são obra de Stefan Lippers-Hollmann (slh), um de nossos desenvolvedores mais importantes e bem informados. A partir do kernel original, ele combina importantes ajustes na configuração à inclusão de diversos patches, bem como de alguns drivers importantes. Isso é parte do segredo do Sidux para detectar mais e mais hardware a cada novo kernel. Toda a equipe de desenvolvimento está sempre ocupada analisando o feedback da comunidade e encontrando novos drivers que possamos implementar. Também acompanhamos cuidadosamente os projetos de desenvolvimento de drivers e nos envolvemos sempre que é legal e tecnologicamente possível.

DW: O Sidux tem algum código do KNOPPIX ou do KANOTIX? Talvez os módulos de detecção de hardware do KNOPPIX? Ou alguns patches do kernel do KANOTIX?

CH: Para nos mantermos fiéis aos nossos princípios quanto ao código e preservarmos 100% de compatibilidade com o Debian (e também para evitarmos problemas legais) nós desenvolvemos e utilizamos apenas código nosso. Nunca fomos um fork. Todos os pacotes e ferramentas do Sidux foram desenvolvidos pela nossa equipe. E como todo projeto verdadeiramente livre, todo o código do Sidux está disponível ao público. Disponibilizamos todos os fontes a cada lançamento e nossos repositórios SVN estão abertos a todos.

DW: O Sidux se enquadra na categoria dos live CDs instaláveis. Quem criou o instalador gráfico?

CH: Como ocorre com todas as ferramentas do Sidux, há scripts em nível de hardware que nos dão a funcionalidade, e uma interface é construída sobre eles. Os scripts de instalação foram criados e otimizados por toda a equipe de desenvolvimento, enquanto a interface gráfica é em boa parte obra de Horst Tritremmel (hjt).



DW: O arquivo sources.list do Sidux inclui dois repositórios – Debian Sid e Sidux sid, ambos habilitados por padrão. Qual é a diferença entre eles? É seguro adicionar o imprevisível repositório do Debian unstable? Posso atualizar meu Sidux regularmente e ter esperanças de que a viagem seja tranqüila? O que você recomenda aos que querem instalar o Sidux e mantê-lo atualizado?

CH: O Debian Sid é nossa fonte principal de pacotes, usamos todo o repositório do Debian como nossa base, que contém mais de 20.000 pacotes até agora. Os repositórios do Sidux complementam os do Debian com nossos programas e scripts, bem como com algumas correções temporárias. Fazemos de tudo para oferecer um lançamento que não pára, isto é, que seja um ponto de entrada em um momento específico do Debian sid, mas que pode e deve passar por um "dist-upgrade" regularmente. A viagem é tranqüila porque direcionamos os esforços de toda a nossa equipe para um objetivo: fazer do Debian stable um sistema operacional estável e confiável.

Eu recomendo “dist-upgrades” semanais, mas é sempre bom consultar nosso website antes de fazer isso. Também oferecemos scripts e ferramentas para tornar essa tarefa a mais simples possível para todos. Um deles é o script smxi, de Harald Hope (h2). Outros são o xadras e o Centro de Controle, de Fabian Wuertz.

DW: Minhas primeiras impressões visuais das primeiras versões do Sidux não foram muito boas. Mas dois anos depois, eis que ele traz um visual muito bonito (embora isso seja subjetivo), em especial devido ao novo tema, ao papel de parede e às cores leves do desktop. Quem é o responsável por isso?

CH: Temos muito orgulho de contar com pessoas tão talentosas em nossa equipe de arte. O tema do Eros, a última versão do Sidux, foi obra de Bernard Gray (clearly), já o design do Nyx, a nova versão, foi criado por ele, Daniel Prien (Daniel-S-P) e klaymen, e por toda a equipe de arte.

A arte sedutora é uma das características interessantes do Sidux 2008-01.


DW: Quantos outros desenvolvedores trabalham no Sidux?

CH: Há 13 desenvolvedores na equipe principal no momento, e umas dez ou vinte pessoas que contribuem com scripts, patches e outras coisas. Os desenvolvedores mais ativos no momento são Kel Modderman (kelmo), Joaquim Boura (x-un-i), slh e hjt.

Mas o Sidux é um projeto da comunidade e embora bom código seja importante, há muito trabalho vital que não envolve código e é realizado por um grupo cada vez maior de pessoas. Nosso maravilhoso manual é escrito e traduzido pela equipe de documentação, um grupo de mais de trinta pessoas coordenado por Trevor Walkley (bluewater), encarregado desse trabalho cansativo e complicado. Já mencionei a equipe de arte, que garante que o Sidux terá um belo visual mesmo ao seu olhar crítico ;-). Também temos a equipe de suporte, com mais de 20 pessoas lideradas por Ferdi Thommes (devil), que também é integrante de várias outras equipes (ele parece estar em todo lugar) e também da e.V, nossa sociedade sem fins lucrativos, respondendo a perguntas e ajudando aos usuários dia e noite no fórum e no IRC. Os membros da e.V (55 até o momento) são ótimos, e cuidam das nossas finanças, da loja, das atividades de marketing e apresentam o Sidux ao mundo.

Também há muita gente cuidando da comunicação e da comunidade, e algumas pessoas cuidando de nossos mirrors e servidores – em especial, Aedan Kelly (etorix).

DW: Quais são seus planos para o futuro? O Sidux vai seguir o Debian Sid para sempre ou você tem alguma surpresa interessante para nós?

CH: Sim, é seguro afirmar que o Sidux será sempre baseado no Debian sid. Consideramos o Sidux um Debian Sid com tempero ;-). Cada nova versão traz novas características e ferramentas. Temos um melhor suporte a desktops alternativos engatilhado; já vi um instalador para o Eee PC, um melhor suporte a instalações USB, um melhor suporte a hardware sem fio, e com certeza há muito mais a caminho. Por isso, devo fazer um pedido importante: quanto mais hardware pudermos testar, maior será a compatibilidade do Sidux. Gostaríamos muito de trabalhar com fabricantes de hardware, que nos forneceriam equipamentos para testes, para que pudéssemos oferecer uma boa compatibilidade de hardware que posteriormente se estenderia a todas as distribuições Linux.

Talvez vejamos uma interface gráfica para nossos scripts de masterização ser criada e documentada, o que permitiria a nossos usuários criar suas próprias versões do Sidux. Mas isso é mais para frente. 

Adoramos surpreender nossos usuários. Então, experimente nossa última versão e curta as surpresas!

DW: Chris, muito obrigado por sua atenção, e boa sorte com seu projeto!

CH: Obrigado, mas o Sidux está longe de ser o “meu” projeto. Eu sou, entretanto, um orgulhoso membro da grande comunidade do Sidux.

Fonte: http://www.guiadohardware.net/


A migração de tecnologia de uma organização que usa software proprietário e deseja passar a usar o software livre (de código-fonte aberto, elaborado coletivamente e modificado a qualquer momento por qualquer usuário, como o sistema operacional Linux), mais que um processo técnico, envolve uma mudança cultural, sendo eminentemente pedagógico. É o que aponta o pedagogo Anderson Fernandes de Alencar num estudo conduzido na Faculdade de Educação (FE) da USP.

Etapas da migração

O pesquisador participou por mais de um ano da mudança de sistema operacional e softwares proprietários da Microsoft para o sistema operacional Linux e programas utilitários de código aberto (como o Open Office) na ONG Instituto Paulo Freire, relatando e refletindo sobre todas as etapas da migração a partir do pensamento do filósofo Álvaro Vieira Pinto e do educador que dá nome à organização.

Em suas obras, entre outros assuntos, Álvaro Vieira Pinto reflete sobre tecnologia, técnica e a relação destas com o ser humano. Também trata da dependência tecnológica como fator de colonização dos países subdesenvolvidos.

Sujeito do aprendizado

Na perspectiva freiriana, a educação é compreendida como um processo de democratização do conhecimento e possibilidade de novas leituras de mundo. O aprendiz deve ser sujeito e não objeto do seu processo de aprendizagem.

Tal pensamento ajusta-se à filosofia do movimento que defende o software livre, que vê a tecnologia compartilhada como uma ferramenta de transformação social, pois disponibiliza o conhecimento a todos - tanto o seu acesso como a sua construção.

Linux

O sistema operacional Linux, por exemplo, é gratuito (como a maior parte dos softwares livres) e desenvolvido coletivamente: qualquer pessoa pode fazer modificações no seu código, adaptando o programa para as suas necessidades. As versões geradas por esta adaptação são compartilhadas por usuários do mundo todo, numa comunidade que está 24 horas por dia aprimorando o programa e corrigindo eventuais falhas, possibilidade que pode tornar um software livre bem mais seguro do que um proprietário.

Conscientização dos benefícios

Mas fazer com que os membros de uma organização se conscientizem dos benefícios da mudança não é tarefa tão simples. "Seria muito mais rápido se simplesmente deixássemos os técnicos desinstalarem um software e instalarem outro, e obrigar as pessoas a aprender a lidar com as novas ferramentas, mas isso não estaria de acordo com a concepção do software livre nem do próprio Instituto. Teríamos usuários de software livre com a 'cabeça proprietária', uma visão que privilegia a competitividade, a mercantilização das relações e a dependência tecnológica", explica Alencar.

Sensibilização dos usuários

Primeiramente, foi organizada uma discussão visando sensibilizar os colaboradores do Instituto para os benefícios do software livre. Para isso, foi convidado como palestrante o professor da Faculdade Cásper Líbero Sérgio Amadeu, que foi coordenador da Rede Pública de Telecentros em São Paulo e presidente do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI). Alencar ressalta o termo sensibilização, já que segundo ele "ninguém conscientiza ninguém, a própria pessoa, sensibilizada pelos elementos propiciados, é que pode tirar suas conclusões e repensar sua visão de mundo".

Oficinas de aprendizado

Foi então desenvolvido um plano de migração por uma equipe que contava com técnicos e não-técnicos do Instituto, plano este que passou por várias discussões e versões até poder ser sistematizado. Em seguida, foram promovidas, em três etapas, a remoção dos antigos programas comerciais e instalação dos abertos, seguidas de oficinas para aprendizagem do uso dos novos softwares.

Apesar das dificuldades encontradas - já que se optou por ensinar o uso de todos aplicativos a todos os funcionários, mesmo os que não usassem algum deles no trabalho - as oficinas tiveram excelentes resultados. Finalmente, as equipes puderam avaliar o processo, relatar suas experiências e indicar possíveis problemas a serem sanados ao final de um ano de processo de migração.

Além do treinamento técnico

O pesquisador considera que esta experiência, além dos aspectos teóricos refletidos, pode ter grande utilidade para organizações que queiram implementar o uso software livre, desde que o desejem fazer "a partir de uma concepção que vá além do treinamento técnico, buscando um processo pedagógico que respeite o usuário, baseado no diálogo e na construção democrática", completa. O relato e as análises de Alencar estão expostos na dissertação de mestrado A pedagogia da migração do software proprietário para o livre: uma perspectiva freiriana, defendida em 2007 na FE.

Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/


Apenas em 2007, a Digium, empresa criadora do Asterisk, registrou mais de um milhão de downloads do software open source de maior sucesso desde o Linux. Até agora já foram mais de 4,5 milhões de downloads, número que tende a crescer muito, conforme o programa ganha popularidade e adeptos.

Tomando cuidado para não perder essa oportunidade, a companhia agora trabalha para enfrentar seus principais desafios: ganhar maior confiança das empresas através da melhoria do suporte ao Asterisk, bem como ampliar a base de usuários estimulando a criação de soluções que rodem sobre o sistema.

Neste estágio, era mais do que natural que a Digium passasse a olhar para outros mercados promissores, como a América Latina. Prova disso é a visita a São Paulo, em maio, do fundador e CTO da empresa, Mark Spencer, considerado por muitos um dos grandes influenciadores do mercado de TI da atualidade. Nesta entrevista exclusiva ao Canal VoIP, Spencer conta um pouco sobre a situação atual da sua empresa e de seu filhote, o Asterisk, bem como comprova os planos de tornar mais forte sua presença na região, especialmente no Brasil.

Recentemente, em Toronto (Canadá), você disse que o Asterisk é chato. Você acredita que o programa já atingiu todo o seu potencial?

Na verdade, isso está meio fora de contexto. Minha apresentação em Toronto foi para contrastar as aplicações "chatas" do Asterisk com aquelas que são mais excitantes. Eu acho que o Asterisk está rapidamente atingindo um nível de desenvolvimento em que a maioria das funcionalidades fundamentais está lá. Grande parte dos esforços agora está em trabalhar o programa de forma que ele possa escalar através de clustering e de outras tecnologias.

No entanto, é empolgante o fato de que o Asterisk é uma plataforma de tanto sucesso que agora mais aplicações são desenvolvidas sobre ela, permitindo atender a todos os tipos de mercados verticais, bem como se conectar com outras tecnologias como a Web 2.0, comunicações unificadas, sistemas de calendário e até mesmo aplicações "bizarras", como os sensores de umidade do projeto Botanicalls.

No ano passado, a Digium anunciou o milionésimo download do Asterisk. Também em 2007 a empresa completou seu 24º trimestre consecutivo de crescimento em faturamento. Quais são as expectativas para este ano?

Foram mais de um milhão de downloads apenas em 2007. Nós já tivemos mais de 4,5 milhões de downloads desde a criação do Asterisk. Esperamos neste ano continuar crescendo em downloads e faturamento, mas também estamos focando em 2008 no crescimento através da expansão de canais e do aumento de investimento em marketing, vendas e desenvolvimento. Acho que é importante agora que a Digium construiu uma linha de produtos tão sólida para investir no futuro.

Você também disse em Toronto que as aplicações são o centro das ações hoje. Quais são as mais interessantes que você viu até agora? Em que direção a Digium vai em relação ao desenvolvimento de aplicações?

A Digium tem um papel tanto de assegurar a estabilidade e a eficiência da base de código open source principal do Asterisk, quanto de ajudar algumas verticais e grandes horizontais - como as focadas em PBX para pequenas e médias empresas - a construir produtos turn-key e soluções usando o Asterisk. Isso inclui nossos produtos de appliance. Nós também desenvolvemos componentes e construímos parcerias que permitem que outras empresas dentro do ecossistema Asterisk tenham sucesso construindo suas verticais de forma produtiva para ambas as companhias, alavancando a marca Digium e o projeto Asterisk.

O que podemos esperar da Digium em 2008 em relação a novas versões, produtos e ações de marketing e vendas?

Versões mais avançadas do Asterisk e uma significante expansão de nossos canais - não apenas as revendas sofisticadas com as quais já temos historicamente trabalhado com sucesso, mas uma ampliação através de distribuidores muito mais tradicionais e redes de revendedores que têm menos familiaridade com open source e que desejam alavancar suas vantagens no mercado através de ofertas baseadas nele.

Alguns dizem que o seu software tem potencial para causar uma revolução no mercado assim como fez o Linux. O que você pensa disso?

O Asterisk deve ser ainda mais revolucionário no mercado de telecom do que o Linux tem sido no segmento de sistemas operacionais, porque o Linux tem muito mais barreiras de entrada (a quantidade de aplicações suportadas pelo Windows, a familiaridade das pessoas com o Windows, etc.) - o que não tem analogia no mercado de telecom. Mais ainda, o Linux já "azeitou as engrenagens", pois ensinou as pessoas que o open source pode ter sucesso nos negócios, então para o Asterisk não foi tão difícil quanto seria caso o Linux não existisse. Certamente não haveria maneira do Asterisk ter tido tanto sucesso se o Linux não tivesse aparecido primeiro (tanto num nível técnico quanto no de negócios), mas agora o Asterisk está ganhando tanta atenção que alguns empreendimentos estão passando por suas primeiras experiências usando o Linux após terem experimentado com sucesso o Asterisk!

Como a Digium está trabalhando para resolver o "problema de suporte" de forma a poder ir além do mercado SMB (pequenas e médias empresas) e chegar às grandes corporações?

Esse é certamente um grande passo, e um dos motivos pelos quais começamos focando no mercado SMB primeiro. Nosso apoio realmente tem vindo de empresas que já têm familiaridade com o Asterisk e desejam trabalhar conosco para desenvolverem produtos para elas - e esse é um tipo de empresa que cada vez mais têm se aproximado de nós. Estamos trabalhando com parceiros que têm times de suporte globais; estamos criando e treinando Profissionais Certificados em Asterisk pela Digium (Digium Certified Asterisk Professionals - dCAPs) em todo o mundo; e estamos aumentando nossa equipe de suporte e a oferta de assinaturas, além de nosso ecossistema global. Esperamos que essas ações gerem um aumento de suporte global dentro das empresas.

A Digium tem buscado as operadoras de telecom visando o desenvolvimento do Asterisk?

Nós estamos muito interessados em trabalhar com operadoras que forneçam CPE em particular, mas embora tenhamos feito alguns trabalhos com operadoras que usam o Asterisk dentro de suas infra-estruturas, este não é o foco da Digium hoje. Temos muitos parceiros entre operadoras e empresas de serviços, mas nossa oferta de produtos ainda está focada em serviços gerenciados para pequenas e médias empresas.

Como você se sente aparecendo em listas de "empresas a se observar" e "pessoas influentes" (como a das 100 pessoas mais influentes de TI da eWeek) com apenas 31 anos?

Sinto que fui abençoado tanto pelo que tive quanto pelo que não tive. Há muitas ironias que envolvem o desenvolvimento da Digium - por exemplo, se eu tivesse dinheiro suficiente para comprar um sistema de telefonia em 1999, provavelmente eu nunca teria desenvolvido o Asterisk e então não existiria o sucesso da Digium.

No VoiceCon, você pareceu muito cético em relação ao discurso de interoperabilidade adotado por grandes players como Microsoft, Cisco e Avaya. Você acredita que trata-se de um discurso vazio? Caso contrário, quem você acredita que está colocando isso em prática da melhor forma?

Eu acredito que a interoperabilidade é importante principalmente num nível empresarial, e alguns vendors legitimamente desejam dar suporte a isso. No entanto, a Microsoft, em particular, tem um histórico de só usar a interoperabilidade enquanto é beneficiada por isso, e rapidamente deixa os padrões abertos quando passa a ter outros interesses.

O que você pensa sobre Comunicações Unificadas? O mercado está preparado para essa tendência ou este maravilhoso mundo novo ainda existe apenas na cabeça dos fabricantes? Que papel o Asterisk terá no desenvolvimento desse mercado?

Comunicações Unificadas têm significados diferentes para empresas diferentes. Alguns consideram levar o voice mail para o email Comunicações Unificadas, outros pensam que isso é ter um único número de telefone e uma única caixa de voice mail. Acredito que o Asterisk é uma tecnologia importante para UC (Unified Communications), e você verá cada vez mais produtos Digium nesta área, especialmente conforme formos construindo relacionamentos fortes com outros players de open source.

Quais são os principais obstáculos que as empresas encontram quando buscam uma solução de telefonia IP? Como o Asterisk pode facilitar esse processo?

O Asterisk transpõe tanto as barreiras econômicas quando as culturais, ao tornar possíveis soluções de baixo custo e soluções customizadas para uma variedade de geografias. Por exemplo, mais de 50% dos negócios da Digium são fora dos Estados Unidos – algo raro para uma companhia do nosso tamanho.

Quais são os planos da Digium para a América Latina, especialmente para o Brasil? Considerando que o País tem uma comunidade gigantesca de usuários e de desenvolvedores de open source, sua empresa não tem interesse em abrir uma operação aqui?

A América Latina (o Brasil em particular) é uma área quente para o crescimento da Digium. Estamos trabalhando hoje para desenvolver tecnologias como E1/R2, que são específicas para estes mercados, e agregamos canais parceiros para nos ajudar a servir a região da melhor maneira. Creio que a América Latina será uma das áreas de maior crescimento para nós em 2008.

Fonte: http://www.convergenciadigital.com.br/


Análise da ABI Research considera influência do projeto Android e da aquisição da Trolltech pela Nokia

A empresa de análise de mercado ABI Reserch prevê que cerca de 20% dos dispositivos móveis usarão algum tipo de sistema operacional Linux por volta de 2013. 

A conclusão baseia-se em nas atuais dinâmicas do mercado, como o crescimento da Linux Mobile Foundation (LiMo), fundada por empresas como Motorola, Samsung e Vodafone, há cerca de um ano. Além disso, a empresa cita o projeto Android, desenvolvido pela LiMo e pelo Google, e iniciativas da Nokia, como a aquisição da Trolltech, especializada em aplicações Linux. 

As soluções para sistema operacional Linux terão melhor custo-benefício que as proprietárias, mesmo quando requerimentos de silício são considerados, dado que uma camada de aplicação mais forte será incluída como padrão, além do fato de que as customizações estão a cargo dos desenvolvedores de software independentes, analisa Stuart Carlaw, vice-presidente da ABI Research. 

A empresa também prevê que as soluções em Linux para mobilidade serão importantes para integrar aplicações web. O sistema operacional de código aberto também pode ajudar na oferta de ambientes orientados a conteúdo para usuários de aparelhos celulares menos sofisticados. A consultoria também prevê que a fragmentação de framework e questões de hardware, que atrapalharam o uso de Linux em mobilidade, estão encontrando resolução. 

No entanto, o mercado ainda não tem uma visão generalizada do Linux em dispositivos móveis. O mercado de sistemas operacionais móveis é bastante fragmentado: enquanto o Symbian domina na Europa, tem pouca presença nos Estados Unidos. Além do Windows Mobile e o Android, o iPhone da Apple continua com grande atenção.

Fonte: http://www.itweb.com.br

Conheça o sistema Big Linux


O TecnoGuia experimentou a nova versão do sistema que desmistifica a idéia de que o Linux é complicado

‘‘Linux é difícil!’’ É comum se ouvir esta frase de usuários domésticos sobre o sistema operacional alternativo ao Windows que vem ganhando espaço em empresas e instituições governamentais e que agora está cada vez mais perto das residências. Para quem ainda acha que esse software livre é somente coisa de experts em informática, o TecnoGuia traz uma análise do Big Linux, uma distribuição (versão modificada do sistema Linux) que ainda é pouco conhecida no Ceará, mas que merece um espaço ao lado do Windows no seu disco rígido.

O sistema operacional Big Linux é desenvolvido no Brasil por diversos colaboradores e tem como mantenedor o jovem Bruno Gonçalves, de Brasília. Para tornar-se um sistema muito fácil e poderoso, o software funciona utilizando os melhores recursos de um ou de outro sistema de código aberto baseado em Linux, como o elogiado Ubuntu — de onde vêm os repositórios (links para programas e pacotes) —, o Kurumin e o Kanotix, entre outros.

O ‘‘Big’’, como é chamado por seus usuários, traz diversos programas essenciais para o dia-a-dia de um usuário comum ou para empresas de qualquer porte. Estes programas são dispostos em categorias como escritório, gráficos e internet. ‘‘Desta forma, fica fácil para o usuário encontrar o programa que deseja’’, afirma o cearense Lucas Filho, consultor da Open-Ce Tecnologias e Serviços e um dos colaboradores do projeto do Big Linux.

Para quem está acostumado com a interface gráfica do Windows, o visual do Big não decepciona. O sistema oferece várias opções de aparência, muitas delas bem semelhantes ao Windows. O diferencial é que, facilmente, o próprio usuário pode modificar itens do sistema — como o nome e o ícone do menu ‘‘Iniciar’’, por exemplo — da maneira que desejar. Logo de cara se pode escolher sete visuais diferentes para testar o Big Linux. E após sua instalação, é possível mudar facilmente o visual.

O reconhecimento de hardware e periféricos, como impressoras, câmeras digitais e outros dispositivos, é mais um ponto forte do sistema. ‘‘Certa vez, no apartamento de um amigo, passamos cerca de 40 minutos para baixar o programa de instalação e configurar uma impressora no Windows. Já no Big Linux, a mesma impressora foi instalada em aproximadamente 10 segundos e com um detalhe: só tivemos que conectar o cabo USB. O Big Linux fez todo o restante sozinho. Isto sim é um verdadeiro sistema plug-and-play (conectar e usar)’’, comenta Lucas.

Mas nem todas as impressoras ou dispositivos são reconhecidos facilmente. Usuários de equipamentos da marca HP, por exemplo, podem contar com dicas e alguns projetos relacionados ao Linux em sua página na internet (www.hp.com.br). Segundo o consultor, é melhor ver primeiro se o equipamento já é compatível antes de adquirí-lo.

‘‘Não é pelo fato de ser Linux que é difícil. Àqueles que tiverem alguma dificuldade em usar o Big Linux, o Fórum de usuários que pode ser acessado no endereço www.biglinux.com.br/forum, conta com usuários dispostos a ajudar de forma colaborativa e gratuita’’, diz o consultor.

A atual versão do Big Linux é a 3.0. A versão avaliada pelo TecnoGuia foi a 4.0 beta. Ainda em testes e avaliações, a versão 4.0 final está prevista para chegar nos próximos meses. Com distribuição gratuita através de download de um arquivo para criação de um Live-CD — que permite rodar o sistema sem a necessidade de sua instalação no disco rígido, se o usuário preferir —, o Big Linux pode ser obtido através do site www.biglinux.com.br. 

AJUSTES E EFEITOS
Software é totalmente personalizável

A personalização do Big Linux também é algo que se destaca neste sistema operacional de código aberto em relação aos demais — e, principalmente, em relação ao Windows. O software permite que o usuário leigo modifique facilmente itens como o papel de parede, botões de janelas, menus, cores e até mesmo colocar uma foto sua ou imagem — a logomarca da sua empresa, por exemplo — no menu ‘‘Iniciar’’ do sistema operacional.

O Big Linux foi a primeira distribuição a oferecer, por padrão, os recursos em 3D — coisa que só veio surgir para usuários do Windows com o Vista. Os sofisticados efeitos em três dimensões chamam a atenção — e até servem como distração e brincadeira para boa parte dos usuários, que literalmente brinca com os elementos da tela. Dobrar uma janela como se fosse de papel, vê-la pegando fogo ao ser fechada, entre outros efeitos curiosos, são recursos possíveis com poucos cliques do mouse e um computador de médio porte. Tal sofisticação visual, no Windows Vista, requer uma máquina bem equipada. No Big Linux, isso pode ser feito em um PC com memória RAM de 256 MB.

Outro recurso do sistema é o zoom da tela, útil em apresentações ou para usuários com problemas de visão. ‘‘Durante as aulas em unidades educacionais, conseguimos ampliar a imagem da tela por completo, em média, em 15 vezes. Isto faz com que os alunos acompanhem em detalhes toda a imagem, seja ela um botão ou um pequeno ícone’’, destaca o consultor Lucas Filho.

AMEAÇAS DIGITAIS
Sistema é mais seguro do que o Windows

Um dos maiores incômodos e preocupações que acometem os usuários da internet hoje em dia são as ameaças à segurança das informações. Antivírus, antispywares, antiadware e firewall são algumas das ferramentas que o usuário deve ter e manter sempre atualizado em seu computador para tentar – sem ter plena certeza de sua eficiência – driblar as ameaças como vírus, invasões e roubo de senhas, para se sentir seguro no mundo online. Como está presente em mais de 90% dos computadores pessoais em todo o mundo, o Windows é o sistema operacional que tem sido o maior alvo das pragas virtuais. Isso significa que os usuários de sistemas baseados no Linux, como o Big Linux e o Ubuntu, estão mais seguros.

Segundo o consultor Lucas Filho, é comum entre os usuários de sistemas do meio Linux nem se incomodarem em instalar programas antivírus em seus computadores. ´O antivírus que às vezes se usa é para o próprio Windows´, diz o especialista, relatando que muitos usuários mantêm o Windows em alguma partição do disco rígido e, ao acessar os arquivos deste sistema através do Linux, podem usar o antivírus como precaução. ´Não temos relatos de ameaças de spywares para roubo de senhas ou de vírus que possam apagar arquivos no Linux´, diz Lucas Filho.

O consultor afirma que, mesmo se ocorresse alguma infecção no Linux, os danos ficariam restritos somente à pasta do usuário, sem comprometer os demais arquivos do sistema ou de outros usuários do computador. Outra vantagem é que, usando este tipo de sistema operacional, o usuário não corre risco de executar por engano algum arquivo malicioso presente em e-mails falsos (os chamados ´phishing scams´). ´No Linux, nenhum arquivo executável se executa por si só´, ressalta Lucas Filho, que como usuário do Big Linux, afirma clicar, sem a menor cerimônia, nos links de e-mails suspeitos que recebe, só para matar a curiosidade de ver que tipo de golpe se trata. 

FIQUE POR DENTRO
Vírus destinados ao Linux ainda são raridade

Com a gradual popularização dos sistemas baseados no Linux, é provável que também cresça o número de ameaças voltadas para essa plataforma - o que atualmente ainda é raro. Já se tem notícia, no entanto, de vírus ´cross-platform´, um novo conceito de vírus que rodam em vários sistemas. Um exemplo é o Bad Bunny, o primeiro vírus para o OpenOffice.

Fonte: http://diariodonordeste.globo.com


Número passará de 700 mil unidades distribuídas no 1º trimestre para 1,2 milhão de laptops de baixo custo até o dia 30 de junho.

A Asustek Computer anunciou, nesta quarta-feira (30/04), que praticamente dobrará a distribuição do laptop de baixo custo Eee PC no segundo trimestre deste ano - em comparação com o primeiro.

As entregas do Eee PC crescerão para 1,2 milhão a 1,3 milhão de unidades até 30 de junho. A empresa distribuiu 700 mil unidades no primeiro trimestre deste ano.

A empresa também espera continuar a lançar modelos do Eee PC com enfoque em diferentes perfis de usuários.

No final do ano passado, os Eee PCs originais foram vendidos por 230 dólares em uma versão rodando Linux. A nova versão, Eee PC 900, tem tela maior - de 8,9 polegadas - e outras melhorias. Ela foi lançada em Taiwan no início do mês por 525 dólares.

As novas versões do Eee PC poderão ter mais funções e especificações mais avançadas - o que inclui telas maiores -, afirmam executivos.

A Asustek prevê que as vendas do Eee PC no segundo trimestre ficarão entre 1,3 e 1,4 milhão de laptops. No primeiro trimeste, a empresa vendeu 1,3 milhão de unidades.

O objetivo de vendas para este ano é de 5 milhões de unidades.

Fonte: http://pcworld.uol.com.br


As empresas Mapa Brasil e Aberium Systems acabam de lançar o Aberium Supervisor 3.5, software que instala e configura sistemas Linux automaticamente.

Entre os destaques do software estão instalação em até 15 minutos e gerenciamento remoto por interface web, sistema de atualização via web, Controle de navegação web por URL, palavra ou horário, firewall e VPN, relatórios de uso da Internet e do sistema de e-mail por usuário, sistema de e-mail com webmail, anti-spam e antivírus incorporado (opcional), entre outros.

"Quando se fala em Linux, cada técnico tem seu jeito de fazer as coisas. Com o Aberium Supervisor há possibilidades de padrões que permitem que o próprio usuário escolha e efetue todas as atualizações que achar necessárias, por conta própria" explica Paulo Tonetto, diretor de negócios da Mapa Brasil.

O software é vendido através de licenciamentos anuais ou locações por mês e é recomendado para empresas com mais de cinco usuários e menos de 1.500.

Fonte: http://www.baguete.com.br


O Linux Technology Center da IBM Brasil está recrutando engenheiros de software para trabalharem em Hortolândia, na região metropolitana de Campinas. 

É requisito para vaga ter formação superior na área de Computação (TI) ou experiência comprovada no setor. Os profissionais devem ter experiência no design e implementação em linguagens como C/C++, Python ou Perl; serem capazes de desenvolver no modelo Open-Source: uso de mailing-lists e patches, GNU Toolchain (gcc, gdb), GNU Autotools e esquemas de empacotamento como o RPM ou Debian.

Completa o perfil ter fortes conhecimentos de uso e administração em Linux - shell scripts, administração de pacotes, uso do Linux como desktop no dia-a-dia, conhecimento do funcionamento interno do GNU/Linux e fluência em inglês.

São requisitos desejáveis: arquitetura e programação da plataforma Linux on Power, design de ferramentas de toolchain (compiladores, debuggers), desenvolvimento de device-drivers para o Linux Kernel, programação em baixo-nível, conhecimentos em criptografia, Trusted Computing ou padrões de segurança internacionais, tecnologias de virtualização e meta-virtualização, soluções IBM ou open source. A participação em comunidades Open-Source é um ótimo adicional.

Interessados devem enviar um e-mail com currículo anexo para ltcbr@linux.vnet.ibm.com com o título: "Vagas LTC". Ou cadastrar seu CV pelo link relacionado abaixo com o código LTCRE.

- Cadastro de Currículo

Fonte: http://www.baguete.com.br

Arquivos .rar no Linux


Bom dia pessoal.
Bom todos vocês conheçem o tipo .rar?
se não conheçem ai vai uma breve esplicação sobre este tipo de "pacote".

RAR é um formato proprietário de compactação de arquivos muito difundido pela Internet.

A compressão RAR foi desenvolvida por Eugene Roshal (daí vem o nome RAR: Roshal ARchive)

Entre as principais características podemos citar:

  • Alta taxa de compressão
  • Suporte a arquivos grandes (mais de 4 Gb - tamanho não suportado pelos arquivos ZIP)
  • Capacidade de gerar vários volumes de um mesmo arquivo (divide o arquivo RAR em partes menores)
  • Suporte a vários idiomas (inclusive a língua portuguesa)

O principal software de compactação/descompactação de arquivos no Linux formato RAR é o Unrar.

Conteudo retirado do site http://pt.wikipedia.org/wiki/RAR

Quando nos deparamos com este tipo de "pacote" no linux, bate uma duvida, como fazer para tratar este tipo de Arquivo "pacote"?
Em primeiro lugar temos que ter um pacote instalado no nosso computador, o Rar ou Unrar.
Para instalar o pacote rar:
"lembrando que todos os comandos abaixo devem ser usados em um shell 'prompt de comando' e como root"

apt-get install rar

Depois e só descompactar o arquivo:

rar x nomedoarquivo.rar

por exemplo se o arquivo se encontrar em /home/usuario/doutor.rar
para descompactar seria:

rar x /home/usuario/doutor.rar

bom pessoal espero que este pequeno post possa ajudar a vocês.

Abraços

Elisa - O Centro Multimédia Linux

A grande novidade no novo Mandriva Spring, é o Elisa, um excelente Centro Multimédia, capaz de concorrer com muitos projectos e produtos comerciais, tendo este a vantagem de ser a borla e de estar disponível para todas as versões do Mandriva, quer seja One, Free ou PowerPack, infelizmente pelo que sei, só está disponível para Mandriva.


Primeiro vamos lá instalar a coisa, no meu caso, como utilizador de Mandriva é fácil, basta ir ao Gestor de Programas escrever Elisa e em alguns segundos está instalado.

Quando iniciamos o programa a primeira coisa que nos aparece é uma “janela” similar a esta:

Nesta janela podemos desde já ver as principais áreas em que podemos usar o Elisa, nomeadamente para gerir e ouvir Músicas, Vídeos e Imagens.

Por isso vamos começar pelas músicas:

Podemos escolher entre listar as músicas que temos por autor, álbum, pastas e mesmo podemos ir a Internet ouvir algumas rádios, diga-se que as rádios disponíveis estão divididas em categorias em que podemos ir desde música dos anos 70 e 80 passando pelo Folk, Pop e Rock.

Esta é a minha lista actual, pois acabei de migrar do Windows (definitivamente), por isso ainda não tive tempo de colocar a “minha colecção” nas pastas devidas… Agora vamos recuar, podem usar esse botão que tem uma seta curvada, até voltarmos ao ecrã inicial. Agora vamos explorar os Vídeos.

Por razões que não compreendo tentei ler um DVD e não fui capaz, parece-me que os autores do programa ainda não puseram esta “área” a funcionar correctamente, bem quanto ao resto podemos ler ficheiros que tenhamos em pastas ou ir aos “best of”s do YouTube.

Deixo aqui um exemplo de um vídeo a correr, a imagem está um pouco “estranha” mas isso é do Screenshot, que pelos vistos existe uma protecção qualquer contra violações de direitos de autor.

Por fim vamos lá as imagens, pois por razões que desconheço os outros dois ícones são (quase) inúteis, um não funciona (o da roda dentada) e o outro (das ferramentas) só serve para mudar os ícones (e só tem três temas)…

Novamente temos acesso a uma lista, neste caso podemos ir as galerias do Flickr ou as pastas locais, como mostra a seguinte imagem:

Nota: Se quiserem sair do programa basta clicarem na tecla “Esc”, e para parar um vídeo, imagem ou música, cliquem nesse botão de Stop que está na parte superior direita da “janela”.

Veredicto: O programa de facto funciona bem, pelo menos naquilo que faz, mas também não vamos ser muito exigentes pois ainda se encontra numa fase muito jovem, mas já dá plenamente para ver o potencial que poderemos encontrar nas próximas versões, infelizmente não pude ver o filme “O Padrinho” por estar em DVD, espero que este aspecto se resolva nas próximas versões.

Fonte: www.pplware.com

Ubuntu (ideologia)



Ubuntu é uma ética ou ideologia da África do Sul que foca nas alianças e relacionamento das pessoas umas com as outras. A palavra vem das línguas Zulu e Xhosa. Ubuntu é tido como um conceito tradicional africano.

Uma tentativa de tradução para a Língua Portuguesa poderia ser "humanidade para com os outros". Uma outra tradução poderia ser "a crença no compartilhamento que conecta toda a humanidade".

Uma tentativa de definição mais longa foi feita pelo Arcebispo Desmond Tutu:

Uma pessoa com Ubuntu está aberta e disponível aos outros, não-preocupada em julgar os outros como bons ou maus, e tem consciência de que faz parte de algo maior e que é tão diminuída quanto seus semelhantes que são diminuídos ou humilhados, torturados ou oprimidos.

Princípios fundamentais da nova república da África do Sul

Ubuntu é visto como um dos princípios fundamentais da nova república da África do Sul, e está intimamente ligado à idéia de uma Renascença Africana. Na esfera política, o conceito do Ubuntu é utilizado para enfatizar a necessidade da união e do consenso nas tomadas de decisão, bem como na ética humanitária envolvida nessas decisões.

Louw (1998) sugere que o conceito do Ubuntu define um indivíduo em termos de seus relacionamentos com os outros, e enfatiza a importância como um conceito religioso, assentando na máxima Zulu umuntu ngumuntu ngabantu (uma pessoa é uma pessoa através de outras pessoas) que aparentemente parece não ter conotação religiosa na sociedade ocidental. No contexto africano, isso sugere que o indivíduo se caracteriza pela humanidade com seus semelhantes e através da veneração aos seus ancestrais. Assim, aqueles que compartilham do princípio do Ubuntu no decorrer de suas vidas continuarão em união com os vivos após a sua morte.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Apresentação do Operador

Bom dia a todos, gostaria de me apresentar meu nome é marcos mas na comunidade software livre sou conhecido como operador, sou o mais novo colaborador desse Blog.

bom tentarei passar para os amigos leitores o maior conhecimento possível na área de segurança da informação.
minha participação será as quartas e sábados.

Nas quartas-feiras falarei sobre empreendedorismo usando software livre e nos sábados falarei sobre segurança TI.

Bom espero que gostem, farei o possível para postar só artigos de primeira qualidade.

Obrigado.

Qualquer coisa email-me dr.new89@gmail.com


A migração de tecnologia de uma organização que usa software proprietário (de código fonte inacessível, como os da Microsoft, por exemplo) e deseja passar a usar o software livre (de código-fonte aberto, elaborado coletivamente e modificado a qualquer momento por qualquer usuário, como o sistema operacional Linux), mais que um processo técnico, envolve mudança cultural, sendo eminentemente pedagógico. É o que aponta o pedagogo Anderson Fernandes de Alencar num estudo conduzido na Faculdade de Educação (FE) da USP.

O pesquisador participou por mais de um ano da mudança de sistema operacional e softwares proprietários da Microsoft para o sistema operacional Linux e programas utilitários de código aberto (como o Open Office) na ONG Instituto Paulo Freire, relatando e refletindo sobre todas as etapas da migração a partir do pensamento do filósofo Álvaro Vieira Pinto e do educador que dá nome à organização.

Em suas obras, entre outros assuntos, Álvaro Vieira Pinto reflete sobre tecnologia, técnica e a relação destas com o ser humano. Também trata da dependência tecnológica como fator de colonização dos países subdesenvolvidos.

Na perspectiva freiriana, a educação é compreendida como um processo de democratização do conhecimento e possibilidade de novas leituras de mundo. O aprendiz deve ser sujeito e não objeto do seu processo de aprendizagem. Tal pensamento ajusta-se à filosofia do movimento que defende o software livre, que vê a tecnologia compartilhada como uma ferramenta de transformação social, pois disponibiliza o conhecimento a todos – tanto o seu acesso como a sua construção.

O sistema operacional Linux, por exemplo, é gratuito (como a maior parte dos softwares livres) e desenvolvido coletivamente: qualquer pessoa pode fazer modificações no seu código, adaptando o programa para as suas necessidades. As versões geradas por esta adaptação são compartilhadas por usuários do mundo todo, numa comunidade que está 24 horas por dia aprimorando o programa e corrigindo eventuais falhas, possibilidade que pode tornar um software livre bem mais seguro do que um proprietário.

Fases da migração
Mas fazer com que os membros de uma organização se conscientizem dos benefícios da mudança não é tarefa tão simples. “Seria muito mais rápido se simplesmente deixássemos os técnicos desinstalarem um software e instalarem outro, e obrigar as pessoas a aprender a lidar com as novas ferramentas, mas isso não estaria de acordo com a concepção do software livre nem do próprio Instituto. Teríamos usuários de software livre com a ‘cabeça proprietária’, uma visão que privilegia a competitividade, a mercantilização das relações e a dependência tecnológica”, explica Alencar.

Primeiramente, foi organizada uma discussão visando sensibilizar os colaboradores do Instituto para os benefícios do software livre. Para isso, foi convidado como palestrante o professor da Faculdade Cásper Líbero Sérgio Amadeu, que foi coordenador da Rede Pública de Telecentros em São Paulo e presidente do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI). Alencar ressalta o termo sensibilização, já que segundo ele “ninguém conscientiza ninguém, a própria pessoa, sensibilizada pelos elementos propiciados, é que pode tirar suas conclusões e repensar sua visão de mundo”.

Foi então desenvolvido um plano de migração por uma equipe que contava com técnicos e não-técnicos do Instituto, plano este que passou por várias discussões e versões até poder ser sistematizado. Em seguida, foram promovidas, em três etapas, a remoção dos antigos programas comerciais e instalação dos abertos, seguidas de oficinas para aprendizagem do uso dos novos softwares.

Apesar das dificuldades encontradas – já que se optou por ensinar o uso de todos aplicativos a todos os funcionários, mesmo os que não usassem algum deles no trabalho – as oficinas tiveram excelentes resultados. Finalmente, as equipes puderam avaliar o processo, relatar suas experiências e indicar possíveis problemas a serem sanados ao final de um ano de processo de migração.

O pesquisador considera que esta experiência, além dos aspectos teóricos refletidos, pode ter grande utilidade para organizações que queiram implementar o uso software livre, desde que o desejem fazer “a partir de uma concepção que vá além do treinamento técnico, buscando um processo pedagógico que respeite o usuário, baseado no diálogo e na construção democrática”, completa. O relato e as análises de Alencar estão expostos na dissertação de mestrado A pedagogia da migração do software proprietário para o livre: uma perspectiva freiriana, defendida em 2007 na FE.

Fonte: http://www.uai.com.br


Quem quer testar o Linux mas tem calafrios ao pensar em mexer nas partições do disco rígido agora conta com um pacote do Ubuntu que dispensa essa operação.

O pacote permite a instalação e configuração do Ubuntu de dentro do Windows. O download inicial é pequeno, com o restante dos arquivos sendo baixados usando BitTorrent. Na instalação, o usuário pode escolher entre três versões do Ubuntu: a original, o Kubuntu (que usa KDE como interface padrão) e o Xubuntu (feito para máquinas mais antigas). O download completo fica em cerca de 610 MB para o Ubuntu original. Quem tiver de interromper o processo pode continuar a baixar os arquivos posteriormente.

O programa está em fase de testes e ainda não consegue detectar todo o hardware compatível com o Ubuntu. Além disso, alguns programas e recursos do sistema operacional podem não funcionar completamente. Em compensação, como não há modificações na estrutura do HD (o Ubuntu fica dentro da partição do Windows), há baixíssimas chances de problemas que afetem o sistema operacional previamente instalado. Depois de instalar o Ubuntu, basta reiniciar a máquina e escolhê-lo na lista que aparece antes da carga do Windows.

Fonte: http://info.abril.com.br

Ubuntu 8.0.4 está disponível


O site da comunidade Ubuntu disponibilizou a versão 8.0.4 do sistema operacional Linux Ubuntu.

Segundo a Canonical, representante comercial da distribuição, a versão traz interface gráfica GNOME 2.22 e novas funcionalidades para rodar arquivos de mídia, como som e imagem.

Jane Silber, COO da Canonical, explica que a versão, que usa o termo Hardy Heron como codinome,

acompanha o aplicativo Wubi, que permite aos usuários instalar a distribuição em um diretório de PC com Windows.

Assim, o usuário pode configurar a máquina para carregar Ubuntu ou Windows. A opção de sistema operacional é feita no momento do boot do computador.

Segundo Silber, a opção de dual-boot bem como um suporte prolongado à distribuição são pedidos dos usuários comerciais e domésticos do Ubuntu.

A Canonical também afirma que manterá updates regulares de segurança para a versão. A próxima versão do Ubuntu é esperada para outubro deste ano.

Fonte: http://info.abril.com.br


A Dell continuará vendendo computadores com Windows XP mesmo após 30 de junho.

A Microsoft anunciou que pára as vendas do antecessor do Vista no dia 30 de junho. A Dell, no entanto, disse nos Estados Unidos que fará uso de licenças de downgrade para oferecer a opção XP aos consumidores que preferirem a versão mais antiga do Windows.

A Dell diz que seu objetivo é vender hardware para todo tipo de usuário e oferecer o sistema operacional que o consumidor desejar. Por isso, diz a Dell, iniciou em 2007 vendas de desktops com distribuição Linux, PCs sem sistema operacional, com Vista ou XP.

A idéia da Microsoft é não embarcar mais o XP a partir do segundo semestre, com exceção de laptops ultraportáteis, que exibem hardware limitado para rodar o Vista.

Esta semana, no entanto, o CEO da Microsoft, Steve Ballmer, admitiu a possibilidade de continuar vendendo o Windows XP. Segundo Ballmer, “se os usuários quiserem” a Microsoft poderá continuar a oferecer o XP. Ballmer emendou, porém que “até o momento não viu usuários pedindo XP”.

Fonte: http://info.abril.com.br


Linha G Series terá dois modelos disponíveisA Chip7, empresa de comercialização de material informático, acaba de lançar uma «nova iniciativa que promete agitar o mercado»: a linha de computadores «low cost».

Baptizada como «G Series», esta promoção «de contornos inéditos» conta, de momento, com dois modelos disponíveis, o 313 e o 713, refere a empresa em comunicado.

Os preços destes dois computadores são «absolutamente irresistíveis», já que o primeiro custa 199 euros e o segundo 249 euros.

Os dois computadores têm processadores AMD, discos de 160GB, gravador de DVD, sistema gráfico nVidia GeForce 6100 e sistema operativo Linux GOS (Google Operating System).

Fonte: http://www.agenciafinanceira.iol.pt


“Em 26 de abril, será realizado o FLISOL - Festival Latinoamericano de Instalação de Software Livre - evento de divulgação de Software Livre da América Latina. No Rio de Janeiro quem está organizando este evento é o SL-RJ. Segundo o coordenador Carlos Ferreira, “É uma ótima oportunidade para levar seus amigos para passar este dia tão importante, participando das palestras ou instalando legalmente seu computador”. O Local onde será realizado, é a PUC-Rio - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro - Auditório do RDC, localizado na Rua Marquês de São Vicente, 225, Gávea - Rio de Janeiro, RJ - Brasil - 22453-900. Das 8:30 às 17:00.”

Introdução

Um *Installfest* é um evento, geralmente patrocinado por um Grupo de Usuários Linux ou universidade, em que pessoas se reúnem para realizar instalações em massa de sistemas operacionais de computador ou software, principalmente o sistema operacional Linux e outros softwares de código aberto. É geralmente um evento de apoio e de construção da comunidade, onde iniciantes trazem seus computadores juntamente com os discos de instalação de seu sistema operacional preferido ao local do installfest, e usuários experientes os auxiliam a iniciar e a resolver problemas. Às vezes CDs contendo alguma distribuição de Linux e informativos são distribuídos gratuitamente aos participantes. Os installfests recebem bem todo nível de conhecimento, de iniciantes completos a usuários avançados. Os installfests podem variar de encontros informais a festas com comida, bebida e música. O tom e o escopo do evento dependerá da organização que o patrocina. A palavra /Installfest/ é uma junção de /instalação/ e /festival/. O termo /install fest/ ou a variação /Install Fest/ são também utilizados. /Installfest/ captura a atmosfera festiva de pessoas auxiliando umas às outras através de instalações muitas vezes difíceis.

*

. fonte : http://pt.wikipedia.org/wiki/Installfest

Local e hora

*

Local: PUC-Rio - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro - Auditório do RDC
Endereço: Rua Marquês de São Vicente, 225, Gávea - Rio de Janeiro, RJ - Brasil - 22453-900
Website:
Data: 26 de abril de 2008
Horário: 9:00 hr as 17:00 hr

ATENÇÂO: Maquinas do tipo Desktop(com gabinete) só poderão entrar no Campus da PUC-Rio até as 12:00 horas, após este horário somente laptops dentro de mochilas.

Responsáveis

*

Coordenador:
o

Carlos Henrique Lucas Ferreira

Colaboradores:
o Luiz Guilherme Aldabalde
o Avalci Suzano
o Carlos Eduardo(Cadunico)
o Luis Felipe Costa
o Bruno Garcia
o Josir Gomes

Organização

* Ativistas do Software Livre do Rio de Janeiro
* SL-RJ

Fonte: http://installfest.info/FLISOL2008/Brasil/RioDeJaneiro


Para quem se interessa por software livre, no próximo sábado, dia 26, acontece o Flisol, o Festival Latino Americano de Instalação de Software Livre, no qual cidades e países da América Latina fazem simultaneamente ações para divulgar esse tipo de programa.
O evento, que será realizado na cidade de Piraí- RJ, trata não só de instalação dos diversos tipos de softwares livres, mas também de palestras voltadas ao público iniciante, técnico e também pessoas ligadas ao uso do open source nas esferas pública e privada.

Exemplo
De acordo com Vivian Vital, gerente de TI do hospital de Piraí, que participa do evento, a iniciativa é importante para o processo de Inclusão Digital já que é aberto a empresários, técnicos, estudantes e qualquer pessoa que busque informação sobre software livre. "Aqui no hospital usamos Linux e Postgree há algum tempo e estamos bastante satisfeitos", explica.
A Wareline do Brasil, especializada em gestão hospitalar, atende o hospital de Piraí e apóia o evento. Um levantamento interno realizado pela diretoria da empresa no início deste ano revelou uma tendência dos clientes por projetos que utilizam ferramentas Open Source(código aberto). Especializada em informatização hospitalar e com 200 clientes em todo o Brasil, a Wareline desenvolveu uma versão de seu ERP compatível com PostgreSQL, banco de dados relacional livre de licença e que já foi adotado por 65% de seus clientes. Além disso, estas empresas ainda utilizam Linux em 80% dos servidores, o que pode trazer uma redução de custo de 45% ao projeto de implantação.

Vantagens
A diretoria da fábrica de software credita a preferência dos clientes pelas ferramentas ao custo e acessibilidade. "Estamos em busca de
soluções inovadoras e que não dependam de grandes investimentos para funcionar adequadamente. Durante o processo de desenvolvimento e implantação, estudamos junto aos clientes formas de baratear a solução como um todo", comenta Paula Usier, gerente de marketing da Wareline.
O evento é gratuito. Mais informações e a programação completa disponíveis no link http://www.flisol.info/FLISOL2008/Brasil/Pirai

Serviço
Festival Latino Americano de Instalação de Software Livre
Local: Cederj-Piraí - Fundação Centro de Ciências e Educação Superior a Distância do estado do Rio de Janeiro - Pólo Piraí
Endereço: Rua Roberto Silveira, 86, Centro - Piraí-RJ
Data: 26 de abril
Horário: 9h às 16h30

Sobre a Wareline
Criada em 1989, a Wareline é uma empresa especializada em desenvolvimento de sistemas de informatização hospitalar, que oferece
integração e automatização das partes operacionais e financeiras das instituições de saúde. As soluções e serviços da Wareline garantem aos clientes qualidade nos sistemas e expertise junto aos órgãos públicos e privados com os quais têm interface. Atuando no mercado nacional, a Wareline atende mais de 200 instituições, entre hospitais universitários, filantrópicos, particulares e redes municipais distribuídos nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Rio de Janeiro, Bahia e Paraná. Visite o site: www.wareline.com.br



Cite este artigo no seu Web site
Enviar para um amigo

Importante:


'Todos os Conteúdos divulgados decorrem de informações advindas das fontes aqui mencionadas, jamais caberá a responsabilidade pelo seu conteúdo ao Segs , tudo que é divulgado é de exclusiva responsabilidade do autor e ou fonte redatora. O Segs, jamais assumirá responsabilidade pelo teor, exatidão ou veracidade do conteúdo do material divulgado.'

Fonte: http://www.segs.com.br


A Sun Microsystems anuncia nesta sexta-feira (25/04) a compra da startup de microprocessadores Montalvo Systems por quantia não revelada. “Nós acreditamos que esses ativos vão nos capacitar para termos produtos atuais e futuros que estamos desenvolvendo e esperamos que os processadores nos ajudem a contribuir com as gerações futuras dos microprocessadores da Sun que vão viabilizar a diferenciação da Sun, afirma Dana Lengkeek, porta-voz da empresa, por e-mail.

A Sun é uma das poucas empresas que continua a desenvolver microprocessadores para uso em seus próprios servidores. Por exemplo, o UltraSparc T2 da empresa, formalmente conhecido como Niágara 2, que é um chip de oito núcleos que integra outros componentes de um computador de mesmo chip. O processador é capaz de rodar o sistema operacional próprio da Sun, o Solaris, e também o Linux.

A Montalvo está trabalhando em um processador de baixa capacidade que deve competir com chips da Intel e da Advanced Micro Devices. A característica mais original do equipamento da empresa é que cada núcleo trabalha independentemente de outros.

Em vez de vários núcleos, núcleos idênticos encontram os chips da Intel e a Montalvo reportou planos de usar diferentes tipos de núcleos, alguns mais poderosos que outros, no mesmo chip para melhorar o desempenho e manter baixo o consumo de energia.

Os observadores da indústria de microprocessadores consideram a Montalvo com um nível de interesse similar ao da PA Semi, que foi adquirida pela Apple no começo desta semana em um negócio de 278 milhões de dólares.

Como a Montalvo, a PA Semi tem um chip em produção, um processador de dois núcleos baseado na arquitetura de licenciamento da IBM. A Apple não deu detalhes de seus planos para a PA Semi.

Fonte: http://computerworld.uol.com.br

RoadShow discute Linux em Caxias



A Sisnema promove em 20 de maio o evento gratuito "Soluções Corporativas em Linux". O encontro abordará as principais distribuições disponíveis, a integração de sistemas, entre outros.

Giani Maldaner, diretor de Tecnologia da Sisnema, será o palestrante. O evento ocorre no Hotel Intercity (Av. Therezinha Pauletti Sanvitto, 333), a partir das 19h30.

Informações adicionais podem ser obtidas pelo e-mail eventos@sisnema.com.br.

Ubuntu 8.04 Hardy Heron LTS

A Canonical Ltd anunciou em Londres a próxima disponibilidade do Ubuntu 8.04 LTS Desktop Edition para download a partir de quinta, 24 de abril. Também anunciou a liberação simultânea da versão 8.04 LTS do Ubuntu Server Edition. Também estão disponíveis as instruções para atualizar as versão 6.06, 7.10 e Server.

Chegamos ao mês de abril, aproxima-se também a data de lançamento de uma nova versão do Ubuntu, uma das distribuições Linux mais populares da atualidade graças à sua estabilidade, facilidade de uso e bom desempenho.

Um dos principais destaques é o Wubi, um programa que permite instalar o sistema a partir do Windows. Basta colocar o CD do Ubuntu no drive, dizer que quer uma instalação “dentro” do Windows, quanto de espaço no disco dedicar ao Linux, escolher o idioma e criar um usuário e senha. Além disso, ainda é possível rodar o sistema diretamente do CD, sem instalar em seu computador. Mas este método exige mais memória RAM e não permite salvar mudanças em sua configuração.

As variantes server e desktop do Ubuntu 8.04 que serão lançadas incluirão:

- Wubi: permite que os usuários instalem o Ubuntu 8.04 em uma máquina como se fossem instalar qualquer aplicação Windows, ao invés de requerer uma partição separada no HD para instalação completa. Esta opção permitirá que os usuários de Windows testem o Ubuntu sem alterar seu Windows. O Ubuntu poderá ser desinstalado como qualquer outra aplicação Windows. Os usuários também poderão decidir por instalar em uma partição separada se quiserem.

- Virtualização KVM - Inkscape 0.46, que traz suporte nativo a PDF para o Ubuntu

- Aplicação de gravação de CD/DVD, Brasero, que irá complementar o Nautilus e substituir o Serpentine

- Uma nova aplicação para configuração de firewall, o ufw.

- Proteção adicional à memória para ajudar a defender contra rootkits e outros códigos maliciosos

O “upgrade” para a versão final poderá ser feito online, usando a própria ferramenta de atualização inclusa com o sistema. Aliás, ela deixa transparecer o ritmo frenético de desenvolvimento: diariamente surgiam avisos de novas atualizações disponíveis. Mas ao contrário do Windows, eles são discretos e não atrapalham a produtividade, e o sistema não reinicia sozinho sem seu consentimento após a instalação.

O Ubuntu 8.04 “Hardy Heron” será lançado no dia 24 de abril como download gratuito. Também será possível pedir um CD de instalação contendo o sistema operacional através do serviço ShipIt. O CD é gratuito e não há despesas de envio. Há um limite de dois CDs por pedido, com prazo de entrega dos discos estimado entre 4 a 6 semanas. Se você sempre teve curiosidade de conhecer o Linux mas tinha medo da instalação, não há melhor momento para isso do que com o novo Ubuntu.


Depois de meses de discussões com a Microsoft, a fundação Um Laptop por Criança (OLPC, da sigla em inglês), criada pelo pesquisador Nicholas Negroponte, informou nesta quarta-feira que tem planos de adaptar o pacote de softwares do equipamento para que ele se torne compatível com o Windows.

Segundo Negroponte, em e-mail publicado no site da organização, o sistema operacional Windows da Microsoft "funciona bem" nos computadores de baixo custo da OLPC.

As declarações marcam uma mudança de postura importante no projeto porque o pacote de softwares, batizado de Sugar, foi projetado para trabalhar somente com as versões do Linux que engenheiros da Red Hat ajudaram a fundação a desenvolver.

"O Sugar precisa de uma base mais ampla", afirmou Negroponte no e-mail.

Ao desenvolver uma versão simplificada de seu sistema operacional para que seja compatível com o notebook voltado à educação, a Microsoft garante a exposição do seu sistema operacional a milhares de crianças em idade escolar que Negroponte tem planos de atingir com o equipamento.

Em outubro, o vice-presidente da Microsoft Will Poole afirmou à Reuters que a companhia estava gastando "um volume não desprezível de dinheiro" para adaptar uma versão básica do Windows para o notebook da OLPC.

A entidade também tem planos de desenvolver uma versão do equipamento que rode Windows e Linux simultaneamente, de acordo com o e-mail de Negroponte.

A Teradata expandiu o seu portefólio de soluções baseadas na base de dados Teradata 12 com três novas soluções, direccionadas tanto para entrada de gama como para ambientes empresariais mais complexos.

A Teradata lançou uma nova família de plataformas analíticas baseadas no sistema de base de dados Teradata 12.0. Esta nova família procura alargar o alcance das plataformas, fornecendo soluções desde a gama mais baixa até a uma escala de grandes empresas.Foi desenhada a pensar na eficiência energética, com processadores mais eficientes e a necessitar de menos 25% do espaço físico do que as gerações mais antigas. Nesta família de produtos incluem-se as soluções Teradata 550 SMP (Symmetric Multiprocessing), Teradata 2500 e Teradata 5550.
A Teradata 550 SMP destina-se a utilizadores que necessitem de um sistema de menores dimensões e menos dispendioso. Foi concebida para correr uma única aplicação ou para suportar volumes de trabalho de desenvolvimento e de testes, correndo o sistema operativo SUSE Linux 64bit da Novell, ou o Windows da Microsoft. Aos utilizadores são dadas também as opções de obter a licença e correr a base de dados Teradata 12 numa plataforma Intel à sua escolha, ou de utilizar a Teradata Express Edition, uma versão livre da Teradata 12 disponível para aprendizagem, testes e desenvolvimento em servidores e portáteis Windows. Esta opção inclui a versão 12 da base de dados do fabricante e um conunto de ferramentas e utilidades num pacote de instalação.
Na entrada de gama está a Teradata 2500, uma plataforma integrada e escalável, com processadores de dois núcleos da Intel armazenamento de classe empresarial padrão. Corre o sistema operativo SUSE Linux 64bit da Novell e também inclui a Teradata 12 e utilidades. Esta plataforma é capaz de realizar “queries” mais complexas, suporta mais utilizadores em simultâneo dispõe de uma melhor gestão de volumes de trabalho. Já a Teradata 5550 foi concebida para grandes empresas, tendo capacidade para executar várias “queries” em simultâneo, maior disponibilidade e maior capacidade de gestão avançada de volumes de trabalho. Isto permite-lhe dar resposta a ambientes de trabalho mais exigentes, reporting, análises complexas, numa única plataforma capaz de suportar milhares de utilizadores.


Negroponte vê modelo que roda Windows e Linux como mais viável e diz estar perto de exibir dual-boot.

Poucas semanas após o executivo número dois da OLPC, Walter Bender, deixar a organização, Nicholas Negroponte afirmou à agência Associated Press que está muito próximo de revelar um modelo do XO, conhecido como laptop de US$ 100, que rode tanto Windows quanto distribuição Linux.

Negroponte deu declarações simpáticas ao Windows e chegou até citar vantagens do sistema da Microsoft, como o fácil suporte a arquivos em flash, tecnologia que ele considera importante para aplicações educativas.

O líder da OLPC afirmou ainda que sua organização está em processo avançado para consolidar uma máquina com dual-boot, que rode tanto a distribuição Linux da Fedora, chamada de Sugar - e para a qual já existem várias aplicações educacionais prontas - quanto uma versão especial do Windows XP.

Preparar o XO para o dual-boot, calcula a OLPC, aumentará em cerca de US$ 7 o custo final da máquina. A afirmação de Negroponte desaponta muitos entusiastas do software livre, que viam no XO uma plataforma para formar milhões de jovens fora da cultura do Windows.

Negroponte classificou as reações negativas como fundamentalismo. “Há muitos exemplos como este (inflexão para o software proprietário) e nós devemos seguir em frente sem nos preocupar com o fundamentalismo da comunidade open-source”, afirmou. “Você pode advogar pelo open-source sem ser um fundamentalista”, disse.

O ex-arquiteto de segurança da OLPC Ivan Krstic anotou em seu blog que a OLPC passa por “drásticas reestruturações” e “uma radical mudança em seus objetivos e visões”.

Sem conseguir atingir o custo planejado de US$ 100 e sem massificar sua presença no mundo, o OLPC sofreria com o avanço de outras soluções de baixo custo, como o ClassMate PC, da Intel, e rivais como o Eee PC, da Asus.

Negroponte, no entanto, contesta que seu projeto esteja naufragando. O mentor do laptop de US$ 100 lembra que cerca de 500 mil crianças pobres têm acesso à internet e a computação móvel em países como Haiti, Uruguai, Afeganistão, Peru, Mongólia e Ruanda. Sem o projeto que usa investimentos dos governos locais, estas crianças não teriam computadores, crê Negroponte.


A ATI já disponibilizou no seu site a nova versão dos drivers Catalyst, tanto para Windows como para Linux. Paralelamente, a empresa anunciou o novo cliente beta no projecto Folding@Home.
Na plataforma Windows, os Catalyst 8.4 permitem melhorias no desempenho de vários jogos como Crysis ou Tomb Raider Anniversary entre outros. Para Linux, as séries ATI Radeon HD 3800 (excepto ATI Radeon HD 3870X2), Radeon HD 3600 e Radeon HD 3400 são agora suportadas. Está também assegurada a compatibilidade com o Ubuntu 8.04.

A empresa anunciou também um novo cliente beta GPU no projecto Folding@Home, com suporte para as séries ATI Radeon HD 2400 e superior e as ATI Radeon HD 3400 e superiores utilizadas com Windows XP ou Vista.


Nova versão do sistema Linux também vem com melhorias na acessibiilidade em desktops e mas segurança para servidores.

Seis meses após a divulgação oficial da sua versão anterior, a Canonical lança nesta quinta-feira (24/05) o Hardy Heron, nome escolhido para a versão 8.04 do sistema operacional aberto Ubuntu.

Além do fluxo constante de novas bibliotecas de softwares e aplicações, o Hardy Heron tem diversas novas funções voltadas para melhorar a experiência tanto para desktops como para servidores.

> Baixe a versão Release Candidate do Ubuntu 8.04

Entre as novidades, usuários podem instalar a distribuição de Linux diretamente a partir do Windows usando o Wubi.

No Ubuntu 8.04 LTS Desktop, o PulseAudio dá mais controle sobre aplicações de áudio, enquanto o Xorg 7.3 é mais flexível para suportar a configuração dinâmica da tela.

A nova versão também tem melhorias de acessibilidade, como funções de reconhecimento de voz e zoom, suporte a conteúdo multimídia e compartilhamento de músicas com gadgets.

Para melhorar a segurança e o gerenciamento do sistema, o PolicyKit está integrado no desktop permitindo controle das permissões de usuários e aplicações administrativas. Segurança adicional também é acrescentada pelo suporte ao AppArmar e ao SELinux.

Administradores que instalem o Ubuntu 8.04 LTS Server também poderão usar o novo cliente para desktop remoto Vinagre que substitui o tradicional xvnc.

As melhorias para servidor do Hardy incluem o total suporte para virtualização do KVM, uma opção simples para instalar terminais, integração com o Active Directory, novos firewalls e suporte ao iSCSI.

No dia anterior ao lançamento, a operação brasileira da Canonical anunciou que o Hardy Heron terá suporte local para facilitar a integração do Ubuntu com ambientes corporativos.

14:49:34 Customer Jyulliano Rocha
Pergunta inicial/Observação: Porque a Dell não oferece sistemas operacionais livres como opção aos seus clientes? um exemplo, o Ubuntu Linux.

14:51:59 Sistema Sistema
BR VENDAS Michele 8845 entrou nesta sessão!

14:51:59 Sistema Sistema
Conectado com BR VENDAS Michele 8845

14:52:10 Agent BR VENDAS Michele 8845
Bem vindo (a) ao Chat de Vendas da DELL Computadores do Brasil. Meu nome é Michele Pereira, sou sua consultora a partir de agora aqui no Chat.

14:52:49 Agent BR VENDAS Michele 8845
aqui no brasil ainda não temos essa opção
14:52:59 Agent BR VENDAS Michele 8845
em desktops ou notes, apenas em servidores

14:53:59 Customer Jyulliano Rocha
Existe previsão para que a Dell comece a oferecer essa opção?

14:56:19 Agent BR VENDAS Michele 8845
Quais são suas outras dúvidas?

14:57:10 Customer Jyulliano Rocha
Quando eu vou poder comprar um notebook da Dell com Linux?

14:57:54 Agent BR VENDAS Michele 8845
Devido ao tempo sem resposta, o seu acesso será desconectado automaticamente dentro de 30 segundos. Estaremos à disposição para novas consultas. Tenha um excelente dia e uma ótima semana!
14:58:57 Sistema Sistema
BR VENDAS Michele 8845 deixou esta sessão!
14:58:57 Sistema Sistema
A sessão foi terminada!


Segue abaixo em primeira mão a nota oficial de Lançamento do Ubuntu 8.04 Hardy Heron LTS, traduzida por Laudeci e revisada por André Gondim. E em seguida enviada para a equipe da Canonical.

Server
---------

O lançamento mais recente do Ubuntu Server Expande o Perfil Empresarial

/*O Ubuntu 8.04 LTS Server Edition combina funcionalidade avançada com
cinco anos de manutenção e suporte.

*/

O Ubuntu 8.04 Long Term Support (LTS) Server Edition adiciona novas caraterísticas para realçar o
desempenho, estabilidade e a segurança desta plataforma geral totalmente suportada. A liberação de LTS
considera uma futura expansão do ecossistema comercial de software, hardware e dos vendedores de serviços que
dão suporte ao Ubuntu Server.

O período prolongado da manutenção atende a demanda dos usuários empresariais
para distribuir o Ubuntu durante anos. Igualmente posiciona o Ubuntu Server
como uma plataforma para que o hardware e os vendedores de software
construam soluções comerciais. Uma larga escala dos vendedores declarou o suporte
para Ubuntu 8.04 LTS, e a maioria estão atualmente testando e certificando
o lançamento.

*Sobre o Ubuntu 8.04 LTS Server Edition*

Ubuntu 8.04 LTS Server Edition é a quarta liberação do servidor da
Canonical. Ele vem com cinco anos para atualizações de segurança e
manutenção. Entre as características novas e atualizadas disponíveis no lançamento do LTS
estão:

*Base Sólida*

*

Escala expandida de aplicações da infra-estrutura de rede compreendendo
autenticação (FreeRadius
), monitoramento (Munin), VPN
(OpenVPN) e backup (Bacula).

*

Aprimoramento da segurança com políticas integradas do AppArmor
e aumento da dificuldade
do kernel.

* O aumento na capacidade de armazenamento incluindo iSCSI e DRDB.
* Mantido mais de 500 pacotes e suporte ao servidor, juto ao acesso de mais de
20,000 componentes adicionais criados para o 8.04 LTS
* Firewall integrado para proteger o servidor de cerco de Internet
* Totalmente atualizável a partir do lançamento 6.06 LTS anterior.

*Ecossistema Extensível*

*

Integração com o Active Directory como padrão, disponibilizado pelo LikeWise
Open.

* O Ubuntu é a primeira distribuição a incluir o Open JDK da Sun
como uma opção.
* Aplicações certificadas para o Ubuntu 8.04 LTS Server Edition da
Alfresco, IBM, VMWare, Parallels, Qumranet, Tresys, Zarafa, Zend,
Zimbra, Zmanda e outras mais.

*Escolha da Plataforma Virtual*

* Adição do KVM para virtualização de aplicações e
sistemas operacionais.
* Melhorias significantes no kernel para otimização dos recursos quando
utilizados em virtualização.
* Ubuntu JeOS aprimorado para otimizar aplicações virtuais e deixar pronto para
serem utilizados em ambientes VMWare ou KVM em qualquer sistema.

*Suporte*

* O serviço de gerenciamento do Ubuntu, Landscape, provê segurança
aprimorada, gerenciamento e manutenção de aplicações.
* Aplicações e o sistema principal são suportados pelo time
de Serviço de Suporte Global (GSS) da Canonical.
*

O suporte para o Ubuntu pode ser comprado diretamente de
https://shop.canonical.com ou entrando em contato com o
setor de vendas da Canonical para maiores informações.

*Preço, Disponibilidade e Informação Técnica*

* Informações Extensivas sobre o Ubuntu 8.04 LTS Server Edition pode
ser encontrada em www.ubuntu.com/server
* O Ubuntu 8.04 LTS Server Edition está disponível para download
imediato em www.ubuntu.com/download

Desktop

Lançado o Ubuntu 8.04 LTS Desktop Edition

*Integra as aplicações estáveis as mais recentes com suporte a longo prazo

*O Ubuntu 8.04 LTS provê uma plataforma estável para vendedores de hardware e software,
desenvolvedores e usuários. Com suporte e manutenção de três anos
para o desktop, 8.04 LTS é uma boa escolha para disponibilização em
grande escala. Um ecossistema substancial e crescente de aplicações livres e comerciais
para Ubuntu oferece uma série de escolha para os usuários de desktop.
Esta é o oitavo lançamento desktop do Ubuntu. A reputação do Ubuntu no
fornecimento - em um agendamento preciso de seis meses - um sistema
operacional comercial que é livre, estável, seguro e totalmente suportado,
permanece único.

*As melhores e mais recentes aplicações*

Ubuntu 8.04 LTS levanta a barra na experiência do desktop do Linux. Ele
inclui as versões mais recentes, estáveis de vários produtos principais, e neste espírito
é a primeira distribuição a trazer o Firefox 3 para milhões de
usuários. A combinação do Linux e Firefox faz do Ubuntu 8.04 LTS um
super desktop web, com um navegador rápido e livre
da exposição de vírus, web forgery e spyware. "Na Mozilla nós estamos
muito satisfeitos que milhões de usuários irão ter a primeira chance de testar
o Firefox 3 no Ubuntu" disse John Lilly, CEO da Mozilla. "O Ubuntu e o
Firefox mostram que tecnologias open source não apenas combinam mas,
melhoram as alternativas à softwares proprietário."

Experiência aprimorada de fotografias: O gerenciamento padrão de fotografias aprimorado,
F-Spot, junto com um reconhecimento melhorado de câmeras e telefones significa que você
pode transferir, nomear, gerenciar, mostrar, excluir, imprimir e compartilhar fotos com
os amigos e família mais fácil do que nunca.

Compartilhamento e download de músicas: Os usuários podem conectar em um PSP, compartilhar listas de músicas
com amigos, comprar a partir da loja de músicas online Magnatune, ouvir rádio online
e conectar em vários dispositivos do que nunca (com o UpnP).

Melhor vídeo: O novo tocador de vídeo padrão agora permite fazer buscas no
YouTube e outras origens de vídeos
pela Internet e compartilhar seus vídeos com outros. Ele se integra com o
Myth TV, o TVR open source, assim você pode assistir seus shows de TV favoritos
direto do desktop. O Brasero permite que você grave arquivos facilmente para
o CD ou DVD.

Melhorias na Produtividade: Integração entre o relógio e o calendário está
disponível para gerenciar os horários pelo globo com um simples clique para configurar,
atender e receber alertas sobre apontamentos.

Desktop suave: O Ubuntu 8.04 LTS combina as últimas aplicações do GNOME
com efeitos visuais da área de trabalho, dando ao usuário uma melhor visualização,suave e
uma experiência mais intuitiva.

*Largura e profundidade dos serviços*

Suporte Extenso: O Ubuntu 8.04 LTS é suportado com atualizações de segurança
e manutenção por três anos, assim corporações e usuários individuais tem
um longo planejamento do ciclo de atualizações. Aqueles que queiram as melhores e
mais recentes aplicações poderão atualizar para o Ubuntu 8.10, em
Outubro de 2008, aqueles que preferirem um ciclo maior podem permanecer com o
Ubuntu 8.04 por três anos antes de mover para o próximo lançamento LTS.

Mais aplicações: Mais de 30 Vendedores de Software comercial Independentes (ISVs) planejam dar suporte
e distribuir suas aplicações para a plataforma desktop do 8.04 LTS,
incluíndo Adobe, Google, Real Networks, Nero, Skype, Corel, Parallels,
Fluendo.

Mais acessibilidade: Suporte aos gestos permite que os usuários navegem no Ubuntu
de forma mais natural. Está disponível também a adição de idiomas para o suporte ao comando de voz,
suporte para a acessibilidade do teclado,teclas lentas,
zoom e muito mais.

*Preço e disponibilidade*

O Ubuntu 8.04 LTS Desktop Edition sem custos e disponível
imediatamente a partir do http://www.ubuntu.com/download .

--------------------------------------------------------------------

Crédito total de tradução: Laudeci
Crédito de Revisão: André Gondim

Abraços e boa sorte!! ;)
Interessado em aprender mais sobre o Ubuntu em português?
http://www.ubuntu-br.org/comece



O Ubuntu Server 8.04 terá suporte por cinco anos, a segunda versão a ter garantia Long Term Support (LTS)

A Canonical, patrocinadora oficial do Ubuntu, programou para a próxima quinta-feira, 24 de abril, o lançamento da versão 8.04 do sistema operacional, tanto para desktops quanto para servidores. A estratégia está claramente voltada ao mercado corporativo.

O Ubuntu Server 8.04 estará disponível com mais recursos corporativos do que as versões anteriores. Com isso, o sistema, até então uma versão do Linux mais para desktop, focada em usuário final, torna-se um concorrente mais forte das distribuições da Red Hat e da Novell.

A versão para servidores terá suporte de cinco anos, e é a segunda a ter a garantia Long Term Support (LTS), depois da versão anterior, a 6.06. Os nomes das versões do Ubuntu seguem a lógica do ano e mês em que foram lançadas. Assim, a 6.06 apareceu em junho de 2006, e a 8.04 tem esse nome por ser apresentada em abril de 2008.

A surpresa é que esta nova versão do Ubuntu também está pré-certificada para rodar em servidores x86 da Sun Microsystems, a primeira fabricante a certificar o sistema operacional para seus hardwares. Os modelos que receberam o selo são Sun Fire X2100 M2, X2200 M2, e Sun Fire X4150.
“O lançamento da versão 8.04 é voltado a empresas”, afirmou Barton George, gerente do grupo de software livre e de código aberto da Sun. Assim, a companhia decidiu adicionar o Ubuntu ao mesmo processo de certificação que usa para as distribuições corporativas Red Hat e Suse.

O Ubuntu 8.04 foi trabalhado em questões de estabilidade e testado para tornar-se mais confiável, segundo Mark Shuttleworth, CEO da Canonical. Ele acrescenta que a companhia se comprometeu a oferecer uma nova versão com garantia LTS a cada dois anos, para estabelecer um ciclo de lançamentos.

A Canonical também está em negociação com a Dell, HP e IBM para que certifiquem o Ubuntu para seus servidores x86.

O Ubuntu 8.04 possui importantes recursos de integração com Windows. Por meio de um software da Likewise, o sistema operacional pode usar serviços do sistema de identificação de usuários Active Directory, da Microsoft.

“O recurso-chave é a integração com o Windows”, destaca Shuttleworth. O produto Likewise torna possível administrar o Linux pelo mesmo console de gerenciamento que os administradores de Windows estão acostumados a usar.

O Ubuntu é distribuído com o kit de desenvolvimento Java (ou o Open JDK), o que significa que pela primeira vez o sistema operacional vem com uma máquina virtual Java e pode rodar aplicações Java carregadas nele.

O kernel do Ubuntu Server foi fortalecido contra intrusões e a distribuição 8.04 incluirá o software AppArmour, de política de configuração e segurança de código aberto, da Novell.

Além disso, a distribuição inclui a aplicação de gerenciamento de conteúdo Alfresco, o sistema de backup Bacula, virtualização Parallels, virtualização de desktop Qumranet baseada em KVM, segurança Tresys, PHP da Zend Technology e aplicações de e-mail online Zimbra.

Quanto a virtualização, o Ubuntu usa o kernel com KVM; ele suporta o hipervisor Xen como um kernel separado. De acordo com o CEO da Canonical, a empresa também fez parceria com a VMware para rodar seu hipervisor ESX com o Ubuntu 8.04. “Nosso objetivo não é competir com os vendedores de virtualização”, pontuou.

Desktop

O Ubuntu para desktops terá três anos de suporte e manutenção, e continua a ter novas versões a cada seis meses. Este é seu oitavo lançamento. Para usuários domésticos, o apelo está em recursos de fotos, vídeo e compartilhamento e download de música.

A Sun Microsystems anunciou o lançamento do software Virtual Desktop Infrastructure 2.0 a sua solução end-to-end que ajuda as empresas a estabelecerem e gerirem de forma simples e eficaz sessões de desktop virtuais, em qualquer sistema operativo, incluindo o Windows XP, Windows Vista, Linux, Mac OS X, Sistema Operativo Solaris e até o Windows Mobile. O software VDI 2.0 da Sun está disponível para aquisição e para teste gratuito em: http://www.sun.com/software/vdi/get.jsp.

O Software VDI 2.0,da Sun, faz parte do portfolio do software de virtualização Sun xVM, que inclui o Sun xVM Ops Center, o Sun xVM Server, a ser lançado brevemente, e o recentemente adquirido software Sun xVM VirtualBox. O Software VDI 2.0, da Sun, criado para fornecer um ambiente de desktop centralizado e seguro, permite o backup e a protecção dos dados, segundo o fabricante. Este software permite ainda que os utilizadores tenham acesso a todo o seu ambiente de desktop a partir de qualquer dispositivo cliente sem instalar software.

Este novo software inclui segurança específica e os benefícios de mobilidade do anterior lançamento e introduz o novo Virtual Desktop Connector da Sun, que fornece facilidade de integração com tecnologias de virtualização de outros fabricantes. O Software VDI 2.0 inclui suporte a desktops virtuais baseados no Solaris, Windows, Mac OS X ou Linux e fornece acesso a partir de qualquer dispositivo – desde os tradicionais PCs aos dispositivos alternativos como os terminais Sun Ray ultra finos – a partir de qualquer ligação de rede.

Em Fevereiro, no âmbito de um acordo com a VMware Inc. (ver press release), a Sun demonstrou e anunciou o seu suporte para o Software VDI 2.0 no software VMware Infrastructure 3, que permite aos clientes utilizarem o seu VMware para acolher as máquinas virtuais Windows e potenciar os quase 10 anos de experiência da Sun na disponibilização de sessões de virtualização de desktop.


Especialista ressalta desempenho do software livre em empresas como a Caixa Econômica Federal.

Para o presidente da Linux International, Jon "Maddog" Hall, o desempenho do País no desenvolvimento e na disseminação de programas em código aberto é fruto de um encontro feliz, no País, entre governo, indústria e a comunidade do software livre.

Maddog mostra-se, contudo, preocupado com a questão da soberania do País na área de informática. "Espero mesmo que os Estados Unidos continuem sendo um país amigo para o Brasil, mas vocês têm que saber se proteger", afirma.

Para ele, o Brasil é um país exemplar em se tratando de desenvolver soluçoes em larga escala com softwares de código aberto. A seu ver, a Caixa Econômica Federal é um dos exemplos mais emblemáticos em se tratando de uso do software livre em larga escala na América Latina.

Em 2006, comenta o especialista, a CEF abandonou a solução da multinacional Gtech, prestadora de serviços que monopolizava o sistema de processamento de dados de nove mil loterias espalhadas pelo Brasil.

A Caixa migrou todos os seus terminais financeiros lotéricos – cerca de 25 mil – para o sistema operacional Linux. "Só com licenças coorporativas que deveriam ser pagas pelo uso de softwares proprietários, economizamos cerca de 10 milhoes de reais desde então", calcula o gerente de tecnologia da informação Júlio Schneiders Neto.


O uso de software livre nos terminais de computadores e servidores do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul já é uma realidade. Os aplicativos do pacote office incluem processador de texto, planilha de cálculos e apresentações. Eles fazem parte de um software oferecido gratuitamente, pela internet, conhecido como BrOffice.

A economia gerada pela adoção do software livre é facilmente quantificável. O pacote office profissional é oferecido na internet por até R$ 1.200,00. Esse seria o valor gasto pela administração em cada um dos três mil terminais de computadores que existem no Tribunal de Justiça. O número inclui a estrutura de informática do Poder Judiciário de todo o Estado. O software proprietário só é utilizado para aplicações específicas, como planilhas financeiras complexas, cálculos de engenharia e planilhas pré-formatadas.

Além da economia, há o aspecto da confiabilidade. Os 200 equipamentos servidores do TJMS também utilizam software livre. São aplicativos de controle de acesso à internet, firewall e hospedagem da página do Tribunal na internet. Estes aplicativos rodam em sistemas operacionais também livres, como linux e BSD.

Altair Júnior Ancelmo Soares, analista de sistemas da Seção de Infraestrutura, afirma que “o linux e o free DSB foram inspirados na plataforma Unix, que desde a sua criação, na década de 60, era um ambiente voltado para multi-usuários, interconectados em rede. Por isso, são sistemas operacionais robustos na questão de segurança de rede e de arquivos. Por exemplo, os vírus para estes sistemas não conseguem se alastrar facilmente no computador, por causa do seu sistema de permissão de arquivos”.

Fórum - A adoção de software livre no Judiciário será tema do 9º Fórum Internacional Software Livre ( fisl9.0). O evento reúne os principais desenvolvedores deste tipo de software no país. Uma das atividades será uma mesa redonda com o Grupo de Trabalho sobre Software Livre do CSJT - Conselho Superior da Justiça do Trabalho, com apresentação do projeto de migração para o BrOffice.

As Origens do BrOffice - A origem do BrOffice remonta a meados da década de 90, quando a empresa alemã Star Division criou um pacote de escritório chamado StarOffice e começou a distribuí-lo gratuitamente para as plataformas Windows e Linux.

Em 1999, a Star Division foi adquirida pela empresa americana Sun Microsystems. Logo após lançar o StarOffice 5.2, em 13 de outubro de 2000, a Sun Microsystems doou parte do código fonte do StarOffice para a comunidade de código aberto, tornando-se colaboradora e patrocinadora principal do recém lançado projeto OpenOffice.org.

Durante todo esse tempo, são quase 50 milhões de downloads contabilizados, dos mais de 40 idiomas diferentes nos quais o OpenOffice.org está disponível. No Brasil, uma comunidade de voluntários formou-se com a missão de adaptar o OpenOffice.org para o português brasileiro, em fevereiro de 2002. Pela sua popularidade e organização, o projeto OpenOffice.org.br passou a ser uma das referências dentro do cenário do Software Livre brasileiro, disseminando a utilização do pacote de aplicativos para usuários, empresas, entidades governamentais e organizações em geral.

No dia 25 de janeiro de 2006, foi anunciado oficialmente o lançamento da ONG BrOffice.org que passou a organizar as atividades da comunidade OpenOffice.org.br. Além disso, a criação da ONG BrOffice.org permitiu ao projeto relacionar-se com outras figuras jurídicas na forma da lei, seja mediante contribuições financeiras, de equipamentos ou recursos em geral ou, ainda, por meio de projetos contratados perante a ONG, desde que alinhados com a missão e os objetivos definidos em seu estatuto.

Open Office 3


Já está disponível a versão beta (de testes) do novo Open Office 3. São diversas melhorias, dentre elas, a possibilidade de ver múltiplas páginas ao mesmo tempo no Writer, um sistema bem mais bonito de notas, suporte ao formato do Microsoft Office 2007, possibilidade de edição de PDFs e integração com o Mac OS X (não depende mais do X11).

Testando um pouco o programa, dá pra notar que ele está um pouco mais rápido, mas ainda nada próximo do ideal. A interface gráfica permanece com cara de “Office 95″, bem atrasada para o padrão de suites de escritório mais modernas. Já as funcionalidades estão excelentes. Substitui bem o Microsoft Office na maioria dos casos, e recomendo para escritórios de olhos fechados.

Sem dúvida o Open Office hoje está bem atrasado (quando o assunto é interface) em relação aos seus concorrentes Microsoft Office 2007, Microsoft Office 2008 e iWork 08. Mas é uma excelente opção gratuita para quem deseja montar um escritório com custo reduzido, fora que é ideal para o pessoal que está acostumado com o Office 95/97 ainda (coisa bastante comum aqui no Brasil). Conheço gente que fica totalmente perdida num Office 2007 ou iWork 08. A interface é muito bem assimilada para quem não acompanha grandes inovações no campo das suites de escritório.

Fiquei bastante contente em poder rodar o Open Office no Mac sem a necessidade de rodar o X11 (que deixava o aplicativo bem feio, pesado e pouco compatível), mas por outro lado, fiquei também decepcionado com a interface do programa. Só para comparar, vejam uma screenshot do iWork:




Download do Open Office 3 - Beta (somente inglês no momento)


Enquanto a aplicação atual do Google Talk apenas funciona na plataforma Windows, um simples “truque” utilizando o projeto beta Mozilla Prism, permite criar uma aplicação web autônoma.

Após instalar o Prism, execute o programa e digite o endereço abaixo na opção de aplicação URL:
https://talkgadget.google.com/talkgadget/client

Feito isto, dê o nome a sua aplicação como “GTalk,” e escolha as localizações onde serão colocados os atalhos ao programa. Pronto, você agora tem uma aplicação web que pode ser executada sem a necessidade de um navegador.

Acho que todo mundo já ouviu falar do OLPC (One Laptor Per Child, ou, traduzindo, Um Laptop Por Criança), o projeto sem fins lucrativos que busca distribuir laptops de até 100 dólares para crianças principalmente de países mais pobres. O projeto já foi implementado aqui no Brasil em escolas piloto, mas ainda está longe de atingir a massa brasileira.

O que mais impressiona neste laptop é seu design, que deixa até os marmanjos babando:

Este laptop foi projetado especialmente para uso de crianças. Possui teclado resistente à água, aguenta quedas consideráveis, e possui uma tela que se adapta para o formato de um leitor de e-books. Tem ainda uma placa de rede sem fio acoplada, que permite que uns laptops encherguem os outros automaticamente numa sala de aula, sem necessidade de configuração dos clientes, permitindo navegação na internet, chat entre os alunos e até atividades em conjunto.

Um detalhe que chama a atenção (em especial dos militantes do software livre) é que o OLPC roda Linux, uma distribuição baseada no Fedora totalmente modificada e bem mais leve (afinal o OLPC foi projetado para rodar com apenas 128MB de memória RAM. O sistema é muito bem feito e bastante limitado também, fechado de tal forma que seja praticamente impossível que uma criança consiga remover algum arquivo importante. O OLPC já vem com alguns softwares (7 principais): um software de projetos (que permite a criação de desenhos e livros digitais), um navegador de internet, um tocador de vídeos via internet, um jogo de memória, um programa de chat e até um editor de textos e um sintetizador de sons para composições.

Curioso? Então que tal rodar o sistema operacional do OLPC no seu computador? E não requer instalação nativa, ele roda emulado perfeitamente. Para isso, basta seguir os seguintes passos:

1 - Faça o download da imagem do sistema em formato Vmware neste link. Descompacte o arquivo e salve a pasta em algum lugar de seu computador.

2 - Faça o download e instale gratuitamente o Vmware Player (versões para Linux, Windows e Mac OS X) neste link.

3 - Abra o Vmware player e mande-o abrir a imagem de disco que fica dentro da pasta resultante da extração do arquivo de imagem no passo 1.

4 - Agora é só esperar o sistema operacional iniciar na janelinha e começar a brincar. Para tirar o mouse de dentro da máquina virtual, pressione simultaneamente Option + Ctrl (no mac) ou Ctrl + Alt (no PC).

Veja abaixo algumas imagens capturadas do sistema em meu computador:

Esta é a janela inicial e central do sistema. Os ícone ao redor do símbolo central indicam os programas abertos:

Este é o programa de desenho do OLPC. Ele fica dentro do software de projetos, e também é aqui que você escolhe a língua do sistema (no caso escolhi português):

O navegador de internet é bastante limitado. O básico para a criança conhecer a grande rede mundial. O botão direito é desativado, e não é possível copiar nada para colar em outro lugar.

Este é o editor de textos. Aparentemente ele é baseado no AbiWord (pela janela de salvar deu pra descobrir). Só que é bem limitado, só permite edição básica mesmo. Nada de inserir imagens e mudar a fonte. Para criações mais complexas use o software de desenho que permite até colocar botões com ações como ir para a próxima página.

Este é o PenguinTV. Uma agregador RSS que exibe arquivos multimídia. Aparentemente a execução de arquivos multimídia ainda não funciona corretamente (pelo menos não via máquina virtual).

E este é o jogo de memória:

De certo a proposta do OLPC é louvável. É verdade que este laptop é excessivamente limitado (tanto do ponto de vista do hardware quanto do software), mas para o que ele se destina, é suficiente. Custo baixo para ser adotado por países sub-desenvolvidos e pode ser usado na educação de crianças que nunca tiveram contato talvez com a internet. No site do projeto você pode fazer doações. Nos EUA você pode comprar o produto, e, pagando um pouco mais, você compra 2 laptops, um para você e outro para uma criança pobre em algum lugar do mundo.

Se você for um daqueles aventureiros do mundo Linux, no boot do sistema, na tela do grub, pare o arranque e passe parâmetros logo ali, permitindo o início de sessão em modo texto. À partir daí, o OLPC não passa de uma distribuição Linux mesmo, pronta para ser explorada :D .

Por que o GNU/Linux?


É complicado explicar às pessoas todas as razões que lhes leva a remar contra a maré, principalmente quando estas pessoas têm aquela impressão maldita que Linux é coisa para nerd. Sim, sou nerd, mas não uso o Linux por causa disso.

Portanto, resolvi relacionar as razões que me levaram, definitivamente, a abandonar o Windows e adotar o GNU/Linux em minha máquina:

  1. Não me custa nada para instalar. Enquanto isso, para o Windows Vista Home Premium, a edição mais indicada para o usuário doméstico, custa R$ 221,00 obter uma licença que, seu eu formatar meu PC, não conseguirei mais ativá-la por causa das restrições impostas.
  2. Posso usar uma suíte de escritório por padrão. Enquanto isso, o Office Home & Student, mais indicado, novamente, para o usuário doméstico, custa R$ 263,50 para ter um processador, planilha, apresentador de slides e anotador.
  3. Posso editar minhas fotos com uma ferramenta semi-profissional. Já no Windows Vista, conta-se com a Galeria de Fotos — que para retocar está bom, mas para providenciar efeitos interessantes o usuário terá de comprar o Adobe Photoshop, que custa a bagatela de R$ 2.209,00.
  4. Posso desenvolver páginas web, dinâmicas e estáticas, e programas apenas baixando programas apropriados, sem custos. Enquanto isso, o desenvolvedor Windows precisa ter uma versão adequada do SO para escrever seus programas e comprar o Visual Studio ou baixar as versões amputadas expressas da suíte.
  5. Posso navegar num browser leve e padronizado. Nada de navegação lerda e páginas que demoram uma eternidade para abrir mesmo sem atividade de rede.
  6. Posso usar um mensageiro para (quase) todos os protocolos de comunicação. Pelo menos, o Windows Live Messenger aceita dois protocolos…
  7. Não tenho que me preocupar com vírus. Não que o Linux não tenha vírus, mas o nível de infecção é nulo. No caso do Windows, o Norton Antivirus 2008 custa R$ 76,10 para uma licença de 12 meses de atualização.
  8. Tenho Plug and Play de verdade. Sim, o Windows tem uma grande compatibilidade com hardware, e quando não tem por padrão, é só rodar o CD que vem com o equipamento. Mas em alguns casos, mesmo quando se quer apenas instalar um dispositivo, o usuário tem que instalar também alguns programas “grátis”, como os que vêm com as impressoras HP e que só servem para entulhar o HD.
  9. Posso me manter atualizado constantemente. Enquanto que no Windows as atualizações demoram muito para serem lançadas.
  10. Tenho controle total de minha máquina. No Windows, mesmo digitando no Bloco de Notas, o usuário vê que há atividade no disco mas não tem como saber o que está acontecendo de verdade, como se o SO dissesse para ele “deixa que eu resolvo…”

Estas são, enfim, as minhas razões para adotar o GNU/Linux.

Se ainda fosse usuário de Windows, teria que gastar R$ 2.769,60 para ter uma funcionalidade real do sistema — ou seja, comprar o equivalente a um PC de ponta em programas!

Mas o espertinho pode dizer, “ah, mas você seria otário, porque é só pegar o crack/serial/keygen para esses programas”. É verdade; mas em compensação, ficaria vulnerável a vírus inseridos nos códigos desses cracks/keygens, ficaria sem atualizações ou impossibilitado de baixar coplementos, poderia ter a funcionalidade de meu PC diminuída — e tudo por quê? Porque não quis ser o “acomodado” “esperto” da vez.

É verdade que programas como o OpenOffice, o Gimp e tantos outros não são capazes de fazer o mesmo que o Office 2007 ou o Photoshop são nas mãos de um usuário experiente — mas estamos tentando fazer programas melhores a cada dia, para pessoas que possuem necessidades diferentes umas das outras, nos aprimorando constantemente.

Se quiser nadar contra a corrente também, é só começar.


O Portal do Software Público é um repositório de softwares livres desenvolvidos por empresas públicas e órgãos do governo, e foi inaugurado durante o FISL 8.0, em 2007. Nesta edição do FISL foi anunciada a segunda versão do portal, com novo visual e novas funcionalidades.

O software público mais recente no site é o Sistema de Apoio à Gerência Unificada de Informações --- Sagui (pronuncia-se "sagüi"), uma ferramenta de gestão de ativos para sistemas Linux. O Sagui é usado atualmente apenas no Serpro, onde automatiza tarefas de instalação, cusotmização, atualização, correção e montiramento de desktops e servidores.

O [Curupira ], sistema de gestão e controle de insumos de impressão desenvolvido e liberado pela Caixa, também foi lançado como software público no primeiro dia do evento em Porto Alegre, RS.

O Sagui e o Curupira chegam para fazer companhia a softwares como o sistema de gestão de serviços de saneamento GSAN, o analisador de estruturas anatômicas InVesalius e os tradicionais Cacic e Cocar.

O Portal do Software Público é uma iniciativa da Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação, órgão vinculado ao Ministério do Planejamento.


Quais são os aplicativos OpenSource mais utilizados? Qual a distribuição Linux mais popular entre todas? Essas são somente algumas das perguntas que o Open Source Census pretende responder.

O objetivo do programa (liderado pelo vendedor de softwares open source OpenLogic) não é apenas saber quais são os mais populares aplicativos a sistemas operacionais: seu principal alvo são as grandes empresas.

De acordo com o site BetaNews, o Open Source Census quer saber quantos softwares de código aberto as empresas utilizam, e que tipo de empresa os utilizam. "Queremos que as pessoas se sintam mais confortáveis a respeito de softwares open source. Em nossas ligações de vendas, percebemos que as empresas rodam mais softwares de código aberto do que imaginam. Pensamos que as elas estarão mais confortáveis se puderem ver o que estão rodando, e comparar seus resultados com outros lugares", disse Kim Weins, responsável pelas vendas da OpenLogic.

Alguns dados da pesquisa (obtido em um teste beta com 62 máquinas) estão disponíveis para todos consultarem no site do programa. Esses dados preliminares revelam que cada empresa possui, em média, 92 pacotes de código aberto. Também mostraram que 50% das máquinas avaliadas estão rodando Ubuntu 7.10, e que outras porcentagens menores trazem Red Hat, Ubuntu 8.04, Gentoo 2 e Fedora 2.

Para realizar essa pesquisa foi desenvolvido um aplicativo (em código aberto, logicamente) de nome OSS Discovery, escrito em jRuby. Esse software está disponível para qualquer plataforma operacional (Windows, Mac OS X, Linux, Solaris e FreeBSD). O programa leva, em média, 45 minutos para escanear todo um computador com Ubuntu 7.10, conta o site Ars technica.

A OpenLogic não está sozinha nessa empreitada, entre seus parceiros estão O'Reilly Media, CollabNet, Navica, Unisys, OSBF (Open Source Business Foundation), Olliance Group e outros.

Interessados em participar do programa podem baixar os aplicativos necessários aqui.

O governo federal admite que a prática não acompanhou o discurso no que se refere à adoção do software livre nas instâncias federais. Além de casos isolados, como Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, além das empresas de tecnologia do governo, como Dataprev e Serpro, os sistemas de código aberto não avançaram muito em secretarias e ministérios.

Corinto Meffe, gerente de inovação tecnológica do Ministério do Planejamento, compareceu ao Fórum Internacional do Software Livre (Fisl), que acontece em Porto Alegre. Segundo ele, "existe um nível de migração nos bancos federais e empresas de tecnologia, mas nas secretarias especiais e alguns ministérios a adoção ainda emperra".

" A idéia é que o software livre chegue na ponta, a todos os microcomputadores, mas isso não é algo que se faça da noite para o dia (Lino Kieling, presidente da Dataprev) "

Durante a 9ª edição do Fisl, ele afirmou que não é possível mensurar o nível de adoção do software livre na esfera pública porque em muitas consultorias e serviços contratados há softwares embutidos que não são contabilizados. De qualquer forma, Meffe afirmou que "em todos os ministérios há alguma coisa de software livre".

Para ele, o orçamento e a capacidade tecnológica de cada pasta é que determinam a agilidade ou a lentidão nesse tipo de migração.

A Dataprev, por exemplo, responsável por processar todos os benefícios e aposentadorias do INSS no país, tem planos de levar os sistemas livres aos 40 mil computadores que integram sua rede, mas isso não tem prazo para acontecer.

- Depois de substituirmos os mainframes, a idéia é que o software livre chegue na ponta, a todos os microcomputadores, mas isso não é algo que se faça da noite para o dia. Só o desenvolvimento pode levar uns dois anos - afirmou Lino Kieling, presidente da Dataprev, presente ao mesmo evento.

Todas as máquinas novas - sejam notebooks, desktops ou servidores -, adquiridas desde o ano passado, já são configuradas com sistemas abertos. A empresa admite que tem "um legado muito forte" em sistemas proprietários e que, por isso, a migração não é tão rápida.

De acordo com Kieling, até março de 2010 a Dataprev devolverá à atual fornecedora - a americana Unisys - os três mainframes que sustentam a operação da empresa pública. Eles serão substituídos por máquinas com softwares desenvolvidos internamente, baseados em código aberto.

- A idéia é garantir a independência de fornecedor - afirmou o executivo. Segundo sua estimativa, a economia só em manutenção do sistema será de 1 milhão de reais mensais.

Segundo Kieling, nas novas máquinas que estão sendo implantadas com software livre, "a resistência por parte dos funcionários ainda existe", mas trata-se de um processo de "conquista" que, no caso da Dataprev, envolve palestras e treinamento para que se habituem com a nova interface.

Linux no auto-atendimento

No Banco do Brasil, que passou a adotar software livre desde 2003 na infra-estrutura tecnológica, o próximo passo será levar os sistemas de código aberto para os terminais de auto-atendimento do público, que são 40 mil em todo o Brasil, de cerca de 40 modelos diferentes e diversos fornecedores.

Segundo Vilson Carlos Pastro, gerente de software livre do BB, dos cerca de 60 mil terminais internos das agências, mais de 52 mil migraram para sistemas abertos desde 2003.

- Deixamos sempre uma margem, um legado com o outro sistema operacional para manter a interatividade com os clientes - afirmou.

O processo de substituir o sistema operacional dos terminais usados pelo público será gradual, de acordo com o executivo. Até a metade deste ano, o BB migrará "alguns poucos terminais", ainda como um teste, para avaliar a receptividade e o desempenho dos novos softwares.

- O caixa eletrônico é um dos pontos mais críticos. Por isso, o tempo (da migração) vai depender da evolução e da facilidade de adoção - explicou Pastro.

No que se refere aos servidores que sustentam a operação do banco, a migração, entretanto, já alcançou 100% dos 5,5 mil equipamentos.

O presidente da Positivo, Hélio Rotenberg, em entrevista ao portal norte-americano Cnet.News, publicada nesta quinta-feira, 17/04, admitiu, oficialmente, que a explosão das vendas de computadores no mercado brasileiro - incentivada por medidas oficiais do governo, em especial, para os PCs com Linux, também é uma significativa porta de entrada para a pirataria na parte de sistema operacional.

Segundo Rotenberg, os consumidores usufruem do preço baixo em Linux e compram o sistema operacional Windows, pirata, para rodar nas máquinas. Na Positivo, por exemplo, Rotenberg assume que mais de 70% das máquinas Linux comercializadas ganham versão "pirata" Windows em menos de 24 horas.

Reportagem revela ainda que o varejo na América Latina assumiu o papel de "banco" na parte relativa à concessão de crédito, parcelando a compra dos eletrodomésticos e, principalmente, dos PCs, em até 36 vezes. "O mercado de crédito mudou drasticamente", afirmou o analista do Gartner, Luis Anavirtate.

"O varejo no Brasil, Chile, Argentina, Peru e México está se transformando em banco. Eles viabilizam as compras, em especial, no mercado de computadores", completou o analista do Gartner. Os números do Instituto com relação à troca do Linux por Windows pirata é reveladora: O Gartner diz que na AL, mais de 90% dos computadores Linux viram "piratas" Windows.

Com relação ao Brasil, que registrou em 2007, uma venda de 10,7 milhões de PCs, número maior do que o de televisões comercializadas, a reportagem afirma que as medidas governamentais foram um impulso significativo para levar o Brasil a figurar na quinta posição mundial de venda de PCs.

A matéria, no entanto, faz um alerta: O consumidor brasileiro aproveita as vantagens ofertadas pelo governo para máquinas com o sistema operacional Linux, decisão estratégica do governo Lula, que endossa a política Open Source, para que em menos de 24 horas, faça a instalação de uma versão "pirata" do sistema operacional Windows, da Microsoft.

Os dados são referendados pelos fabricantes nacionais. O presidente da Positivo, Hélio Rotenberg, entrevistado para a matéria, confirma que cerca de 70% a 75% dos consumidores da fabricante compram máquinas com Linux e as convertem para o sistema operacional para Windows, a maior parte com a aquisição de versão "pirata".

A Positivo ocupa a primeira posição no market share nacional de venda de PCs e está presente nas casas de varejo de maior apelo popular como, por exemplo, as Casas Bahia. Já as marcas norte-americanas, como HP e Dell, observa a reportagem da Cnet.News, estão à venda nas casas voltadas para o público de maior poder aquisitivo, como a Fast Shop.

Ser ou não ser: Eis a questão para o Software Livre

A reportagem é relevante, principalmente, nesta semana, que acontece a nona edição do Forum Internacional de Sofware Livre, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Mais de sete mil pessoas estão reunidas discutindo o presente e o futuro do Open Source no Brasil e no mundo.

Na abertura do Fórum Internacional de Software Livre, realizada nesta quinta-feira, 17/04, na capital gaúcha, segundo reportagem do portal Terra, o presidente Lula foi representado pelo coordenador do Comitê Técnico de Implementação Software Livre, Marcos Mazoni.

O executivo, que também é presidente do Serpro, leu que uma mensagem do presidente na qual Lula reiterou que "o software livre é uma das soluções para acabar com o "fosso secular" entre os que têm acesso à informação e os que não têm".

O ponto alto da abertura do Fisl9.0 foi a manifestação do governador do Paraná, Roberto Requião, observou ainda o portal Terra, em um discurso lido, mas fervoroso, o governador paranaense criticou de forma veemente aqueles que "monopolizam a tecnologia". Disse que ainda há muito o que fazer no que diz respeito à inclusão digital, mas que estão ocorrendo avanços no campo do conhecimento.

O governador contou como foi a implementação dos sistemas de software livre no governo do Paraná. "No início, foi muito difícil, pois a expectativa era que o novo sistema iria dar muitos problemas e comprometer o funcionamento das atividades públicas", reiterou o governador do Paraná.

Aplaudido de pé, inclusive pelo presidente da Linux Internacional, Jon "Maddog" Hall, Requião comemorou junto com o público a economia de mais de R$ 180 milhões com a utilização de sistemas de código aberto. Essa verba, segundo ele, foi revertida para projetos de inclusão digital e melhoramentos nos sistemas digitais do governo.

O vice-governador do Rio Grande do Sul, Paulo Afonso Feijó, foi o último a falar. De forma breve, ele disse que o Estado gaúcho também incentiva o uso do software livre que, para ele, é uma questão de liberdade de escolha, e enfatizou a diferença entre software livre e software gratuito.

O desafio, agora posto à mesa pela reportagem do portal Cnet.News para quem defende o open source, é criar estratégias de convencimento das vantagens do Linux para o consumidor final, uma vez que os números do Gartner e a própria afirmação do presidente da Positivo, maior produtora de PCs do Brasil e segunda na região, reiteram que a troca do software livre pelo Windows pirata é uma prática comum dos usuários.


A marca decidiu focar-se no segmento empresarial, deixando de fornecer a versão para consumidores finais. Os analistas dizem que é uma opção acertada.

«O mercado para os consumidores é dominado por uma empresa e algumas pessoas ainda não vêem o ambiente de trabalho do Linux como sendo uma alternativa válida», justificou a empresa, citada na Information Week.

No entanto, a Red Hat vai ter uma versão comercial, que já está na forja e é compatível com o Red Hat Linux Enterprise para servidores. A Red Hat anunciou que o projecto Appliance Operating System vai estar em versão beta em meados deste ano.


A ATI já disponibilizou no seu site a nova versão dos drivers Catalyst, tanto para Windows como para Linux. Paralelamente, a empresa anunciou o novo cliente beta no projecto Folding@Home.

Na plataforma Windows, os Catalyst 8.4 permitem melhorias no desempenho de vários jogos como Crysis ou Tomb Raider Anniversary entre outros. Para Linux, as séries ATI Radeon HD 3800 (excepto ATI Radeon HD 3870X2), Radeon HD 3600 e Radeon HD 3400 são agora suportadas. Está também assegurada a compatibilidade com o Ubuntu 8.04.

A empresa anunciou também um novo cliente beta GPU no projecto Folding@Home, com suporte para as séries ATI Radeon HD 2400 e superior e as ATI Radeon HD 3400 e superiores utilizadas com Windows XP ou Vista.


Anunciado nesta semana, ultraportátil está previsto vir com Linux; fabricante, contudo, acha “provável” versão com Windows.

O novo modelo do ultraportátil Eee PC 900, da Asus, chegará ao mercado brasileiro em maio custando 1.590 reais, afirmou o braço brasileiro da fabricante taiwanesa nesta quinta-feira (17/04).

O portátil, anunciado oficialmente em todo mundo no começo da semana, chegará às prateleiras brasileiras no seu primeiro lote apenas com a distribuição Linux. A fabricante, contudo, classifica como "provável" a introdução do Eee PC 900 com Windows no mercado nacional.

A matriz taiwanesa, no entanto, ainda não confirmou o ultraportátil com o sistema da Microsoft no Brasil. Ambas as versões já começaram a ser vendidas em mercados asiáticos nesta semana.

Evolução do primeiro modelo da linha, o Eee PC 900 tem LCD de 8,9 polegadas, 1GB de memória básica, disco SSD com 12GB ou 20GB para as versões Windows ou Linux, respectivamente, webcam de 1,3 megapixel, leitor de cartões SD e MMC, suporte às redes 802.11b/g e chip Intel Mobile.

"A tendência é que a versão mais nova atinja usuários brasileiros com necessidades mais específicas", prevê Rodrigo Tamellini, engenheiro de vendas da Asus Brasil.

"No país, o Eee PC atinje um perfil com uma gama maior de usuários que nos mercados lá de fora. A versão 900 (do ultraportátil) deverá atender aos mais entusiastas, enquanto a mais simples vai para quem tem maior preocupação com custo".

O Eee PC original continuará a ser vendido no Brasil, com preço sugerido de 1.100 reais.

Mozilla divulga Firefox 2.0.0.14


A Mozilla corrigiu uma única falha de segurança classificada como "crítica" nesta quarta-feira (17) no sistema de JavaScript do Firefox, atualizando o navegador aberto para sua versão 2.0.0.14.

Segundo o alerta de segurança, a Mozilla corrigiu o bug primordialmente por razões de estabilidade, mas afirmou que crackers podem se aproveitar de crash na falha de JavaScript.

"Não temos qualquer prova de que esta falha possa ser explorada, mas estamos divulgando uma correção já que alguns problemas deste tipo se mostrando passíveis de exploração no passado", diz o comunicado.

O coletor de lixo do JavaScript usa e devolve memória do sistema. Sua eficiência é um fator importante no desempenho do JavaScritp e do navegador como um todo.

O Firefox 2.0.0.14 pode ser baixado gratuitamente no site da Mozilla para os sistemas Windows, Mac OS X e Linux. Usuários com versões anteriores podem recorrer à atualização automática que o programa oferece.

Assim como as correções do Firefox de março, as atualizações desta quarta não foram estendidas ao Thunderbird, ainda que o cliente de e-mail use o mesmo sistema do navegador.

Há um mês, David Ascher, chefe da Mozilla Messaging, afirmou não ter recursos ao explicar por que os bugs de JavaScript do programa não estavam sendo corrigidos, mas disse que os patches seriam divulgados "nas próximas semanas". O Thunderbird não é atualizado desde fevereiro.

O que é: Software livre


Software livre é o nome dado aos programas de computador que podem ser usados, copiados e adaptados gratuitamente e sem nenhuma restrição. O código-fonte que dá origem a esses programas é aberto e público, e geralmente os softwares são criados em grupos com discussão aberta para qualquer um que se interesse no desenvolvimento do produto.

Na prática, há poucas diferenças entre os movimentos em prol do software livre e do software de código aberto (em inglês, 'open source'. Portanto, normalmente os termos são usados sem distinção.

Os principais exemplos de software livre são os sistemas operacionais Linux e GNU, a linguagem de programação Java e o navegador de internet Mozilla Firefox.


O Linux finalmente está pronto para competir com o Windows como um sistema operacional para desktop? Os dois foram testados. Veja quem vence

O senso comum sobre Linux em desktops pode ser traduzido como algo assim: "O Linux estará pronto para desktops assim que eu tiver uma distribuição que até mesmo minha avó possa usar."

Já faz algum tempo, o pessoal que trabalha no Ubuntu vem fazendo todo o possível para deixar a vovó – e a maioria das pessoas – felizes. Eles vêm tentando criar uma distribuição do Linux que seja fácil de instalar, utilizar, configurar e fazer a manutenção – que seja, pelo menos, tão fácil quanto o Windows e, sempre que possível, ainda mais fácil. Como resultado, o Ubuntu é uma das distribuições do Linux que vem sendo mais diretamente divulgada como uma alternativa para o Windows.

Nesse aspecto, vou comparar o recém-lançado Ubuntu 7.04 (codinome Feisty Fawn) com o Microsoft Windows Vista, em uma série de categorias. Para manter uma igualdade de condições o máximo possível, estou considerando os aplicativos em todos os aspectos – não somente no sentido relativo a “programas”, mas no que se refere ao que o usuário médio geralmente realiza com o sistema operacional em um dia de trabalho. Algumas vezes, as diferenças entre os dois sistemas operacionais são muito grandes, mas às vezes, eles se equiparam – o OpenOffice.org, por exemplo, é instalado por padrão no Ubuntu, mas usá-lo no Vista não é tão difícil.

Na medida do possível, procurei ater-me ao software pré-instalado, embora esta regra tenha sido um pouco modificada – por exemplo, para verificar quais soluções de backup estavam disponíveis para o Ubuntu por meio de seu próprio catálogo de software.

Além disso, embora eu estivesse tentado a comparar a interface Aero, do Vista, com o gerenciador de janelas do Beryl (que tem uma paleta de efeitos visuais similar), cheguei à conclusão de que as belas imagens, embora úteis, tinham mais a ver com a preferência pessoal do que com a eficiência. Acontece que o Beryl não está instalado por padrão no Ubuntu e a interface Aero não está disponível em todos os PCs.

Em cada caso, tentei levar em conta os benefícios práticos, em vez de considerar os teóricos – ou seja, o que funciona, o que não funciona, e o que é preciso fazer para conseguir que determinadas tarefas sejam realizadas. Também observei que, apesar de ser um grande fã do Vista, tentei evitar que meu entusiasmo influenciasse meu julgamento. Todo mundo precisa de algo diferente, e nem todo mundo precisa (ou quer) o Vista – ou o Ubuntu –, por isso, fiz tudo que pude para manter minha mente e meus olhos bem abertos.


  • Instalação


A maioria das pessoas nunca precisou lidar com a instalação do Windows em um PC novo, uma vez que geralmente vem pré-instalado. Algumas vezes, é necessário que o usuário faça a instalação, no entanto, todo o processo precisa ser o mais simples possível. Para isso, instalei o Ubuntu e o Vista em três máquinas diferentes para teste:

1. Um notebook Sony VAIO VGN-TX770P, com 1GB de RAM, um HD de 80 GB e um controlador gráfico integrado com memória compartilhada da Intel 915GM.
2. Um desktop com Opteron dual-core, com 2 GB de RAM, um HD com 320 GB e um controlador gráfico ATI Radeon 9550. (Este é o computador que utilizo diariamente.)
3. Uma sessão do Microsoft Virtual PC 2007 sendo executada no sistema desktop, com 512 MB de RAM e um HD de 16 GB.

O Vista e o Ubuntu têm aproximadamente o mesmo procedimento de instalação. Insira o disco de instalação, inicialize o computador e execute o processo de configuração (que pode levar uma hora ou mais). Os dois permitem que você escolha manualmente os esquemas de particionamento de disco ou que o computador organize e faça tudo automaticamente.

Se você quisesse instalar o Windows XP em um computador utilizando um controlador de armazenamento massivo, sem ter drives disponíveis para ele no CD de instalação, seria preciso copiar os drivers em um disquete e realizar uma série de procedimentos “burocráticos” para fazê-los funcionar. O Vista já aperfeiçoou muito este processo: é possível ler os drivers necessários para a instalação a partir de qualquer dispositivo, como um drive de USB.

Isso é particularmente importante no meu caso, uma vez que meu computador utiliza um controlador integrado Silicon Image SiI3114 SATA RAID, que não tem drivers no DVD de configuração do Vista. Precisei fazer o download dos drivers a partir do website do fabricante; e depois disso, os transferi para um drive USB durante a rotina de configuração do Vista. O Ubuntu, no entanto, detectou automaticamente o SiI3114 na inicialização e dispunha de drivers prontos para isso. Contudo, outras pessoas não têm essa mesma sorte: quem utilizou o controlador HighPoint HP370 na versão 6.10 teve dificuldades em instalar o Ubuntu.

Se você tentar instalar o Ubuntu em um sistema no qual o Windows XP está rodando, o Ubuntu Migration Assistant (Assistente de Migração do Ubuntu) tentará importar seus arquivos e documentos a partir dele. As configurações do Internet Explorer, papéis de parede, avatares do usuário e o conteúdo das pastas Meus Documentos / Minhas Músicas / Minhas Imagens podem, todos, ser importados desse modo. Infelizmente, uma peça fundamental do “quebra-cabeça” da migração, o e-mail, ainda não têm compatibilidade completa. O pessoal que trabalha no Ubuntu está se dedicando muito para resolver isso.

Um dos aspectos mais positivos do Ubuntu é o seu modo “live CD”. Inicialize o CD, e você poderá executar uma cópia completa e em funcionamento do Ubuntu, diretamente a partir do CD, sem precisar instalar nada no computador. Obviamente, você não irá dispor de toda a funcionalidade possível com o Ubuntu (salvar arquivos ou configurações, por exemplo), mas gostará muito de como tudo funciona, sem, se “envolver” totalmente com o sistema operacional.

Você também pode utilizar este recurso live CD para realizar a recuperação do sistema, até certo ponto. (O Ubuntu 7.04 tem compatibilidade com leitura/gravação para partições NTFS, embora ele não seja compatível com arquivos criptografados ou grupos de segurança.) O recurso mais próximo que o Vista tem para fazer algo semelhante é a capacidade de instalar uma versão sem comprar a licença, para testar por 30 dias (que pode ser expandida para 120 dias).

Os dois sistemas operacionais incluem alguns utilitários no próprio CD. O CD de instalação do Ubuntu inclui um auto-teste para determinar se o disco tem algum erro de gravação, e uma rotina de teste de memória (o venerável Memtest86+). O Vista também dispõe de um teste de memória e da capacidade de restaurar o sistema a partir de um backup, mas não dispõe de recurso de verificação de integridade para a mídia de instalação – por exemplo, se for efetuado o download dessa mídia e você gravá-la como um arquivo .ISO, a partir do MSDN. Também é possível inicializar um prompt de comando para alguma tarefa básica de recuperação – como obter acesso a discos rígidos e a drives de CD/DVD.

Por fim, como mencionei no início, a maioria das pessoas lida com o Vista como um sistema pré-instalado e, mas que irá instalar o Ubuntu manualmente. Alguns fabricantes de PCs já vendem o Ubuntu pré-instalado. A Dell, por exemplo, afirma que pode começar a oferecer alguma distribuição do Linux como opção. Não está definido se eles fornecerão o Ubuntu, mas ele é um dos melhores candidatos.

O vencedor:

O Ubuntu tem uma pequena vantagem aqui, mas somente porque ele pode ser executado diretamente a partir do CD e ser testado, de um modo não destrutivo.



  • Compatibilidade de hardware e plug-and-play

Com o Ubuntu, é muito mais fácil lidar com hardware do que versões anteriores nada amigáveis do Linux, mas só até certo ponto. Os tipos de hardware e configurações mais comuns são usados da melhor maneira, porém quanto mais você avança, mais complicado o procedimento se torna. Na pior das hipóteses, o modo como o Ubuntu usa o hardware pode ser uma verdadeira invasão do sistema, para tarefas que deveriam ser triviais (e no Windows, normalmente, são).

O modo como o Vista trabalha com o hardware é muito centralizado – o Device Manager (Gerenciador de Dispositivos) permite navegar por todos os componentes, gerenciar cada driver e configuração do dispositivo, e assim por diante. O Ubuntu tem um gerenciador de dispositivos, mas trata-se somente de uma lista estática e que não pode ser utilizada para configurar por si mesma. Para fazer isso, geralmente é necessário editar um arquivo de configuração, e o arquivo exato a ser editado pode depender do tipo de dispositivo.

A forma como o Ubuntu conecta impressoras também pode ser complicada. Em meu caso, eu estava utilizando uma impressora HP LaserJet 1000, que emprega um protocolo não-padronizado, o qual teve de passar pelo processo de engenharia reversa pelos usuários do Linux. O Ubuntu dispunha de drivers para ele, mas estes não funcionavam – precisei pesquisar no wiki do Ubuntu para obter informações, e então fiz o download e compilei um conjunto de drivers apropriadamente atualizado, antes de conseguir imprimir. O Vista, por outro lado, simplesmente utilizou os drivers do XP já existentes, fornecidos pela HP (uma vez que não havia drivers do Vista disponíveis).

Eu tinha dado pontos positivos para o pessoa do Ubuntu (e do Linux) por terem completado a missão, mas tive de retirá-los por causa da grande dificuldade em fazê-lo funcionar. Para ser escrupulosamente justo, uma impressora PostScript genérica trabalhará tipicamente em sua condição normal, mas quem dispor de dispositivos que não sejam universalmente compatíveis poderá passar por dificuldades semelhantes.

Os dispositivos Plug-and-Play (PnP) genéricos no Ubuntu tiveram desempenho muito melhor, mas ainda ocorrem alguns problemas. A maioria deles, como câmeras, discos externos ou cartões de memória, são reconhecidos quando conectados. O Ubuntu também tem uma interface central para eventos de dispositivo PnP: console de Removable Drives e Media Preferences (Drives Removíveis e Preferências de Mídia). Nesse aspecto, é possível definir preferências de comportamento para disco removível e CDs/DVDs, câmeras, PDAs, impressoras, scanners e dispositivos de entrada.

Contudo, não é como no Windows, em que é possível escolher um tipo de dispositivo e, então, designar uma entre as diversas ações pré-definidas, a partir de um menu; cada ação do dispositivo é apenas uma referência a um executável. E a ação padrão nem sempre é executada: quando conectei meu scanner (um modelo Canon CanoScan N1240U), o aplicativo de escaneamento padrão, XSane, não iniciou. Sendo assim, iniciei o XSane manualmente e ele identificou o scanner imediatamente, além de trabalhar bem com ele. Entretanto, uma impressora multifuncional, modelo Dell A920 (fabricada pela Lexmark), não foi reconhecida de modo algum pelo XSane – portanto, grande parte do que é ou não compatível refere-se à quantidade de informações fornecidas pelo fabricante.

Tanto no Vista como no Ubuntu, o gerenciamento de energia é outro tópico sobre o qual existe muita controvérsia. Eu poderia citar diversas pessoas que tiveram problemas de gerenciamento de energia com os dois, e outras que não tiveram dificuldades, por isso simplesmente vou descrever minha própria experiência. Com o Ubuntu, a alternativa de pausar e reiniciar, assim como a de hibernar e reiniciar, funcionou em meu notebook, embora muito lenta. No Vista, as mesmas funções também tiveram um bom desempenho e levaram muito menos tempo. Meu desktop não entrou no modo de espera no Ubuntu, mas entrou em hibernação; todavia, o Vista entrou e saiu do modo de espera sem dificuldades. Sendo assim, creio que a maioria das pessoas terá uma opinião diversificada.

O vencedor:

Em termos gerais, o Windows ainda lida com hardware de modo mais elegante e eficiente do que o Ubuntu.



  • Instalação de software

O Ubuntu tem duas formas básicas de lidar com instalação de software: a ferramenta Adicionar/Remover Aplicativos (que é fácil) e o Synaptic Package Manager (Gerenciador de Pacote Sináptico, para especialistas). O recurso Adicionar/Remover Aplicativos permite procurar em todo o diretório de aplicativos recomendado para o Ubuntu – dúzias de programas em 11 categorias – e instalá-los com pouco esforço. Adicionei aplicativos, como o Adobe Reader e o cliente de e-mail Thunderbird, sem muita dificuldade. Tudo isso se compara muito favoravelmente ao sistema Adicionar/Remover Programas do Windows, que deve ser familiar para todas as pessoas que estão lendo esta análise.

Além disso, o Ubuntu tenta simplificar o processo de adicionar programas que não são instalados pelos sistemas de gerenciadores de pacotes mencionados anteriormente. Por exemplo, se você inserir um CD, o Ubuntu tenta detectar a presença de pacotes válidos no disco, dá a opção de instalar.

Outro recurso no Ubuntu que é semelhante ao do Windows é a capacidade de definir aplicativos de preferência para determinadas funções comuns – navegador padrão e leitor de e-mail, por exemplo. No entanto, diferentemente do console de Drives Removíveis e de Preferências de Mídia, as escolhas que você pode fazer estão disponíveis a partir de uma lista suspensa já existente; não é preciso informar o nome de um executável específico, embora você possa fazer isso, se quiser. O modo como o Vista trabalha com as preferências é um pouco mais centralizada, por meio da seção Programas Padrão, no Painel de Controle; aqui, você pode definir padrões por programa, tipo de arquivo ou protocolo.

Uma coisa de que gostei no Ubuntu foi o modo como é possível navegar na lista Adicionar/Remover Aplicativos para dispor de software gratuito cuidadosamente selecionados pela comunidade do Ubuntu. O que existe de mais parecido no Vista é o recurso denominado Digital Locker, no qual você pode adquirir software online e transferi-lo por download, com sistema de proteção. Além disso, uma série de programas gratuitos/para teste está disponível por meio de seu sistema (como a versão do antivírus AVG).

O vencedor:

Houve um empate. Ambos os sistemas operacionais mostram muito da mesma centralização e eficiência em lidar com aplicativos, protocolos e programas.



  • Rede / Navegação na internet / E-mail

A configuração de rede no Ubuntu, com ou sem fio, foi bastante fácil. O adaptador de rede sem fio de meu notebook foi detectado e funcionou bem; só precisei digitar o nome da minha rede, e já “estava em ação”. Uma coisa que me preocupou foi como minha placa wireless não configurada parecia tentar e procurar todas as conexões disponíveis, sem me notificar – primeiro, ela tentou se conectar a uma rede não protegida de um vizinho, antes de que eu a redirecionasse para meu notebook.

O Vista e o Ubuntu também permitem criar perfis de rede, embora o modo como eles são gerenciados seja muito diferente. O Ubuntu só deixa alternar entre perfis manualmente; o Vista é semi-automático (ele “dá o melhor palpite” para determinar onde você está), mas pode ser modificado para controle manual. Contudo, a conexão compartilhada de rede é muito mais difícil de ser configurada no Ubuntu do que no Vista, uma vez que não existe uma GUI (Graphical User Interface, ou Interface Gráfica com o Usuário) no Ubuntu para realizar essa tarefa. Consegui me conectar às pastas compartilhadas do Vista a partir do Ubuntu, mas foi preciso recorrer à combinação nome de usuário/senha, que é válida no sistema do Vista que você está tentando acessar.

A navegação na internet é outra área na qual existe uma relativa condição de igualdade entre os dois sistemas operacionais, graças ao sucesso geral do Firefox. Ele é o navegador padrão no Ubuntu, e se você não gostar do Internet Explorer no Vista, pode alternar para o Firefox (ou praticamente para qualquer outro navegador desenvolvido para o Windows). O comportamento do Firefox nas duas plataformas é extremamente similar; na verdade, eu consegui suporte para plug-ins em Flash no Ubuntu, simplesmente clicando em links para download dos mesmos, no Firefox.

O programa de e-mail padrão do Ubuntu é o Evolution, que se conecta não apenas a contas POP e a caixas de correio Unix convencionais, mas também pode se comunicar com servidores do Exchange (por meio do Outlook Web Access) e tem um sistema integrado de PIM/calendário/agendamento. O aplicativo Windows Mail, do Vista, é uma versão do Outlook Express em grande parte re-escrita, com um aplicativo simplificado de calendário/agendamento, o Windows Calendar, e integração com o sistema de busca do Vista. Se você quiser um recurso de calendário mais sofisticado ou um PIM completo, é necessário fazer a atualização para o Outlook – sendo assim, o Ubuntu tem outra vantagem nesse aspecto.

Uma coisa com a qual tive muitos problemas em ambas as plataformas foi a importação de e-mails a partir de outro programa – especialmente, de e-mails a partir do Windows. O Evolution até foi capaz de importar um arquivo de e-mail .CSV exportado a partir do Outlook, mas a importação, de algum modo, terminou lendo todas as mensagens como contatos, e não como e-mails. Em outros casos, utilizei um programa terceirizado, denominado Outport, para migrar e-mails do Outlook para o Evolution – com algumas limitações. Assim, não tenho certeza se o problema está na exportação de CSV a partir do Outlook ou na importação a partir do Evolution.

O Microsoft Mail apresentou seus próprios problemas: o único modo de importar e-mail a partir de um arquivo foi fazê-lo recorrendo a um diretório de armazenamento do Outlook Express ou de uma cópia do Outlook já instalada no Windows. Se você já tiver e-mails armazenados, prepare-se para uma migração difícil, em ambos os casos.

O vencedor:

O Windows, mas somente “por um fio”. O Windows tem uma pequena vantagem, em temos de compartilhar conexões de rede –, mas ambas as plataformas apresentam possíveis complexidades na migração de e-mail.



  • Processamento de textos

A famosa suíte OpenOffice.org está instalada no Ubuntu por padrão. Seus pontos mais fortes são que ele fornece muitos dos recursos do Office (pelo menos os melhores e mais recentes), gratuitamente. A maior parte dos problemas que as pessoas têm relatado envolve a tradução de documentos existentes no Office, que contêm muitos elementos complexos.

Se você estiver considerando migrar para o OpenOffice a partir do Office e trabalhar com os arquivos já existentes, certifique-se de que os documentos com que você quer trabalhar podem ser lidos, em primeiro lugar. Experimentei uma variedade de documentos exportados a partir do Word 2003 e não tive problemas em abri-los e salvá-los novamente nos formatos nativos do OpenOffice, embora seja preciso reconhecer que eles não são muito complexos.

Outro fator do qual os usuários que pretendem migrar para o Office precisam estar cientes são algumas pequenas diferenças de comportamento no OpenOffice, como as funções decorrentes de combinações de teclas. Certamente, isso pode ser mudado, mas precisa de muito mais treinamento. Também desativei alguns recursos padrão do OpenOffice, como funções de auto-completar e auto-corrigir palavras – para algumas pessoas, como eu, isso representa mais um aborrecimento do que uma utilidade.

Quanto ao Vista, não foi difícil adicionar o OpenOffice manualmente – especialmente, porque o único programa de processamento de textos fornecido com o Vista é o relativamente simples WordPad, que há anos não é atualizado significativamente. Ele é adequado somente para as tarefas mais básicas. Por isso, comecei a pensar em por que a Microsoft simplesmente não inclui o Word 97 ou uma das outras versões do Word que já não dispõem de suporte técnico, como um “brinde” que pode ser instalado com o Windows. É difícil, mas tenho que mencionar que a versão completa do Word (ou Office) é um dos principais custos.

O vencedor:

O Ubuntu, porque vem com OpenOffice – embora ele possa ser instalado com facilidade no Windows.


As mudanças no mercado de PCs nos próximos anos vão garantir um crescimento exponencial para o Linux, que vai ser o sistema operativo preponderante do próximo bilião de computadores a chegar ao mercado. François Bancilhon, CEO da Mandriva, traçou ontem, no VI Encontro Nacional de Tecnologia Aberta, a sua visão para o mercado de PCs de baixo custo que, na sua opinião, vão dominar as vendas nos países emergentes e estender-se a economias mais avançadas.

A experiência da Mandriva nos PCs de baixo custo estende-se da Nigéria, com os Classmate PCs, ao Brasil, onde mais de 40 mil máquinas são vendidas todos os meses pela Positivo, líder do mercado de retalho.

François Bancilhon lembra que dos 270 milhões de PCs vendidos em 2007 os OEM desenharam e fabricaram menos de 18 por cento, uma percentagem que estima irá baixar para 8 por cento até 2010. "Quem precisa da HP? Muito rapidamente o que será mais importante é dominar a rede de distribuição e não o nome do fabricante ou a marca e isso vai mudar o mercado".

Em relação aos PCs de baixo custo o CEO da Mandriva afirma que nos próximos meses vão surgir dúzias de alternativas ao XO de Negroponte, ao Classmate PC da Intel e ao EEE da Asus. "A maioria das máquinas vão ter Linux. É incomportável num equipamento que custa 100 dólares colocar um sistema operativo que no mínimo custa 40 dólares", defende François Bancilhon.

Quanto ao alargamento do conceito doa PCs de baixo custo - inicialmente pensados para mercados emergentes - aos países mais desenvolvidos, o CEO da Mandriva afirma que este é natural e exemplifica com o facto da Intel já ter abandonado as limitações geográficas que tinha imposto ao Classmate.

"Na Europa e nos Estados Unidos estas máquinas não se vão chamar Low Cost PC, mas UMD (Ultra Mobile Devices), um nome mais sexy, e muitos compradores vão adquiri-las simplesmente por impulso, porque é fácil pagar 200 dólares por um gadget", justifica o CEO da Mandriva.

Linux para todos


Os profissionais e entusiastas do Linux têm hoje um dia cheio no Linux 2008 – o VI Encontro Nacional sobre Tecnologia Aberta que está a decorrer no Auditório Lispólis, em Lisboa

Entre os oradores convidados está François Bancilhon, o CEO da Madriva, uma das empresas míticas nesta área, quer falou sobre os computadores de baixo custo e do seu crescimento, estimando que o Linux é a escolha natural para o software a implementar nestes computadores, uma vez que os seus custos são consideravelmente mais baixos que outras opções no mercado.

Segundo François Bancilhon os mercados emergentes são muito importantes para estes LCPC (Low Cost Personal Computers), perfilados como maiores compradores a Ásia, o Médio Oriente, África e o Brasil.

No seu entender, estes computadores poderão vir a criar novos players no mercado da comercialização, pois os seus vendedores, dado o baixo preço, poderão ser desde os operadores de telecomunicações, até aos donos dos canais de retalho, passando até por organismos do Estado, tendo em conta a luta contra a info-exclusão e o reforçar das políticas relacionadas com a sociedade do conhecimento.

O evento, organizado pela Sybase e Caixa Mágica, recebe ainda Jan Wildeboer, um evangelista da Red Hat, que fez uma apresentação mais virada para o mundo empresarial e sobre como se passa a visão das soluções empresariais aos clientes.
Para além destas apresentações são ainda apresentados vários casos de boas práticas onde a estrela é o Linux.

Num evento que já criou tradição, em Portugal, há ainda espaço para um animado debate sobre a definição de standards livre e de interoperabilidade, que conta com a participação de empresas que trabalham com software open source e empresas com software de código fechado.

Para além do programa do auditório principal há ainda lugar a sessões paralelas mais tecnológicas.

Um curiosidade, à porta do Auditório, encontra-se um Pinguim Insuflável com três metros de altura a demonstrar que o Linux «está a crescer».


A Agência para a Modernização Administrativa e a Associação de Empresas de Software Open Source Portuguesas (ESOP) assinaram hoje, em Lisboa, um protocolo para promover a utilização de software de código aberto.

Na sequência do acordo, feito ao abrigo do Plano Tecnológico, vai ser reforçado o Portal Nacional de Software Livre, que passará a integrar documentação (para ser usada por empresas, entidades da administração pública e mesmo utilizadores individuais), software para download e exemplos de boas práticas na área.

Estão ainda planeadas acções de formação, fruto de parceria entre empresas e entidades da administração pública que adoptaram este tipo de software. O presidente da ESOP, Gustavo Homem, justifica a necessidade destas formações: "Já existem entidades que estão na linha da frente, mas o conhecimento está pouco disseminado".

Software de código aberto é a designação para programas de computador que podem ser alterados por qualquer pessoa e livremente redistribuídos. As várias distribuições do sistema operativo Linux são um dos mais conhecidos exemplos de software de código aberto. Normalmente, o modelo de negócio das empresas que fornecem este tipo de software assenta na prestação de serviços associados.

O protocolo foi assinado durante o VI Encontro Nacional sobre Tecnologia Aberta, que reuniu reuniu perto de 600 participantes, entre estudantes, entusiastas e profissionais do ramo.

No evento, a Caixa Mágica, empresa responsável pelo Linux com o mesmo nome, anunciou ainda a distribuição de um novo modelo de computador no âmbito do projecto e-escolas, que será equipado com este sistema operativo. Os modelos actuais integram o Windows, da Microsoft.


A empresa de software de código aberto Red Hat informou nesta terça-feira que pode abandonar os planos de lançar um sistema operacional que concorra diretamente com o Windows Vista, da Microsoft .

No ano passado, a empresa sediada nos Estados Unidos anunciou planos de desenvolver uma versão do Linux que conteria todas as funcionalidades do Windows e seria vendida em países em desenvolvimento ao redor do mundo.

O diretor de tecnologia da Red Hat, Brian Stevens, afirmou em uma entrevista nesta terça que a empresa ainda vai determinar se há demanda para esse produto.

Ela informou que está em negociação com parceiros potenciais em países que incluem a Índia, onde a Red Hat espera vender o sistema para pequenas e médias empresas, disse Stevens.

"É pior vender 100 mil unidades do que não vender nenhuma diante do compromisso que você assume", afirmou o executivo. "Nesse momento estamos mensurando o tamanho da oportunidade global", completou.


A Novell promove na quarta-feira, 16, o Workgroup Solutions Tour, em Porto Alegre. O evento acontece entre 09h e 13h, no Mercure Manhattan (Rua Miguel Tostes, 30 - Moinhos de Vento) e vai discutir as novas ferramentas de colaboração em Linux.

Serão apresentadas inovações orientadas a negócios e interoperabilidade, soluções para workspace e colaboração em tempo real, produtividade e economia em código-fonte aberto para ambiente corporativo, suportes para hardware, backup e antivírus de parceiros Novell.

Os participantes vão concorrer a um iPod Nano de 4Gb. A inscrição deve ser realizada no link relacionado abaixo.

Região Sul
Em Curitiba, o evento acontece na quarta-feira, 23, no Mercure Curitiba Centro. Rua Emiliano Perneta, 747. Em Joinville, o encontro acontece na quinta-feira, 24, no Mercure Hotel Prinz Joinville, Rua Otho Boehm, 525.

Acesse: - Novell Workgroup Solutions Tour - Latin America


A prefeitura de MAceió inaugura, nesta segunda-feira (14), às 11h, o Laboratório de Informática professora Ageneusa Olímpia da Silva, da Escola Municipal Major Bonifácio da Silveira, em Bebedouro. O laboratório é dotado de dez novos computadores, com o sistema operacional Linux e ligados à Internet.

Esse será o 22º laboratório de informática inaugurado pela Secretaria Municipal de Educação (Semed), que informou a existência de mais 17 laboratórios a serem entregues à comunidade escolar da rede municipal, totalizando 39, com os que já foram entregues.


O Governo Federal estréia nesta segunda (14) novo portal para promover o uso do software livre no país.

Desenvolvido pela secretaria de TI do ministério do Planejamento, o portal vai reunir aplicativos e documentação sobre iniciativas públicas de uso de software livre no Brasil.

De acordo com a secretaria de TI, as áreas que mais contribuíram com exemplos de uso de aplicativos Linux para o novo portal foram a Fundação Nacional de Saúde (Funasa) e o Ministério da Cultura.

A estréia do novo portal ocorre na mesma semana em que tem início, em Porto Alegre, o fórum de software livre fisl 9.0.

Sun anunciará MySQL 5.1


Os desenvolvedores que usam MySQL terão acesso a nova versão do banco de dados esta semana, na primeira MySQL Conference que a Sun Microsystems vai realizar após ter comprado a MySQL.

Segundo informações do site Linux World, o MySQL 5.1 traz diversas novas características para tornar o banco de dados mais apropriado para aplicações críticas em grandes empresas.

Zack Urlocker, vice-presidente para produtos MySQL na Sun, disse que a melhoria de performance pode chegar a 20%.

Compra de US$ 1 bilhão
A MySQL foi comprada pela Sun por US$ 1 bilhão em janeiro. Mais de 100 milhões de cópias do banco de dados já foram baixadas e distribuídas. O mercado de banco de dados é estimado em US$ 15 bilhões.


aBíblia Software é desenvolvida em C++ usando a biblioteca de classes Qt, afim de tornar-se um software de fácil instalação e utilização.

Desenvolvida para os sistemas Linux e Windows, a aBíblia Software reuni em um único programa ferramentas auxiliadoras ao estudo bíblico como: pesquisa, seleção de principais passagens, anotações, caixinha de promessas e outros.

Ao abrir a página de downloads (http://www.comunidadeabiblia.net/abiblia/downloads) você poderá escolher entre baixar uma versão Windows, versões para distros baseadas em Debian e outra no formato RPM. Além, é claro, do código fonte do software.

Atualmente a aBíblia Software é desenvolvida por uma única pessoa. Você também pode participar dessa comunidade!

Acesse: http://www.comunidadeabiblia.net/abiblia

Apt-URL no Ubuntu


APT-URL é um dos meus programas prediletos. O que ele tem de especial é que eu posso manter uma lista dos programas que eu gosto num website e facilmente instalar todos eles ou indicar a alguém novo no Ubuntu o website com todos meus programas favoritos. O problema é que, com os arquivos de pacotes pessoais, deixar os usuários rodar seus próprios repositórios no launchpad e muitas programas excelentes usando seus próprios repositórios, você precisará adicioná-los ao seu arquivo source.list antes que você possa usá-los.

Mozilla Firefox 4.0 Alpha 1 pré



A Mozilla disponibilizou hoje no seu FTP a próxima versão do Mozilla Firefox, a 4.0, sendo esta apenas para teste de desenvolvedores e para quem quiser ajudar no report de bugs.
Esta verão é praticamente igual a 3.0, com a diferença de que usa a nova versão da engine de renderização Gecko, a 2.0.
Portanto, quem quiser baixar a nova versão, fique à vontade, mas não se esqueça de que não é recomendado o uso para tarefas do dia-a-dia, apenas para teste.

Link para baixar a versão 4.0 do Firefox para Windows e Linux (a versão para MacOS não foi incluida ainda): http://ftp.mozilla.org/pub/mozilla.org/firefox/nightly/latest-mozilla-central/


O telescópio espacial Hubble capturou a imagem acima na estrela variável V838 Monocerotis, que fica bem próxima da “fronteira” da nossa Via Láctea:

Confira, a sobreposição com a marca do Firefox. ;)

A foto não é nova; ela foi registrada em março de 2004

Hino GNU

Baixe a música

ogg


Veja a Letra:
(Rubinho Jacobina e Giuliano Djahdjah)

Gnuuuuu!
Gnuuuuuu!
Gnuuuuuuu!

Linha de comando eh o maior maior barato
você nunca mais vai esquecer
dar um cat no arquivo
ls pra listar
e pra mudar o diretório eh o cd

Gnuuuuu!
Gnuuuuuu!
Gnuuuuuuu!

eu sou bom de cama, sei fazer café
e ninguém reclama do meu cafuné
mas…
ARTISTA EH O *******!!
eh o *******!!!

uh! uh! uhuhuh… APT-GET!!!
uh! uh! uhuhuh… aptitude!!!
uh! uh! uhuhuh… apt-*****!!!

E E e a Peço Paz para Agitar
Eu agora vou falar da liberdade pra codar
é muito simples é conhecimento aberto,
produção compartilhada é bom vc ficar esperto

Primeiro passo é escolher a sua distro
a tarefa é difícil pois são muitas pra instalar
tem o demudi , o debian e o ubuntu,
o slack redhat o fedora e o gentoo

agora é hora de particionar o disco,
uma tarefa de alto risco então faça o seu backup
Configurar o X parece complicado
mas se vc ficar ligado a parada vai rolar

e pra subir a entrada firewire
é só recompilar o kernel e o lance fica staile
brother…

configure make install, configure make install, configure make install…

Technical Info:
letra e voz: giuliano djahdjah
base: produzida no software hydrogem por cristiano scabello e felipe machado
baixo: josé balbino
guitarra: neilton devotos
cavaquinho: daniel taterka
coro: equipe do estudiolivre

Genius Life

Olá pessoal! Depois de muito tempo longe volto a falar com vocês.

Estive trabalhando muito num novo blog meu, e na verdade ainda estou. Vocês podem acessa-lo por este link: http://geniuslife.blogspot.com/ mas ele ainda está em construção. estando pronto apenas dia 25 desses mês.

Bem, neste post eu gostaria de explicar a vocês como se virar na internet! 8)
É muito comum você se deparar com um problema e não saber resolve-lo. A internet foi inventada para isso! Resolver os seus problemas! Agora, basta apenas que você saiba onde buscar o que precisa. Vamos considerar que você está interessado em informática, mas pode ser qualquer outra coisa.

RSS
Provavelmente você já conhece dezenas de sites e blogs, e eles publicam muita coisa, muita coisa que não dá para você ler. Mas para poder organizar isso use um leitor RSS e tenha tudo num único espaço, organizado e pronto para pesquisa!

Buscadores
Existe buscador para tudo! Apesar do Google fazer muito sucesso, ele ainda não é o mestre a busca. Outros buscadores mais específicos podem lhe dar o que precisa. Alguns deles são: Yahoo! Cadê, YouTube, Buscape, Wikepedia e etc. Eu não vou linka-los por que basta pesquisar no google. Sempre que você encontrar um novo buscador adicione ao seus favoritos. Ou crie uma busca automática para o firefox.

IRC
Um dos mais antigos bate-papos se mostra uma ótima ferramenta de pesquisa, no servidor freenode há dezenas de canais sobre tudo! Inglês, Física, Linux, Windows e toda sorte de conhecimento pode ser arrancado de lá. É só dar uma boa pesquisada.

Acho que essas são as mais fáceis... ahh tem ainda os Forum e o Yahoo Respostas... mas esses vocês vão ter que descobrir 8)

Como vocês perceberam eu não ajudo muito, mas é com boa intenção, quanto mais vocês se esforçarem para achar o que recomendo aqui, melhor será para vocês!

Boa sorte!


Administradores de sistemas Linux agora já contam com mais um sistema de gestão de documentos em Código Aberto, o Agorum Core. Desenvolvido pela alemã Agorum Software GmbH, o sistema já possuía versões para Windows, mas, somente agora recebeu uma versão também para sistemas Linux.

O Agorum Core já foi testado em algumas das principais distribuições usadas em empresas, como OpenSuse 10.3, Fedora 8, Debian 4.0, Red Hat Enterprise Linux 5 e Suse Linux Enterprise 9 e 10.

Em algumas semanas, os desenvolvedores pretendem também lançar a integração com o sistema de fluxo de trabalho e Bonita, também em ambos os sistemas operacionais. Um dos objetivos da abertura do código-fonte é aumentar a presença da empresa no mercado, o que é planejado para ocorrer em até dois meses.

O Agorum Core chega para competir principalmente com o Alfresco (avaliado pela Linux Magazine), o atual líder do segmento em Código Aberto. Ele funciona com base no banco de dados MySQL, no servidor de aplicação JBoss, no gerador de relatórios iReport da JasperSoft e no mecanismo de fluxo de trabalho Bonita.

O site da empresa alemã contém, além de extensa documentação escrita, tutoriais em vídeo para download.

Comercial Linux IBM


Middleware é o destaque na Linux Magazine de abril. Conheça os servidores de aplicação mais importantes no universo do Código Aberto, como JBoss, IBM WebSphere, BEA WebLogic e JOnAS.

WEBSPHERE: Embora seu código não seja aberto, o IBM WebSphere tem grande prestígio entre os administradores de sistemas e executivos de TI. Aprenda a instalar sua versão gratuita e construa sua primeira aplicação.

JBOSS: O servidor de aplicação da Red Hat é o mais destacado entre os de Código Aberto, e tem motivos para isso. Conheça sua história e suas motivações para a liberdade.

JONAS: O consórcio OW2 está construindo um middleware de Código Aberto de altíssima qualidade, e o servidor de aplicação JOnAS é o centro desse ecossistema. Conheça-o e aproveite o desenvolvimento colaborativo internacional.

WEBLOGIC: O servidor de aplicação da BEA é otimizado para as arquiteturas x86 de 32 e 64 bits, além de ser muito fácil de instalar e começar a usar. Vale a pena conhecê-lo.

SEGURANÇA: Firewall para quê? Na rede atual, Internet e intranet se misturam, e os firewalls tradicionais não são mais uma garantia de segurança.

REDES: O becape de partições inteiras oferece diversas vantagens sobre o de dados, incluindo a facilidade de recuperação do estado operacional do sistema. Conheça diversas opções de ferramentas para essa tarefa.

PHP e Web Services: O mestre Pablo Dall’Oglio mostra como implementar servidores que conversam com aplicativos remotos usando SOAP.

E mais:
- A décima aula preparatória para a certificação trata de servidores de email e notícias.
- ERP e CRM de Código Aberto no ADempiere.
- EeePC: vale a pena comprar um? Uma análise detalhada e a opinião de Augusto Campos.
- Caso de adoção do ODF numa instituição de ensino superior.
- Cezar Taurion aborda as três categorias de uso do Código Aberto nas empresas.

Pacote de benchmark para Linux


A equipe da Phoronix, um dos principais sites dedicados a avaliações de Software Livre e hardware, lançou no último dia 2 o Phoronix Test Suite, um pacote de aplicativos para realizar benchmarks em sistemas Linux.

Segundo o anúncio de lançamento, a Phoronix afirma que o código, liberado sob a GPLv3, é o mesmo usado internamente em seus extensos testes há quatro anos. O objetivo, segundo seus criadores, é "facilitar que usuários finais de Linux rodem benchmarks confiáveis (tanto qualitativa quanto quantitativamente) para seu próprio uso, incentivar projetos de Código Aberto a tornar seus softwares mais testáveis e impulsionar os testes em Linux pelos fornecedores de hardware e software."

Além do pacote, a Phoronix criou também um banco de dados público para armazenamento e consulta de resultados de benchmarks de forma colaborativa.

Mecanismo

O anúncio de lançamento esclarece que o pacote não se trata de uma série de scripts de benchmark, mas de uma plataforma de benchmarks em camadas, com as tarefas definidas em arquivos XML. Entre suas facilidades, o software reconhece automaticamente o número de processadores no sistema e ajusta os parâmetros dos testes que podem ser influenciados por esse fator.

Nova versão

Cinco dias depois do lançamento da primeira versão do PTS, a Phoronix liberou a versão 0.2 do pacote. Segundo o anúncio, a primeira versão ainda possuía "algumas falhas e diversos recursos incompletos."

O PTS 0.2 traz novos perfis de benchmark e algumas melhorias, incluindo uma opção para fazer o upload dos resultados automaticamente para o banco de dados público.


Considerado uma das melhores distribuições Linux que já foi lançado, o Ubuntu cada vez ganha mais usuários pelo mundo. Sua nova versão, a 8.04 será lançada oficialmente no dia 22 de abril.

A distribuição é patrocionada pelo milionário Mark Shuttleworth, o segundo civil a entrar em órbita (pagando 20 milhõs de dólares para o governo russo).

Baseada na distribuição Debian e com atualizações semestrais, o Ubuntu encontra-se atualmente na versão 7.10 (Gutsy Gibbon). Dentre os principais motivos para essa liderança entre as distribuições linux, estão a facilidade de instalação, uso e aquisição do sistema. Para termos uma idéia, qualquer pessoa do mundo pode solicitar gratuitamente junto ao site https://shipit.ubuntu.com/ o CD de instalação, que em menos de quatro semanaso terá na sua residência, sem qualquer tipo de burocracia .

Para o primeiro contato com uma distribuição Linux, o Ubuntu destaca-se pela utilização do sistema através do CD-ROM. Em poucas palavras, ao configurar o boot de seu computador com o CD-ROM, em aproximadamente cinco minutos (depende da capacidade de cada hardware), o Ubuntu reconhece os componentes mais básicos do seu computador (placa de rede, som, fax modem, vídeo) e com a utilização da memória RAM, disponibiliza sua interface gráfica para o usuário interagir.

o Ubuntu não se limita apenas a uma única distribuição ou versão para desktop’s. Além da versão Ubuntu Server (destinada para servidores), paralelamente existem outros projetos chamados de Edubuntu, Kubuntu, Xubuntu, Gobuntu e Fluxbuntu.

Ubuntu Server - Versão do Ubuntu destinada a servidores, sem ambiente gráfico pré-instalado. O Ubuntu Server é recomendado para o usuário avançado de Linux.
Edubuntu – Desenvolvido para ambientes escolares, afim de auxiliar o professor com pouca habilidade em linux, a instalar as distribuições em seu laboratório e interagir com os alunos. Isto é possível graças a alta capacidade de gerenciar configurações, usuário e processos. Ele é desenvolvido com a colaboração de professores e técnicos de várias partes do mundo.
Kubuntu – Basicamente, este projeto é a mesma coisa que o Ubuntu. O que difere um do outro é o ambiente gráfico adotado por cada distribuição. O Ubuntu utiliza como padrão o ambiente GNOME. Já o Kubuntu, utiliza o KDE. Para solicitar o CD gratuitamente, acesse o link https://shipit.kubuntu.org/
Xubuntu - Basicamente, este projeto também é a mesma coisa que o Ubuntu. A diferença principal é que o Xubuntu utiliza o ambiente gráfico XFCE, que roda facilmente em computadores que possuem pouco processamento e memória RAM. Uma boa distribuição para computadores mais antigos.
Gobuntu – É basicamente o mesmo ambiente desktop do Ubuntu, mas com restrições muito mais rígidas quanto ao licenciamento dos componentes de tudo que é incluído nele, removendo até mesmo itens que seriam permitidos pelas Debian Free Software Guidelines, além de aplicativos, drivers, firmware, PDFs, vídeos, sons, e outros arquivos que não possam ser considerados plenamente livres.
Fluxbuntu – Essa distribuição está fresquinha no mercado, pois foi lançada em Outubro de 2007. O objetivo de sua criação é proporcionar ao usuário que possua uma máquina antiga leveza, produtividade, agilidade e eficácia. O Fluxbuntu utiliza como ambiente gráfico o Fluxbox, considerado extremamente leve e rápido.

Palavras da Canonical

* O Ubuntu sempre será gratuito, e não cobrará adicionais por uma "versão enterprise" ou atualizações de segurança. Nosso melhor trabalho está disponível para todos sob as mesmas condições.
* Uma nova versão do Ubuntu é lançada periodicamente a cada seis meses. Cada nova versão possui suporte completo, incluindo atualizações de segurança pela Canonical por pelo menos 18 meses, tudo isto gratuitamente.
* O Ubuntu possui a melhor infraestrutura de tradução e acessibilidade que a comunidade do Software Livre tem a oferecer, tornando o Ubuntu usável por tantas pessoas quanto for possível.
* O CD do Ubuntu possui apenas Software Livre, nós encorajamos você a usar software de código aberto, melhorá-lo e distribui-lo.

















O Linux Professional Institute, através da afiliada brasileira 4Linux, vai aplicar provas de certificação em Linux durante o fisl9.0, que acontece entre 17 e 19 de abril no Centro de Eventos da PUC-RS, em Porto Alegre.

As provas acontecem na sexta-feira, 18, a partir das 10h, para o LPI nível 1, e a partir das 12h, para o nível 2. Inscrições poderão ser realizadas pelo telefone (11) 2125.4747 ou no link relacionado abaixo.

“Muitas pessoas de fora dos grandes centros querem se certificar em Linux mas em suas cidades não têm como fazer as provas do LPI. Aproveitaremos que muitos destes profissionais vão até o fisl para atendê-los e aumentar ainda mais o número de profissionais certificados no Brasil, sexto paí no mundo em número de profissionais LPI certificados”, afirma Rodolfo Gobbi, diretor Geral da 4Linux.

Especialmente para o evento, os candidatos que comprarem uma prova, pelo valor de R$ 260, terão desconto de 50% na outra prova.

Penguins Linux Ad

Google lança vídeo sobre o Linux, sistema usado pela empresa.

Intel oferece WiMax para Linux


A Intel renovou seu programa de desenvolvimento para Linux, e dessa vez o WiMax é um componente central do programa. Em linuxwimax.org, a gigante dos microprocessadores oferece também uma nova pilha e os primeiros drivers para seus chips WiMax.

A tecnologia WiMax tem o nome técnico de IEEE 802.16e, e oferece taxas e distâncias de transmissão superiores às dos padrões 802.11b e 802.11g, os mais populares atualmente disponíveis no mercado e comumente chamados de WiFi.

A Intel pretende incluir um chip WiMax em todos os seus aparelhos móveis de conectividade – os chamados MIDs–, assim como em seus notebooks e também em telefones celulares.


A contribuição dos novos programadores para o desenvolvimento do núcleo do SO Linux é cada vez mais significativa, apesar de estar dependente da contribuição do grupo restrito de programadores liderado pelo fundador Linus Torvalds, segundo a Linux Foundation.

O grupo de programadores que contribuem mais para o desenvolvimento do núcleo do sistema operativo Linux mantém-se.No entanto a contribuição dos novos membros é cada vez mais importante, segundo o último relatório da Linux Foundation.
Nos últimos 10 anos, os principais programadores individuais contribuíram para 15% de todas as alterações do núcleo, e os 30 primeiros programadores para 30% das alterações, segundo o relatório. Este grupo lidera, no entanto, uma nova vaga de programadores e membros da comunidade com cada vez mais relevância no processo de desenvolvimento, disse Jim Zemlin, director executivo da Linux Foundation. No total perto de 3700 programadores, de mais de duas centenas de empresas, contribuíram para o desenvolvimento do Linux desde 2005, segundo o relatório.
O relatório divide os programadores que contribuíram para o desenvolvimento do Linux em diferentes categorias. À categoria máxima, responsável por 13,9% das alterações ao sistema operativo, pertencem programadores que trabalham no tempo que têm disponível, sem receberem qualquer tipo de remuneração. Em segundo lugar, com uma taxa de contribuição de 12,9%, estão os programadores que não pertencem a nenhuma empresa. “Com algumas excepções, todos os programadores desta categoria contribuíram para 10 mais alterações no core do SO nos últimos três anos, no entanto a sua contribuição pessoal foi de facto muito alta”, disse o relatório.
Os programadores ligados a empresas e fundações aparecem na terceira categoria – liderada por programadores da Red Hat (11,2%), seguida de programadores pertencentes à Novell (8,9%), á IBM (8,3%), à Intel (4,1%) e pertencentes à Linux Foundation.
“Verificamos que um número reduzido de empresas é responsável por uma grande parte do total de mudanças efectuadas no núcleo do sistema operativo. Mas também que existe uma lista grande de empresas que contribuíram, juntas, para grandes mudanças”, diz o relatório.
Número de programadores pode aumentar com lançamento de produtos
O responsável da Linux Foundation considera que com o aumento do lançamento de produtos baseados em Linux, e o consequente aumento da adopção do sistema operativo, o número de programadores aptos a desenvolver o SO irá também crescer.
“Não penso que exista alguém que ainda considere o software de open source e o Linux um movimento de elite”, disse Zemlin. Esta tendência irá acentuar-se, principalmente agora que o sistema está a funcionar no New York Stock Exchange.
Além disso, com o aumento do número de utilizadores, ficará cada vez mais claro quais são as regras de desenvolvimento do SO, reduzindo a possibilidade de interferência de interesses corporativos. “As empresas percebem cada vez melhor os princípios do processo de desenvolvimento e as regras segundo as quais as pessoas devem trabalhar”, disse.

Apresento o IUG (Instalador Ubuntu Games).
Que agora volta na versão 0.6.0 com mais jogos e poucas mudanças do que a versão anterior na parte gráfica do programa.
Com este programa com apenas alguns clique no mouse, você instala os melhores jogos para o Ubuntu Linux. Totalmente produzido aqui no Brasil, criado pelos representantes do Ubuntu Games.
aplicacoes.png
O IUG é totalmente escrito em Shell Script e utiliza o pacote “zenity” para sua interface gráfica em GTK+, pacote este que já vem instalado por padrão no Ubuntu Linux.
Afinal de contas, as coisas não precisam ser complicadas, principalmente quando falamos em diversão. Com uns poucos cliques qualquer categoria, você poderá instalar inúmeros jogos disponíveis para o Ubuntu. É apenas escolher os jogos desejados e esperar que o IUG faça as instalações sozinho.
instalando.jpg
Todos os jogos que for instalar vão ficam em “Aplicações > Jogos” caso não queira mais o jogo no Ubuntu, basta ir em “Sistema > Administração > Gerenciador de Pacotes Synaptic” e procurar pelo o nome do jogo que instalou. :)
ATENÇÃO:O IUG é distribuído na esperança de que sera útil, mas SEM NENHUMA GARANTIA; até sem a garantia implicada de COMERCIALIZAÇÃO ou de ADAPTAÇÃO A UM PROPÓSITO EM PARTICULAR.
Para experimentar o programa, basta clicar logo abaixo, para fazer o download.
Agora só clicar duas vezes.. e pronto! no final da instalação, vai encontrá-lo em Aplicações > Jogos > Instalador Ubuntu Games. :D
Quero agradecer os amigos “Duda Nogueira, Jyulliano Rocha, Antonio “LedStyle” Claudio e Marcelo Atie” por ajudar a desenvolver e apoiar neste projeto que nos do time Ubuntu Games, vem ajudando não só os usuários iniciante de linux, como também ajudando quem esta perdendo o “medo” de abrir uma Lan-House e ver com outros olhos que é realmente fácil e divertido se usar.
Qualquer bug de algum jogo que encontrar, por favor que reporte os bugs para a equipe Ubuntu Games
no canal via IRC: #ubuntu-games no servidor irc.ubuntu.com
Ou se preferir envie para: suporte@ubuntugames.org


O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) anunciou nesta sexta-feira a adoção de um novo software para as urnas eletrônicas que serão usadas nas eleições municipais de outubro. O Windows será substituído pelo Linux. A mudança será feita em todas as 430 mil urnas armazenadas. Outras 50 mil urnas já foram compradas com o novo sistema instalado. O Linux também será usado na totalização de votos, na transmissão de dados e na divulgação do resultado das eleições. A medida deve significar economia de até R$ 4 milhões ao TSE.

- Como o Linux é um programa livre, não é preciso pagar licença - explicou o diretor-geral do tribunal, Athayde Fontoura Filho.


" Nós estamos com um sistema totalmente aberto para acompanhamento por aqueles que tenham interesse legítimo. Não há o que esconder, não há o que escamotear "

Segundo a legislação eleitoral, todos os programas de informática usados nas eleições brasileiras podem ser alvo de fiscalização do Ministério Público, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e dos partidos políticos. A partir de hoje, até setembro, técnicos representantes dessas entidades poderão testar os sistemas em uma sala na sede do TSE, em Brasília. A intenção é demonstrar que os programas são seguros, à prova de fraudes.

- A nossa urna eletrônica não é algo que se mostra sob sigilo. O que desejo firmar é que nós estamos com um sistema totalmente aberto para acompanhamento por aqueles que tenham interesse legítimo. Não há o que esconder, não há o que escamotear - ressaltou o ministro Marco Aurélio, presidente do TSE.

AT&T flerta com Android


A AT&T, companhia de telefonia móvel americana, está interessada em utilizar o sistema operacional Android do Google como base para seus telefones móveis. De acordo com a empresa, a possibilidade de adaptar o modelo de Código Aberto aos seus próprios serviços é bastante atraente. A AT&T estaria atrás da T-Mobile e da Sprint Nextel como a terceira empresa oficialmente interessada em dar suporte ao sistema. A Verizon, uma concorrente no ramo de telefonia, também já manifestou interesse pelo Android.


A Linux Foundation é um consórcio sem finalidades lucrativas dedicado a incentivar o crescimento do Linux. Nascida em 2007 a partir da fusão do Open Source Development Labs (OSDL) e o Free Standards Group (FSG), a organização patrocina o trabalho do criador do Linux, o finlandês Linus Torvalds, e recebe suporte financeiro de gigantes do mercado de TI internacional, como Fujitsu, HP, Hitachi, IBM, Intel, NEC, Novell, Oracle, AMD, Cisco, Motorola, Bull, EMC², Google etc. A fundação tem por função promover, proteger e padronizar o desenvolvimento do Linux, através do fornecimento dos recursos e serviços necessários para que sistemas de código aberto possam competir de igual para igual com soluções proprietárias similares.

A Adobe é o mais novo membro da Linux Foundation. Entre as atividades que a empresa deverá desenvolver como membro da organização, está especialmente o suporte ao desenvolvimento do sistema como plataforma para Rich Internet Applications (RIA) e tecnologias Web 2.0.

Jim Zemlin, diretor executivo da Linux Foundation, saudou a decisão da Adobe como um passo importante na direção de padrões mais abertos para o mercado de TI, além, claro, de considerar a iniciativa a porta de entrada da empresa para a eventual abertura de código de mais aplicações do seu portifólio. David McAllister, responsável por padrões e código aberto na Adobe, fez referência aos produtos da empresa que já existem em versão para Linux (o Flash e o recém lançado AIR). Ele descreveu a Linux Foundation como fonte importante de recursos para melhorar a compatibilidade dos produtos da Adobe com o Linux.

O ingresso oficial da Adobe na categoria de membro da Linux Foundation deverá ocorrer por ocasião da Collaboration Summit entre os dias 8 e 10 de abril, no Texas. Durante a conferência, diversas empresas do mercado Linux se reunem no intuito de melhorar a coordenação do seu trabalho conjunto em torno dos sistema do pingüim.

Em uma entrevista ao portal eWeek, o diretor de tecnologia da Adobe, Kevin Lynch, declarou que o suporte ao Linux como plataforma adicional de sistema operacional, bem como a abertura de código de software da Adobe, são um objetivo estratégico da empresa. Recentemente, a Adobe forneceu à Mozilla Foundation componentes essenciais da tecnologia Flash.

E a iniciativa privada fez o Linux


A Linux Foundation acabou de liberar um novo relatório sobre o desenvolvimento do Linux, intitulado: "Desenvolvimento do Kernel Linux: o quão rápido está indo, como está indo, o que eles estão fazendo, e quem o está financiando". O estudo foi feito baseado nos últimos três anos do desenvolvimento do kernel Linux, abrangendo desde a versão 2.6.11 até a versão 2.6.24, revelando que a maior parte dos desenvolvedores do kernel Linux estão sendo pagos por grandes companhias como IBM, Intel, Linux Foundation, MIPS Technology, MontaVista, Movial, NetApp, Novell e Red Hat.

Ao longo dos anos, o número de desenvolvedores do Linux tem crescido consideravelmente. Pela análise, o último kernel (2.6.24) teve 1.057 desenvolvedores registrados. O estudo informa que entre 70 e 95 por cento dos desenvolvedores que foram pagos para trabalhar no Linux nos últimos três anos, são funcionários dessas empresas. Mostra também que, atualmente, a relação das grandes empresas com o Linux é muito estreita. Os investimentos em Código Aberto, portanto, estão diretamente relacionados ao modus operandi dessas empresas e já estão incorporados à "corrida armamentista" do mundo dos negócios.


Novo beta do browser tem melhorias em gráficos e integração com sistemas; versão final é esperada para junho deste ano.

A Mozilla anunciou nesta quarta-feira (02/04) o lançamento do Firefox 3 Beta 5, provável última versão beta do navegador de software livre até junho, quando o browser chegará oficialmente ao mercado.

O Firefox 3 Beta 5 acumula cerca de 750 mudanças em relação à versão de testes anteriores, segundo a Mozilla, que fez 10 anos no final de março.

As melhorias têm, principalmente, relação com a integração de ícones e gráficos do navegador com os sistemas Windows, Mac OS e Linux, além de melhor organização de favoritos e mudanças no engine de JavaScritp que conferem mais velocidade ao software.

Originalmente não planejado, mas elaborado pela Mozilla em razão do acúmulo de brechas, o quinto beta do Firefox 3 será seguido pela primeira versão Release Candidate, quando o navegador estará muito próximo de sua versão final.

No final de março, a Mozilla confirmou que o Firefox 3 seria atrasado em quatro semanas e chegará à sua versão final em junho.

Intel revitaliza o Classmate PC


Segunda geração do notebook para o mercado educacional é mais potente e personifica o conceito de "netbook": máquinas portáteis para uso em um ambiente fundamentalmente baseado na internet

A Intel anunciou durante o Intel Developers Forum, que acontece entre os dias 2 e 3 de Abril de 2008 em Shanghai, China, o lançamento de uma nova geração de seu notebook para o mercado educacional, o Classmate PC. Trata-se de computadores de baixo custo, robustos mas com recursos completos, projetados para uso como base de uma plataforma de computação centrada na internet.

Comparados aos notebooks tradicionais, os Classmate PCs tem maior autonomia de bateria, são mais silenciosos, geram menos calor e são mais resistentes aos acidentes do dia-a-dia, como quedas ou o derramamento de líquidos. Segundo a Intel, os novos micros são os primeiros membros de uma categoria de máquinas batizada pela empresa de "Netbooks",

As máquinas continuam baseadas no processador Celeron M, como a geração anterior, mas tem 512 MB de memória RAM, monitor LCD de 9 polegadas, interface Wi-Fi 802.11 b/g, bateria de seis células, HD interno de 30 GB (substituindo os 4 GB de memória Flash do modelo antigo) e webcam integrada. O sistema operacional é o Linux ou o Windows XP. Quando carregados com um conjunto de aplicativos educacionais (disponível em oito idiomas) os computadores se tornam ferramentas ideais para o aprendizado na sala de aula, afirma a Intel.

O Classmate PC não é um produto, é uma plataforma que pode ser personalizada por fabricantes em vários países de acordo com as necessidades do mercado local. Segundo a empresa, mais de 80 fornecedores de software e hardware, provedores de conteúdo, de serviços educacionais e OEMs em todo o mundo trabalham em conjunto na criação de uma estrutura de suporte para a máquina. No Brasil, por exemplo, a primeira geração do Classmate PC é produzida pela CCE e Positivo Informática, com Mandriva e Metasys desenvolvendo sistemas operacionais baseados em Linux.

De acordo com Andrew Chien, vice presidente do grupo de tecnologia corporativa e diretor da divisão de pesquisas da Intel, futuras versões do Classmate PC serão baseadas no novo processador Intel Atom, um chip pequeno, de baixo custo e alto desempenho, desenvolvido sob medida para aplicações em computação móvel, enquanto mantém compatibilidade com software já escrito para os computadores desktop atuais.

IBM funde linhas de servidores


Fabricante anunciou as que os modelos System i e System p serão fundidos em uma única linha de produtos.

A IBM anunciou nesta quarta-feira (02/04) que está fundindo duas de suas linhas de servidores – System i e System p – em uma única família de produtos. O movimento foi considerado positivo, mas alguns especialistas questionam porque a fabricante levou tanto tempo para fazê-lo.

Quando as duas linhas foram lançadas, há cerca de 20 anos, elas eram baseadas em hardwares e softwares diferentes. Hoje, ambas ainda utilizam softwares distintos – a System p com Linux ou AIX Unix e a System i com o i5/OS. Mas as plataformas de hardware tornaram-se quase indistinguíveis, com as duas famílias utilizando processadores IBM Power e componentes e periféricos similares.

Para Dan Olds, analista do Gabriel Consulting Group, um dos resultados da evolução é que os usuários do System p pagam menos pelo hardware, cujo preço caiu graças à competição do mercado de servidores Unix. Ao mesmo tempo, os clientes System i pagam mais pelos mesmos componentes.

Para o analista, a combinação entre os dois produtos vai extinguir a distinção artificial de preço. “Isso também vai reduzir muito complexidade dos equipamentos. Esta é a verdadeira notícia aqui”, disse.

Scott Handy, vice-presidente de marketing e estratégia global para o grupo Power Systems da IBM, disse que, com a fusão das duas linhas, nasce a família Power Systems, baseada em processadores IBM Power6. Cada novo sistema será comercializado com sistemas operacionais AIX, Linux ou o i5/OS, que será renomeado simplesmente como ‘i’.

Além da fusão, a companhia anunciou que a família de produtos será composta por mais três servidores, estes com foco em pequenas empresas, e que os detalhes estratégicos para o mercado corporativo serão anunciados na semana que vem.

Handy explicou que a nova família de produtos terá sua política de preços baseada na que era executada até aqui para os equipamentos System p, o que significa que o preço não vai mudar para os usuários destes produtos. “Já os usuários ‘i’ vão pagar um pouco menos por memória e disco e o mesmo valor pelo software”, explicou o executivo, lembrando que, neste caso, novos componentes, ou para reposição, serão mais baratos.

“É uma nova geração de servidores e hoje temos uma linha de produtos que atende qualquer tamanho de empresa e roda todos os sistemas operacionais. É uma mudança radical em comparação ao que tínhamos”, disse o executivo.

Adicionando uma nova área de Swap


Memória swap é uma memória virtual, utilizada pelo Linux quando não existe mais memória disponível no sistema. Normalmente, essa memória é uma partição que foi formatada para esse fim no momento da instalação do sistema operacional.

Recomenda-se que essa memória possua 2x o tamanho da memória RAM do sistema.
Supondo que por algum motivo na instalação, não tenha sido definido corretamente uma partição swap e você comece a enfrentar problemas em função disso, ou ainda, você aumentou a memória RAM do computador e agora quer aumentar a área de swap . Neste artigo, veremos como adicionar mais uma área de swap em nosso sistema operacional.



A ISO comunicou oficialmente que o padrão de documentos Open XML foi aprovado pelo organismo.

A organização internacional que define os formatos padrões da indústria de tecnologia, a ISO, confirmou as informações divulgadas na terça-feira pela Microsoft e por alguns grupos que votam em seu conselho. Os grupos antecipavam que o Open XML obteve os votos necessários para aprovação.

Desenvolvido pela Microsoft como extensão aberta para documentos eletrônicos, o Open XML foi levado à ISO pela Ecma, outro grupo de análise de padrões tecnológicos há dois anos. O Open XML, desde o início, enfrentou oposição da IBM e comunidades Linux, que vêem no ODF o padrão mais adequado para documentos eletrônicos.

Em primeira análise, no final de 2007, os países e empresas com direito a voto na ISO rejeitaram o Open XML, afirmando que a tecnologia ainda não estava madura e apresentaram uma lista de críticas. A Microsoft, então, fez alterações na tecnologia – como ampliar o número de idiomas e alfabetos suportados pelo formato – e o submeteu a nova análise em março deste ano. Com 86% dos votos favoráveis, o formato foi aprovado.

Com a aprovação, o Open XML ganha o mesmo status que das extensões HTML, PDF e ODF. O Brasil, por meio da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) votou conta o padrão apoiado pela Microsoft.

"Com 86% dos votos, o Open XML recebeu um expressivo apoio. Esse resultado significa um avanço para os consumidores, provedores de tecnologia e governos que desejam escolher o formato que melhor atende às suas necessidades e têm uma voz na evolução desse padrão amplamente adotado", escreve Tom Robertson, gerente de Interoperabilidade da Microsoft, em nota divulgada pela empresa.

Para tornar-se um padrão ISO, o formato precisa obter a aprovação num intrincado sistema em que é preciso conquistar mais de dois terços dos votos dos países e não receber veto de mais de 25% dos votantes. O critério também dá pesos aos países votantes, dando maior relevância aos maiores mercados.

Entre os países que votaram sim ao Open XML estão Estados Unidos e Japão. Entre as nações emergentes que formam o chamado BRIC, nenhum representante votou pelo OXML. Brasil, Índia e China votaram contra. A Rússia votou abstenção.

Wireshark 1.0 disponível


Após dez longos anos de desenvolvimento, finalmente foi liberada a versão 1.0 da ferramenta de análise de rede Wireshark. Dentre as novidades dessa nova versão, destacamos a retirada das vulnerabilidades DoS (Denial of Service) existentes, a criação de uma versão experimental para Mac OS X e a adição de novos módulos para os protocolos IEEE 802.15.4, Infiniband, Parallel Redundancy Protocol, RedBack Lawful Intercept e Xcsl.

Clustering em Casa


O volume e a complexidade das informações com as quais trabalhamos cresce assustadoramente rápido e, com isso, também aumenta a necessidade de desenvolver formas mais eficientes de processar essas informações. Muitas vezes o tempo de processamento de uma tarefa pode ser crucial para determinar sua viabilidade.

Em ambientes onde um maior poder de processamento é requisito freqüente, uma alternativa que tem se mostrado interessante por sua viabilidade financeira é o uso de clusters: agregados de computadores pelos quais o processamento de uma tarefa é distribuído, podendo-se então processar uma quantidade enorme de dados em muito menos tempo. Ultimamente esse tipo de solução tem se tornado cada vez mais acessível e viável, tanto à área corporativa quanto ao público geek. Uma vez que há bastante documentação disponível, nada impede você de fazer aqueles gabinetes empoeirados e empilhados no sótão sentirem-se úteis novamente.

Um cluster pode ser usado para fazer balanceamento de carga, por exemplo, um servidor Web. Neste tipo de cluster, um computador recebe as requisições de processos pelo usuário (uma busca na web) e os passa para os demais, que processam e devolvem o resultado. Isso é interessante porque aumenta a escalabilidade do servidor (pra tornar ele mais poderoso é só colocar mais máquinas) e o torna mais barato: você pode usar várias máquinas fracas e baratas ao invés de um servidor caro.

Outro uso é o de tolerância a falhas, por exemplo, em um banco de dados. Um PC faz o trabalho enquanto outro o monitora e fica fazendo um backup constante dos dados para que, caso esse primeiro por algum motivo pare de funcionar, o segundo assuma automaticamente até que o problema seja sanado.

Um terceiro uso para um cluster, e talvez o mais interessante a longo prazo, é o cluster de processamento paralelo: o Compute Cluster. Neste tipo de cluster o processamento é dividido em diversas frentes e processado paralelamente em diversos processadores. Todos os computadores do cluster trabalham em diferentes tarefas para completar um trabalho muito grande, como um trabalho em equipe.

Funciona mais ou menos assim: com o processamento paralelo, os nodes - como são conhecidos os computadores que integram o cluster - podem, cada um, executar diferentes frentes de uma tarefa independentemente comunicando-se uns com os outros conforme os processos requisitem. Uma reprodução de um vídeo, por exemplo, não é uma tarefa paralelizável, e então não seria adequado tentar processá-la com o uso de um cluster, pois o overhead para comunicação dos nodes poderia consumir mais recursos que o metódo normal. Já a renderização desse mesmo vídeo pode demorar muito menos em um cluster do que em uma estação de trabalho comum.

Você não deve esperar uma serventia imediata para esse compute cluster caseiro. É preciso de um pouco de estudo em aplicações paralelizáveis para usar propriamente a infra-estrutura paralelizável: a forma de programar e as bibliotecas (MPI, por exemplo) diferem um pouco da programação linear a que estamos habituados mas, com a atual tendência irrevogável a computadores multi-core, vai se tornar obrigatória e mais cedo ou mais tarde você teria de aprender isso. Caso você não queira aprender sobre todo o potencial da programação paralela, mesmo como um usuário comum existem utilidades para um cluster em sua vida.

Para os fãs de Blender (modelagem 3D) é possível criar um conjunto de computadores que renderizem conjuntamente os projetos, reduzindo o tempo de espera pelo resultado. A solução, usando DrQueue e o Blender, é de fácil instalação e permite que qualquer “mortal” produza um centro de renderização poderoso. Para usuários mais experientes, o Scilab (computação numérica) também é uma opção de fácil clusterização. Usando PVM aliada a programação própria do programa, um matemático conseguiria reduzir o tempo de análise de dados. Para ambas as idéias, existem diversos tutoriais de como preparar e utilizar o ambiente.

Na plataforma Windows, a Microsoft disponibiliza o Windows Compute Cluster Server (http://www.micorsoft.com/windowsserver2003/ccs/) mas somente na arquitetura x64. Com Linux, temos uma boa opção com o Oscar Cluster (http://oscar.openclustergroup.org/), que é uma coleção de scripts de instalação de diversos aplicativos que compõe a estrutura do cluster e que facilita imensamente sua instalação em Linux.

Hoje em dia há muita gente trabalhando com isso e, portanto, há muita documentação e implementações diferentes. Isso facilita bastante o acesso à informação para quem deseja começar a fazer isso por conta própria. Assim, para montar um cluster de máquinas velhas, tudo que você vai precisar é de alguns CPUs, um CD de instalação do Linux e um HUB. Em caso de interesse, tem gente trabalhando com isso em http://www.codeplex.com/LMSU. Divirta-se =)

Links:

Tutorial DrQueue + Blender = http://www.midstorm.org/~jalexandre/blog/2007/05/14/drqueue-blender-render-farm-para-mortais/

Tutorial Scilab = http://ats.cs.ut.ee/u/kt/hw/scilabpvm/

Por: Bruno Melo, Raul Kist, Daniele Santos, Henrique Baggio, Ivo Trivella (Equipe LMS)


A LiMo Foundation exibiu um novo sistema operacional baseado em Linux para smartphones.

A fundação mostra detalhes do sistema LiMo Platform Release esta semana, durante feira de telefonia móvel em Las Vegas.

O sistema tem apoio de importantes fabricantes e operadoras, como Samsung, Motorola, Vodafone, NTT DoCoMo e Texas Instruments.

A LiMo propõe um sistema operacional que unifique os esforços em Linux para dispositivos móveis e seja uma alternativa ao Windows Mobile e Symbian, ambos controlados por grandes empresas, Microsoft e Nokia respectivamente, diz a fundação.

Esforço similar foi feito pelo Google ao desenvolver o Android, que conta com o apoio de diversas companhias telecom.

A LiMo diz, no entanto, que seu sistema permite aos fabricantes de smartphones adaptar a interface do sistema com maior liberdade que o Android, o que lhe permitirá disputar um nicho diferente do Android no crescente mercado de telefones móveis.












A editora Linux New Media confirmou participação no Fórum Internacional de Software Livre e, entre os títulos que a editora vai levar ao evento estão Certificação LPI 1 e Certificação LPI 2, que alcançaram o segundo lugar no ranking da Livraria Cultura dos mais vendidos de TI.

Outro destaque é Virtualização, que ensina a projetar e implementar infra-estruturas de virtualização com Xen e apresenta outras soluções de Código Aberto, em workshops profissionais. O livro marca o lançamento da coleção Linux Tecknical Review.

“O fisl foi palco de lançamento dos produtos da Linux New Media do Brasil desde o seu ínicio. A evolução do evento e do conteúdo publicado pela editora acompanha a tendência de adoção do Softaware Livre pelo mercado de TI nacional, conforme aconteceu no mercado internacional”, comenta Rafael Peregrino, diretor da Linux New Media do Brasil.

O fisl9.0 acontece entre 17 e 19 de abril no Centro de Convenções da PUC-RS, em Porto Alegre.


Mais de 3.700 desenvolvedores contribuíram com mudanças. Linus Torvalds promoveu 495 alterações, contra as 1.571 de Al Viro.

Nos últimos três anos, o número de desenvolvedores individuais que contribuem com mudanças do kernel do Linux triplicou. Um total de 3.700 desenvolvedores de mais de 200 empresas contribuíram com o kernel desde 2005, afirmou relatório da Linux Foundation nesta terça-feira (01/04).

O desenvolvedor particular que mais contribuiu com o kernel foi Al Viro, que já promoveu 1.571 mudanças. Já Linus Torvalds, hoje visto como sinônimo do Linux, contribuiu com 495 mudanças.

Os 10 principais desenvolvedores individuais do ranking contribuíram com aproximadamente 15% das mudanças no kernel, enquanto se somadas as contribuições dos 30 principais desenvolvedores - incluindo todas as categorias da pesquisa -, o total é de 30% de mudanças promovidas.

A categoria que foi mais responsável pelas alterações no kernel foi a de profissionais que trabalham sem contribuição financeira de empresas, com 13,9% das mudanças.

Em segundo lugar, com 12,9%, ficou a categoria “desconhecidos”, que agrega desenvolvedores de empresas, que não puderam ser encontrados. “Com poucas exceções, todos nesta categoria contribuíram com 10 ou menos mudanças ao kernel nos últimos três anos, embora o grande número de pessoas na categoria aumente sua contribuição total”, afirma a pesquisa.

O próximo lugar da lista foi ocupado pelos desenvolvedores filiados a empresas e fundações, com Red Hat na liderança (11,2%), seguida pela Novell (8,9%), IBM (8,3%), Intel (4,1%) e Linux Foundation (3,5%).

Mesmo com grande movimento, o projeto kernel do Linux não corre risco de ser “sequestrado” por interesses corporativos. “As empresas entendem os princípios e regras do processo de desenvolvimento”, afirma um dos autores do levantamento e também desenvolvedor para o kernel, Kroah-Hartman.

“A criação ocorre com relações de confiança, tanto na perspectiva individual quanto corporativa”, diz o desenvolvedor.